DIIálogo - Ed. 01
ou não e decidimos, se for o caso, como o GEDIIB vai entrar no projeto: apenas como apoio, com umpatro- cínio ou com a organização completa da atividade”, detalha Vilela. Um dos desafios para as Estaduais da entidade, avalia o coordenador, é alcançar uma maior atuação junto aos gestores públicos de saúde. “Ainda temos uma pequena penetração com os gestores do sistema municipal, estadual e federal de saúde. Nosso princi- pal desafio é conseguir sermos mais atuantes junto aos secretários de saúde, coordenadores de Unidades Básicas de Saúde etc. Somos uma entidade médica organizada e temos o papel de ajudar os gestores a direcionar melhor as ações no que tange às DIIs, mas ainda somos pouco ouvidos”, pontua. O coordenador destaca a pesquisa realizada, com apoio de todas as Estaduais, que traçou o atendimen- to das DIIs no Brasil. Um questionário, em formato de quiz, foi enviado para pessoas que trabalham com DIIs no Brasil. A pesquisa alcançou 296 profissionais e gerou um artigo científico que está aprovado para publicação, ainda em 2020, na conceituada revista científica “Arquivos de Gastroenterologia”. “O artigo nos trará uma noção de como é feito o atendimento às DIIs no Brasil e quais são as disparidades regionais, as carências e as barreiras”, completa. O papel destes médicos é representar o GEDIIB perante a comunidade científica, sociedade civil e autoridades locais, visando uma maior representatividade por parte do GEDIIB. Esse modelo descentralizado nos permite ter contato com todas as regiões brasileiras Dr. Eduardo Garcia Vilela Vice-presidente do GEDIIB 27 Julho/Setembro 2020
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