Rede social torna o indivíduo uma figura pública?

16 abr 2018
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Você não pode falar o que pensa em qualquer lugar. Parece uma constatação muito dura? É apenas a realidade. Para nós, que trabalhamos com comunicação, sabemos o quanto um comentário mal colocado, uma declaração controversa, ou uma foto fora de contexto pode ferir profundamente a credibilidade de um profissional ou a imagem de uma empresa ou associação. É muito difícil separar a imagem pessoal de um indivíduo de sua imagem profissional, e uma opinião emitida em âmbito privado pode tomar proporções inimagináveis e prejudicar o exercício profissional de maneira que pode ser até irreversível. O conteúdo postado na internet é público, nunca vai desaparecer e pode ser facilmente tirado do contexto. Por isso mais do que transmitir a verdade ou ser justo, o que importa é como sua informação é compreendida por quem a ouve ou lê. As pessoas que você segue nas redes sociais, as fotos que você posta, as frases que são compartilhadas no seu perfil, tudo isso…

Profissão: Assessor de Imprensa

31 jul 2017
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Registros mostram que o cargo de “assessor de imprensa começou a ser desempenhado no século XX. Já nesta época o jornalista americano Ivy Lee, junto a alguns colegas, defendia que a prática de fornecer informações relevantes à imprensa deveria ser feita de forma clara e aberta. Naquele momento, Assessoria de Imprensa e propaganda eram áreas unificadas e, após a ruptura destes mercados, tornou-se mais comum segmentar a atuação de Jornalistas, Relações Públicas e Publicitários. Mas, será que isso funcionou? Em pleno século XXI vivemos a era da comunicação integrada e fazer assessoria de imprensa deixou de ser apenas a “prática de fornecer informações relevantes à imprensa”. A cada dia a RS Press trabalha para reunir diferentes comunicadores em uma mesma equipe para, juntos, servirmos como um sólido canal entre os nossos 35 clientes e as mídias tradicionais e digitais. Ou seja, esta ruptura não funciona por aqui! Atualmente tem sido comum ler e ouvir sobre o fim do mercado de…

Presente da profissão

24 jul 2017
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Por Daniella Pina Ser jornalista e cobrir saúde é um desafio. Não quero com isso desmerecer outras áreas, é claro, mas só quem vivencia o universo da saúde – sem ter cursado medicina – sabe o quanto pode ser difícil. Ao longo da carreira, você pode entrevistar especialistas dos mais prestigiados possíveis e, dependendo da habilidade de decodificação da sua fonte (e da sua sorte), entender 80% ou 8% do que ela falou. Isso, claro, se falar bom português. Se for um entrevistado estrangeiro, além dos desafios da tradução, você precisará se esforçar o dobro pra estudar o assunto até entendê-lo. E depois validá-lo com a fonte, é claro. Apesar das dificuldades, cobrir saúde é gostoso. (Eu juro!). Você começa o dia escrevendo sobre modelos assistenciais. Almoça pensando nos benefícios do sistema point of care para hospitais. E chega ao fim do dia tentando entender se o tratamento de uma pessoa com uma desordem hemorrágica rara é com fator de…