ABHH em Revista #12/2024

ABHH em Revista 12 / 2024 32 Giro ABHH Em julho, a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e a ABHH elaboraram um documento com recomendações para auxiliar e agilizar o processo de chegada do paciente com indicativo de transplante de medula óssea (TMO). Embasadas em experiências e estudos clínicos, neste documento as sociedades ressaltam que, apesar dos avanços observados em TMO e terapia celular como estratégias concretas na prática médica, a chegada de pacientes sem doador registrado atrasa o processo e pode causar desgastes psicológicos em um momento de grande fragilidade. “A definição do melhor doador, se não aparentado ou mesmo haploidêntico, deve ser feita Realizado em julho no Senado Federal, em Brasília, o XIII Fórum Nacional sobre Câncer no Brasil reuniu médicos, especialistas, representantes do governo, de sociedades de especialidade médica e parlamentares para discutir os avanços no tratamento e suporte ao paciente oncológico. O vice-presidente da ABHH, Dr. Eduardo Rego, e o coordenador do Comitê de Equidade, Dr. Renato Cunha, participaram do fórum, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável. Na programação, os especialistas discutiram também a implementação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC) e do Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer. Em nota, ABHH e SBTMO divulgam recomendações para agilizar a escolha de doadores de medula óssea pelo centro transplantador. Portanto, é de fundamental importância que este paciente chegue para nós com um Human Leucocyte Antigen já feito e inscrito no REDOME, para que possamos, no menor intervalo de tempo possível, definir o melhor doador para cada caso”, destacam no documento. ABHH participa do XIII Fórum Nacional sobre Câncer no Brasil Acesse o documento no site da ABHH Comunicação/ABHH

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