HEMO
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abril/maio/junho 2013
aconteceu
O Hemocentro de Goiás (Hemogo), com o objetivo
de ampliar o estoque de sangue para abastecer os hospi-
tais da rede estadual de saúde, reinaugurou sua unidade
móvel. Após ampla reforma, o ônibus poderá realizar,
simultaneamente, a retirada de sangue de até quatro pes-
soas e tem a capacidade de coletar 120 bolsas por dia.
A unidade móvel estava parada desde 2010. De
acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás,
Hemogo reinaugura unidade móvel
seu interior foi todo reformado, incluindo seu revesti-
mento, o piso, as cadeiras de coleta, bancadas, armá-
rios, salas de triagem e recepção. Na parte externa,
a funilaria passou por reparos e o ônibus exibe nova
plotagem com a marca do Hemogo. O veículo possui
dois grupos geradores de energia e também foi ad-
quirida uma geladeira para armazenamento de todo o
sangue coletado.
Hemose incentiva
doações voluntárias
Genivaldo Oliveira dos
Passos e Edinauro Elias Resende
são doadores voluntários de san-
gue que contribuem com o ser-
viço do Hemocentro de Sergipe
(Hemose) regularmente. A cada
três meses, eles comparecem ao
local para doar e ajudar os usu-
ários da rede hospitalar que pre-
cisam fazer transfusão sanguínea.
O comercitário Gevivaldo
Oliveira, 52 anos, contou que de-
cidiu doar após um acidente de
carro que vitimou o pai, há mais
de trinta anos. “Decidi ajudar por-
que não custa nada prestar esse
gesto de humanidade com quem
precisa. Independentemente da
Ônibus pode coletar
até 120 bolsas de
sangue por dia
pessoa que vai receber meu san-
gue, penso que estou contribuin-
do para amenizar um problema
de saúde”, comenta Edinauro
Resende, 25 anos.
Para o superintendente do
Hemose, Renato Dantas, a do-
ação de sangue regular é de ex-
trema importância para o serviço
que atende a hemorrede estadual,
composta pelos serviços de ur-
gência, emergência e unidade de
tratamento intensivo de hospitais
e maternidades em Sergipe. O di-
rigente lembrou também que para
manter a segurança da rede hos-
pitalar, é necessária uma coleta
diária de 100 a 120 bolsas.
Hemocentro de
Guarapuava cria projeto
Padrinhos de Sangue
O
Padrinhos de Sangue,
do Hemocentro de Guarapuava
(PR) é um projeto que visa estabelecer um número
adequado de doadores fenotipados. Os fenótipos são
identificados e direcionados para receptores específicos,
nos quais os fenótipos foram previamente identificados
e colocados em um banco de dados. Em seguida, os
fenótipos dos receptores são cruzados com os dos
doadores. Assim, tais doadores (padrinhos de sangue)
tornam-se doadores exclusivos e são responsáveis pelos
seus receptores (afilhados de sangue).
“Esse projeto tem dado bons resultados, pois evita que
doentes com patologias crônicas sejam imunizados por
transfusão sanguínea incompatível com algum antígeno
eritrocitário imunogênico. Os doadores só doam quando
convocados formalmente”, esclareceu o criador do proje-
to, Seme Yousseff Reda.