ABHH em Revista #05/2022

A B H H e m R e v i s t a 05 / 2022 8 positivos tanto aos profissionais de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, quanto aos pacientes que usufruem das conquistas alcançadas pela ABHH. Em outro trecho, o senhor enfatizou a importância de ouvir a todos. É uma característica pessoal que imprimirá à gestão? Essa será a visão da minha atuação como presidente da ABHH. É o que eu chamo de sustentabilidade intelectual, que busca aproveitar o talento das pessoas, quem quer que sejam elas, e acima de ideologias, tendências, afeto ou empatia. Em outras palavras, é ouvir e aproveitar sem interferências pessoais ou conceituais os assuntos, contribuições e opiniões de pessoas com intenção de colaborar sem considerar quaisquer características que não estejam ligadas à essa contribuição. Foi com essa visão que eu trabalhei a vida toda como médico hematologista e com a qual tenho trabalhado nesses 10 anos de doação à ABHH. O que representa em sua carreira profissional assumir a presidência da ABHH? Ser presidente da ABHH é o ponto mais alto da minha carreira! Uma realização profissional e imensa sensação de utilidade. Quais serão as metas para os próximos dois anos? A ABHH está madura e bem consolidada, representativa e ativa nas suas diversas ações. Vamos continuar com as diversas iniciativas em andamento, fruto do trabalho das gestões passadas, mas sem represar as novas. No grau de maturidade em que estamos, novos projetos podem ser priorizados, mas devem ser bem estudados para se mostrar eficientes e úteis para nossa estratégia e ações com associados e pacientes. Seguiremos com a estruturação administrativa interna, iniciada na última gestão. Esse trabalho, apesar de ser um complexo e de bastidores, imperceptível para o público externo, nos apoiará a seguir evoluindo para realizar as crescentes demandas que estão surgindo e cada vez mais surgirão dentro da ABHH. O que o senhor pensa para o programa Sangue Jovem e o de Apoio ao Residente Médico? O principal é atrair os alunos de graduação para a Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, porém, não menos importante, é consolidar conceitos dessas especialidades em alunos de graduação e residentes, independentemente de seguirem a carreira como hematologista ou hemoterapeuta. É ensinar conceitos básicos dessas especialidades, úteis aos médicos generalistas e aos que seguem outras especialidades. É ter médicos não hematologistas que saibam indicar corretamente uma transfusão, que saibam interpretar corretamente um hemograma, por Ser presidente da ABHH é o ponto mais alto da minha carreira! Uma realização profissional e imensa sensação de utilidade abre aspas

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