Vigilância em Saúde

Infantil e Fetal (CVMMIF) da Secretaria Municipal de Saúde de Santana de Parnaíba (SMS/ SP) e acervos digitais nacionais e internacionais até 2019. Foram adotados os manuais atualizados construídos pelo Ministério da Saúde disponível em: http://www.dive.sc.gov. br/conteudos/Sistema_Informacao/Sim/Webconferencias/2014/AF e http://portalarquivos. saude.gov.br/images/pdf/2017/junho/08/inst_dn.pdf. Os endereços eletrônicos passaram pelo processo de codificação instantânea em um site da web (https://br.qr-code-generator. com/). Uma vez gerados os códigos, os mesmos foram submetidos a alinhamento gráfico e impressão em etiquetas adesivas impermeáveis no percentual de 20% sobressalente ao número de profissionais de saúde responsáveis pelo preenchimento. Os manuais foram impressos e encadernados de acordo com o número de Unidades de Saúde que emitem as declarações somados a planilha de dados dos profissionais cedidas pelo Recursos Humanos (RH) que ao receber o QR code (etiqueta) foram adesivados os porta-crachás seguido de termo de informações, instruções de uso e por fim anuência do servidor. Em reserva foram disponibilizados nos murais de informações um cartaz com a figura do QR code a todos que circulam as instituições. RESULTADOS Foram registrados na Secretaria Municipal de Saúde de Santana de Parnaíba no SIM e SINASC 809 documentos, ou seja, 470 DNV’s (58,1%) e 339 DO’s (41,9%) do ano de 2019 (Figura 02). Cada formulário foi analisado campo a campo nos quesitos: duplicidade de registros, completitude e consistência de dados e códigos Garbage. Do total 16 (1,97%) documentos para correções que foram direcionados aos profissionais responsáveis pelo preenchimento. Destes 12 DNV’s (2,55%) e DO’s foram 04 com 1,17% dos documentos (Figura 03). CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados apresentados neste estudo observados pelo CVMMIF e SIM e SINASC foram positivos somados às atualizações e capacitações dos interlocutores e codificadores do CID10 pautados pelo Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD). A codificação dos manuais de preenchimento das declarações e disponibilização nos murais de aviso de algumas unidades de saúde, como também, nos crachás dos servidores médicos atuantes no serviço de urgência e emergência, trouxeram um ação de educação permanente e sustentável associado ao aplicativo “Atesta DO” criado pelo MS que auxilia o médico no momento de construir as consequência que levaram o óbito, evitando os chamados Garbage Codes ou “código lixo” cujo os mesmos, não delimitam a causa básica que inviabiliza os gestores do SUS de promover melhorias na assistência evitando novos casos. Portanto, a decodificação (leitura) através do seu aparelho móvel e consulta os protocolos de preenchimento de mortalidade realizando-o com dados seguros e fidedignos em qualquer local da unidade, ou seja, no ato da assistência, coletando dados beira leito no qual demonstra mais veracidade dos dados. Referências Bibliográficas Oliveira C, Moura SP, Sousa ER. TIC’S na educação: a utilização das tecnologias da informação e comunicação na aprendizagem do aluno. Dissertação de mestrado, Unicamp 2008. Trindade ATENÇÃO BÁSICA 143

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