Página 13 - Medicina Nuclear - 01

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medicina nuclear em revista
| Jan • Fev • Mar 2013
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o especial ista
são a matriz dos exames chamados
de PET (Positron Emission
Tomography). Talvez o PET seja a
indicação mais moderna e mais sig-
nificativa na avaliação e acompanha-
mento dos linfomas. Nesse campo
existe uma enorme avenida científica.
E ainda há produtos em campo de
investigação. É importante ressaltar
que há uma cooperação entre onco-
-hematologia e medicina nuclear, não
só no Brasil, como no mundo todo.
Como a MN pode contribuir para
outras áreas? A interação com
outras especialidades pode ser
favorável?
A interação entre as áreas pode ser
muito favorável. Temos o
Programa de Equipamentos
Multiusuários (EMU), apoiado
pela Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo
(Fapesp), no qual pesquisadores
de oncologia, neurologia, hemato-
logia, mastologia e outras especiali-
dades estão cooperando nesse cam-
po. Recebemos cerca de R$ 5 milhões
para a importação de um dos
melhores equipamentos de PET,
que foi recentemente instalado
na Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp). Vale lem-
brar que há uma grande coopera-
Para Carmino, a medicina
nuclear se popularizou
nos últimos cinco anos e
está sendo mais utilizada
pelos médicos brasileiros
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