Página 53 - Hemo em revista - Ediu

Versão HTML básica

HEMO
|
53
janeiro/fevereiro/março 2013
holofote
doenças trombóticas, leucemias, linfomas,
medicina transfusional, mieloma múlti-
plo, síndromes mielodisplásicas e talas-
semias. Além disso, o encontro promove
intercâmbio científico nos intervalos das
apresentações
.
No
Lunch with the Experts
da edição passada, por exemplo, “a troca
informal de experiências com colegas la-
tino-americanos foi muito boa”, lembrou
Angelo Maiolino, vice-diretor adminis-
trativo da ABHH. A professora e médi-
ca diretora do programa para mieloma
múltiplo do Departamento de Oncologia
e Hematologia do
Princess Margaret
Hospital/University of Toronto,
Donna
Reece, também participou do almoço e
aprovou a iniciativa. “Uma coisa é você
ouvir um conteúdo de palestra por fone de
ouvido, outra é encontrar a pessoa, trocar
ideias pessoalmente e trazer tudo para a
realidade de cada médico.”
Já o
Breakfast Session
oferece a oportu-
nidade de as sociedades latino-americanas
da especialidade trocarem informações so-
bre o desenvolvimento da hematologia em
seus respectivos países, sendo incentivadas
a organizar projetos de cooperação em prol
do aperfeiçoamento do diagnóstico e tra-
tamento dos pacientes na América Latina.
No ano passado, os representantes das so-
ciedades da especialidade da Argentina,
Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai,
Peru, Venezuela e Uruguai, apresentaram
relatórios sobre os registros de hematologia
de seus países, com base em um questioná-
rio elaborado pela ASH, em parceria com
a ABHH. Em geral, praticamente todas as
sociedades revelaram que possuem poucos
ou nenhum registro nacional de doenças
hematológicas e onco-hematológicas, mas
também demonstraram grande interesse em
reverter esta situação.
Vista aérea do Vida-Parque,
complexo de entretenimento,
gastronomia e cultura, onde está
instalado o
Centro Parque Eventos
& Convenciones