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medicina nuclear em revista
| Jan • Fev • Mar 2014
in vivo
Nota de falecimento
A
American College of
Nuclear Medicine
(ACNM) e
a
Nuclear Medicine Resident
Organization
(NMRO) con-
vidam residentes brasileiros
para se associarem à entida-
de e usufruírem de benefícios
como intercâmbio científico
e cultural, recebimento de
publicações científicas e
aceitação de resumos em
congressos anuais. Além de
disseminar conhecimento,
a iniciativa visa defender o
papel dos especialistas em
medicina nuclear na prática
clínica. Saiba mais sobre o
assunto acessando o site da
ACNM:
www.acnmonline.org
.
ACNM abre oportunidade
para residentes
intercâmbio
Pioneira na medicina
nuclear brasileira e uma
das fundadoras da SBMN,
Verônica Rapp de Eston
faleceu aos 95 anos no dia
21 de janeiro, em sua casa,
na cidade de São Paulo.
Verônica era uma grande
colaboradora da área
médica, junto com seu
marido, também falecido,
Tede Eston de Eston.
O casal introduziu a tec-
nologia de radioisótopos
no Brasil, que se tornou o
primeiro país da América
do Sul a iniciar a ciência que
viria a ser a medicina nu-
clear. Em 1949, com o apoio
da Fundação Rockefeller, os
Eston criaram o Laboratório
de Isótopos da Cátedra de
Verônica de Eston morre aos 95 anos
Química Fisiológica da
USP, em salas cedidas.
Naquele local ministraram
os primeiros cursos de me-
todologia de radioisóto-
pos e, durante oito anos,
geriram por todo o Brasil
as atividades ligadas
a radioisótopos.
Em 25 de janeiro de 1959,
foi inaugurado o Centro de
Medicina Nuclear, anexo
à Faculdade de Medicina
da Universidade de São
Paulo, pela Comissão de
Energia Atômica dos Esta-
dos Unidos e pela Agência
Internacional de Energia
Atômica. Por iniciativa de
Tede Eston e Verônica, a
Sociedade Brasileira de
Medicina Nuclear (SBMN)
foi fundada em 1961. Em
2011, durante a comemo-
ração dos 50 anos de fun-
dação da SBMN, Verônica
foi homenageada pelas
devidas contribuições à
medicina nuclear brasileira.
© sbmn • divulgação
Verônica de
Eston, pioneira
em MN no
Brasil
© acnm • reprodução