O que o conteúdo e storytelling podem fazer pela saúde na comunicação?



Dia do Médico

Hoje é o Dia do Médico. E para celebrar, resolvemos refletir: vivemos um momento em que as fake news na área da saúde podem confundir até mesmo os especialistas da área. Não é uma era fácil e aprendemos que são nestes cenários difíceis que as melhores soluções aliam simplicidade com criatividade. Associações e planos de saúde ou empresas da área podem dar sua contribuição usando o melhor que o inbound marketing e o storytelling tem.
No primeiro caso, precisamos entender que há mais de vinte anos o paciente mudou então o atendimento também precisa se atualizar. Há poucos players de saúde ou de medicina preocupados em se relacionar com o que chamamos de paciente informado. Se não é razoável ou seguro qualquer um esperar ser diagnosticado por whatsapp ou em comentários no facebook, é indispensável que se lide com um contexto em que alguém – hipocondríaco ou não – pesquisa sobre manchas na pele e pode achar que têm câncer ou lúpus, quando pode ser uma mera alergia. Como lidar com esta preocupação e ansiedade? Como explicar que o melhor caminho é procurar um médico e quais cuidados são possíveis sem comprometer?
Recentemente, um influenciador digital – na verdade, um ator que é usuário de redes sociais – produziu conteúdo questionando a funcionalidade da vacina da febre amarela repetindo uma espécie de revolta das vacinas digital. Quantos hospitais e planos de saúde possuíam equipes de interatividade preparadas para responder este tipo de dúvida e combater qualquer boato, que certamente dificultou atendimentos? E quantos prepararam artigos focados em SEO (Search Engine Optimization) para combater esse tipo de dúvida? Até mesmo uma gestão de relacionamento com influenciadores ou imagens formatadas para o whatsapp gerariam um caminho para dirimir perguntas.
Dia do Médico
Seria possível, por exemplo, um PDF simples como uma cartilha com dicas de saúde, que gerasse uma base de emails para avisar de vacinações ou até mesmo tentar converter em possíveis usuários do plano. Não aconteceu.
Planos de saúde podem buscar a conversão entre pessoas interessadas em tratamentos. Enquanto hospitais credenciados deveriam tentar atingir clientes dos seus planos de saúde que atendem. Quantas vezes você já foi impactado por um Facebook Ads, por exemplo? As metas, é claro, variam. Um exame de saúde com custo baixo pode ser focado no atendimento com pessoas da região e pode contar com o impacto de um influenciador que fala de notícias daquele bairro, por exemplo.
Na delicadeza da saúde estão histórias que não contamos para explicar esta situação. Um plano de investimentos conta uma história bonita sobre um pai de família que guarda cada economia em um plano de ações e ao final da vida tem dinheiro para todos viverem melhor. Funciona? Por que o mesmo princípio não é aplicado na meta mais importante de um ser humano: sua saúde? Repare como comerciais na TV ou posts em redes sociais frequentemente focam no aspecto do baixo custo, do cuidado com o familiar… Tudo de forma institucional e didática, mas sem criar empatia. A ausência de conexão com os protagonistas é o fim de qualquer história bem intencionada.
Não há investimento mais incerto do que na saúde. O plano mais caro pode não cobrir uma doença incurável, por exemplo. Em contrapartida, não há segurança maior do que saber que você terá um atendimento de ponta se precisar. Em um momento de crise da saúde pública e corte de custos em cada casa de classe média no país, cabe aos protagonistas deste cenário criarem uma conexão forte e poderosa que prove que remédios e custos hospitalares não devem entrar como despesa no orçamento da sua cabeça. Mas como um investimento. E acreditar em uma vida melhor é uma questão de saber que história ouvir.
Marque um café com o nosso atendimento. E já avise para ele que você não quer saber de “era uma vez”. Peça uma história original, como cada paciente é.

Entre em contato conosco: 11 3875-6296

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