Profissão: Assessor de Imprensa

31 jul 2017
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Registros mostram que o cargo de “assessor de imprensa começou a ser desempenhado no século XX. Já nesta época o jornalista americano Ivy Lee, junto a alguns colegas, defendia que a prática de fornecer informações relevantes à imprensa deveria ser feita de forma clara e aberta. Naquele momento, Assessoria de Imprensa e propaganda eram áreas unificadas e, após a ruptura destes mercados, tornou-se mais comum segmentar a atuação de Jornalistas, Relações Públicas e Publicitários. Mas, será que isso funcionou? Em pleno século XXI vivemos a era da comunicação integrada e fazer assessoria de imprensa deixou de ser apenas a “prática de fornecer informações relevantes à imprensa”. A cada dia a RS Press trabalha para reunir diferentes comunicadores em uma mesma equipe para, juntos, servirmos como um sólido canal entre os nossos 35 clientes e as mídias tradicionais e digitais. Ou seja, esta ruptura não funciona por aqui! Atualmente tem sido comum ler e ouvir sobre o fim do mercado de…

Presente da profissão

24 jul 2017
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Por Daniella Pina Ser jornalista e cobrir saúde é um desafio. Não quero com isso desmerecer outras áreas, é claro, mas só quem vivencia o universo da saúde – sem ter cursado medicina – sabe o quanto pode ser difícil. Ao longo da carreira, você pode entrevistar especialistas dos mais prestigiados possíveis e, dependendo da habilidade de decodificação da sua fonte (e da sua sorte), entender 80% ou 8% do que ela falou. Isso, claro, se falar bom português. Se for um entrevistado estrangeiro, além dos desafios da tradução, você precisará se esforçar o dobro pra estudar o assunto até entendê-lo. E depois validá-lo com a fonte, é claro. Apesar das dificuldades, cobrir saúde é gostoso. (Eu juro!). Você começa o dia escrevendo sobre modelos assistenciais. Almoça pensando nos benefícios do sistema point of care para hospitais. E chega ao fim do dia tentando entender se o tratamento de uma pessoa com uma desordem hemorrágica rara é com fator de…

Qual é o lugar do estagiário?

17 jul 2017
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“No meu tempo, estagiário não tinha essa vida mansa.” A frase repetida pelos veteranos de uma empresa é tão comum quanto os bordões de fim de ano: “como você cresceu” ou “e as paqueras?”. Esse é um quebra-gelo que abre o debate entre gerações, acompanhado do “eu só levava café” ou “só buscava folhas na impressora”. Como estudante de jornalismo e estagiário, nunca passei por situações constrangedoras, no máximo aquele papo para aliviar a tensão da segunda, ou fazer o tempo correr até a hora de desejar um bom fim de semana para todos. Sendo otimista, ainda vejo que a maioria dos meus colegas de curso não tem, assim como eu, do que reclamar em suas primeiras experiências na área. Como aqui na agência atuamos em múltiplas áreas da comunicação, nós (os estagiários) transitamos entre diferentes funções e conseguimos experimentar o ônus e bônus de cada parte do processo. Sempre acompanhados por um veterano, principalmente se ele já tem certa…