A tecnologia vai substituir a inteligência humana na Comunicação?



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Inteligência artificial, internet das coisas, marketing digital, realidade aumentada, carro autônomo, Analytics, experiência do usuário (ou UX) são algumas expressões cada vez mais recorrentes nos dias atuais. A partir destas e outras inovações do mundo contemporâneo, não apenas as relações humanas, mas também as empresariais, têm mudado de forma profunda e rápida.

Especialmente na relação entre marcas e consumidores, o debate dos comunicadores passa por alguns pontos essenciais: Novas oportunidades surgirão? É possível acompanhar os avanços diários? Estratégias devem ser mudadas imediatamente? E o mais temido entre os profissionais: a tecnologia vai substituir a atuação humana em um futuro de médio e longo prazo?

Em linhas gerais, no mercado de Comunicação, todos os avanços têm sido vistos como oportunidade. Paralelamente há, claro, uma série de desafios em encontrar o melhor canal (e formato) para transmitir as diversas mensagens, de forma mais efetiva. Mas o que não é o mundo dos negócios se não desafios?

Em artigo recente, a Forbes tratou a questão como uma transformação radical na forma de se comunicar e, mais, como um momento em que todos aprendem com todos. Ou seja, desde que uma “Nova Economia” –como os pensadores contemporâneos têm chamado as mudanças que o Digital trouxe para o mundo – começou a tirar dos players a autonomia de ditar as regras do mercado há muita quebra de paradigma: o táxi que passou a vir até passageiro, a loja virtual que passou a vender exatamente o tênis que o consumidor está buscando, a comida que chega até sua casa e tantas outras facilidades.

A exigência deste movimento (sem volta) é justamente estarmos (todos) dispostos a aprender com o novo, principalmente entendendo os objetivos de cada mensagem específica. A ver: se teremos em um futuro breve uma geladeira conectada à internet, por que não criarmos conteúdo para essa tela com receitas, dicas sustentáveis e até contando como aquela tecnologia foi desenvolvida?

E ação humana, onde fica nesse contexto? Será substituída? A resposta é direta: ainda que robôs e máquinas otimizem muitos processos, é o conhecimento de cada profissional e equipe que decidirá o que fazer com a infinidade de dados coletados. E, mais, até que os algoritmos não conversem entre si, é a ação humana que os programará e, até lá, muitas inovações ainda serão criadas por nós.

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