HEMO
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janeiro/fevereiro/março 2013
cobertura
O segundo dia de congresso come-
çou com um simpósio de atualização em
oncologia clínica, fruto de uma parce-
ria entre a ASH e a
American Society of
Clinical Oncology
(ASCO). Em seguida,
ocorreu o Fórum de Política, uma parceria
entre a ASH e a Associação Europeia de
Hematologia (EHA, sigla em inglês) e que
apresentou um interessante debate sobre
o turismo que alguns pacientes fazem em
busca da cura de doenças por meio do uso
de células-tronco.
Os palestrantes Alan Trounson, do
Instituto de Medicina Regenerativa da
Califórnia e Douglas Sipp, do Instituto
de Ciências de Comunicação e Assuntos
Internacionais do Centro de Biologia de
Desenvolvimento, no Japão, revelaram
que hoje há um grande número de clíni-
cas no mundo que oferecem tratamentos
com células-tronco sem a mínima evi-
dência científica. A saída, segundo os
especialistas, é investir em ensaios clí-
nicos e criar
guidelines
com o apoio das
instituições médicas.
O período da tarde do dia 9 foi marca-
do pela disputada seção na qual são apre-
sentados os melhores trabalhos do
ASH
.
Aproximadamente 15 mil pessoas assisti-
ram especialistas de diversos países fala-
rem sobre suas recentes pesquisas.
Na segunda-feira (dia 10), destaque
para o prêmio E. Donnall Thomas, con-
cedido ao médico Timothy J. Ley por seu
trabalho pioneiro na análise genética de
leucemia mieloide aguda, que aumentou
significativamente o conhecimento sobre
a patogênese da doença. E no último dia
do evento, o principal auditório do centro
de convenções ficou lotado de congressis-
tas que prestigiaram o
Best of ASH,
uma
seleção dos principais temas abordados
durante o evento.
Seção na qual foram apresentados
os melhores trabalhos do
ASH
2012
reuniu quase 15 mil pessoas