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abril/maio/junho 2013
cobertura
Até mesmo
os que foram ao
ASH tiveram a
oportunidade de
acompanhar
em Santiago
as principais
apresentações
divididas por áreas
de interesse.
Isso foi muito
produtivo .
definido pela ASH de trazer as novidades e
avanços em todas as áreas da hematologia
para a América Latina. “Além dos aspec-
tos educacionais e científicos, o encontro
tem possibilitado o congraçamento entre
as sociedades latino-americanas”, acres-
centou o presidente da ABHH, ao avaliar
que o Brasil tem uma responsabilidade
muito grande nesse processo.
“A necessidade dessa integração já
está consolidada entre os países da re-
gião”, destaca Raul Gabús, representante
da Sociedade Uruguaia de Hematologia
(SHU). Um dos mais entusiasmados com
a iniciativa foi Scott Howard, diretor de
Ensaios Clínicos do
St. Jude Children´s
Research Hospital
e professor associado
da
University of Tennessee College of
Medicine
, que demonstrou interesse na
integração de estudos envolvendo progra-
mas de oncologia pediátrica. O presiden-
te da ABHH enfatiza que esse ambiente
de cooperação já está bem consolidado.
“Inclusive, vários grupos de interesse
científico e educacional colocaram a dis-
posição suas estruturas e pesquisadores.
Ficou acertado inclusive que uma série de
trabalhos serão desenvolvidos a partir de
agora”, frisou Souza.
José F. Comenalli M. Jr.,
diretor de Defesa de
Classe da ABHH
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