Abr • Mai • Jun 2013 |
medicina nuclear em revista
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C&T
À esquerda, sistema de corredores
de ônibus da capital paranaense;
abaixo, à esquerda, ópera de arame,
um dos pontos turísticos da cidade;
e ao lado, prédios da cidade mais
rica do sul do país
Legado
Além da programação científica, da
parceria com o Congresso da CBR e
dos módulos organizacionais, um
dos pontos mais citados por Cerci e
também pelo presidente da SBMN,
Celso Darío Ramos, é o fortaleci-
mento da relação da entidade com
outras da área. “A participação de
oncologistas, cardiologistas e
radiologistas fortalece a relação da
SBMN com a instituição represen-
tante de cada uma dessas especiali-
dades”, analisa Cerci. “O evento
deste ano tem um significado espe-
cial porque reforça e celebra a tra-
dicional união da medicina nuclear
com a radiologia no Brasil”, diz
Ramos, em mensagem oficial divul-
gada no site do evento.
Uma das questões centrais a
serem abordadas durante as discus-
sões será a expansão da medicina
nuclear no Brasil. É consenso entre
os especialistas da área que há espa-
ço para crescimento, principalmente
fora do eixo ‘sul-sudeste’ do País.
Embora não esteja previsto um
encontro específico para tratar do
tema, certamente o assunto surgirá
nas discussões. “Essa questão é, de
fato, consensual entre os médicos
nucleares do Brasil. Embora não
haja um espaço político previsto,
temos essa consciência e trata-se de
um dos maiores pontos de atuação
da SBMN”, resume Cerci.
Tambémde acordo como presi-
dente do Congresso, para que ocorra
essa expansão, é necessário que sejam
©Mariana Gil • Embarq Brasil | © Blog Material Para a Escola • Reprodução | © shutterstock
A programação
científica do evento
é dividida em
módulos. Dessa
forma, as palestras,
cursos e discussões
em geral ficam
pautadas por um
tema central,
o que facilita na
localização e
organização do
congressista