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Comunicação e pandemia: qual é a influência entre eles?

Comunicação e pandemia: qual é a influência entre eles?

Roberto Souza Marketing Digital 15.02.2021

Quarentena, máscara N95, face shield, hidroxicloroquina, epidemia e teste RNA são apenas alguns dos assuntos que passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros desde março deste ano. Assim, comunicação e pandemia passaram a estar intrinsecamente conectados.

O Dr. Tarcisio Eloy Pessoa, diretor da Faculdade de Medicina da USP, em recente artigo publicado no Jornal da USP, faz um alerta sobre as declarações dadas por profissionais que “opinam professoralmente em rede nacional sobre temas que conhecem apenas de forma muito superficial”. E é verdade, de repente, o brasileiro, que já se apresentava como entendedor de futebol e política, passou a ser “especialista” em COVID-19.

Profissionais especializados para atuar com comunicação e pandemia

 

Ele destaca a importância dos profissionais da área da comunicação em relação ao produto final, ou seja, a qualidade da mensagem entregue ao público. Nesse sentido ganham destaque pessoas e corporações que têm responsabilidade com a informação precisa, checada e produzida com a linguagem que o consumidor final vai compreender. De fato, faz parte dessa rotina a contextualização do que está sendo dito pela fonte, para não gerar pânico no público.

Com as redações enxutas, repórteres e produtores tocando três ou quatro matérias por dia, ao mesmo tempo, e com deadline curto para a produção e edição final, o papel das agências de Comunicação como a RS PRESS especializada em saúde, ganha destaque. Isso porque são os assessores que fornecem textos, gráficos, vídeos e fotos, prontos para publicação.

Processo da comunicação

 

O cuidado começa já na pauta, na definição e treinamento dos porta-vozes, na checagem da informação dada, na edição e na contextualização. Assim, fica cada vez mais clara a ligação de comunicação e pandemia. Bem como o fato de que a arte de se comunicar não deve ser vista apenas como um sistema de transmissão de informações, mas sim como um processo que envolve responsabilidade e adoção de uma regra básica: comunicação não é o que eu comunico, mas aquilo que o leitor ou ouvinte entende. Isso vale para todos os públicos, seja leigo ou médico.

Uma boa notícia é que as Sociedades Médicas e Instituições têm aberto cada vez mais espaço, não só para a interação de nossos colaboradores com o chamado público interno, mas também com o público em geral, por meio da grande mídia e dos influenciadores digitais. Isso torna a relação comunicação e pandemia com muito mais sucesso. Vamos desta forma, reduzindo o impacto das fake news. Mas esse já é um tema para um outro artigo.

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