Revista Plastiko´s #226

57 PLASTIKO‘S Atualidades científicas NOTA * Resumo do artigo publicado na Plastic and Reconstructive Surgery, volume 146, edição 5: Surgical Ma- nagement of the Explant Patient: An Update on Options for Breast Con- touring and Volume Restoration. ração, decantação, centrifugação, lavagem e filtração. O principal objetivo é obter a maior concen- tração de fração celular do estroma vascular e células-tronco derivadas de gordura, o qual demonstrou aumentar a integração do lipoen- xerto. Estudos que investigaram as diferentes técnicas de processa- mentonãodemonstraramdiferença significativa entre centrifugação, lavagem e filtração em relação à integração do enxerto. Técnica de enxerto de gordura Para otimizar a viabilidade do enxerto, deve-se minimizar o trauma no tecido a ser injetado. O enxerto deve ser realizado utili- zando cânula de ponta romba de está indicado dependendo do grau de ptose e pode ser ser realizada no tempo do explante ou em um tempo secundário a depender das características do tecido mamário. O restauro do volume pode ser feito com enxerto de gordura. Técnica apropriada para captação, preparo eenxertiaminimizamcomplicações pós-operatórias, que incluemcistos, calcificações e necrose gordurosa. 2-2,5 mm de diâmetro e a injeção deve ser feita em múltiplas passa- gens em planos diferentes. Os principais locais para enxertia são o plano subcutâneo e o plano retroglandular. O enxerto intra muscular no músculo peitoral maior não é recomendado devido a variabilidade do volume do músculo. Estudos prévios sugerem de uma a três sessões de lipoen- xertia até a paciente ficar satisfeita como volume. CONCLUSÕES A cirurgia de explante resulta em uma deformidade secundária. Para se obter melhor resultado, é preciso focar em restauração do volume e forma da mama após a retirada dos implantes. Mastopexia Elegância e tecnologia para seu consultório. acesse: rhosse.com.br

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