VIGILÂNCIA EM SAÚDE
VIGILÂNCIA EM SAÚDE PREFÁCIO 09 PALAVRA DO PRESIDENTE 10 BARUERI ATUAÇÃO DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA COMO FERRAMENTA NA PROMOÇÃO DA QUALIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE INTERESSE À SAÚDE 11 BAURU A EFICÁCIA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA REGISTRO DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS IMPLANTADO PELO CEREST- BAURU 13 BERTIOGA A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO INTER SETORIAL: INTEGRAÇÃO DAS VIGILÂNCIAS SANITÁRIA (MUNICIPAL E ESTADUAL) E EPIDEMIOLÓGICA COM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NO ENFRENTAMENTO DE SURTO DE DIARREIA EM CRECHES MUNICIPAIS 15 SE ESSA RUA FOSSE MINHA 17 BRAGANÇA PAULISTA VIGILÂNCIA EM AÇÃO: AÇÕES DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE, UMA ESTRATÉGIA LOCAL, BAIRRO A BAIRRO 19 AMPLIAÇÃO AO ACESSO DA PREVENÇÃO COMBINADA DO HIV NA REDE DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA 20 TEATRO NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO UMA FORMA LÚDICA DE APRENDER SOBRE AEDES AEGYPTI 22 CAMPINAS OCORRÊNCIA DE FRAUDES RELACIONADAS AOS CARIMBOS OFICIAIS DE INSPEÇÃO EM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL EM INSPEÇÕES SANITÁRIAS DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE CAMPINAS/SP 24 VIOLÊNCIA FÍSICA CONTRA MULHERES E FEMINICÍDIO EM CAMPINAS E A REALIDADE QUE AS NOTIFICAÇÕES REVELAM 26 INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR, POR MEIO DAS EQUIPES DE ALIMENTOS E DO CEREST, EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO QUE POSSUEM AÇOUGUES DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS-SP 28 COTIA ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS CONFIRMADOS DE SARAMPO NO MUNICÍPIO DE COTIA, NO ANO DE 2019 30 BLOQUEIO VACINAL, DESAFIO COMO ESTRATÉGIA NO CONTROLE DO SARAMPO, RELATO DA EQUIPE DE VACINADORES 32 DESCALVADO EFETIVIDADE DO COMITÊ DE ARBOVIROSES NO MUNICÍPIO DE DESCALVADO 34 E O TRABALHO CONTINUA AOS SÁBADOS NO COMBATE AS ARBOVIROSES NO MUNICÍPIO DE DESCALVADO - SP 36 SAÚDE DO TRABALHADOR NO MUNICÍPIO DE DESCALVADO/SP: REFERÊNCIAS, AVANÇOS E DESAFIOS 38 AGENTES MIRINS CONTRA AS ARBOVIROSES EM DESCALVADO 40 DIADEMA EXPERIÊNCIA DA VIGILÂNCIA AMBIENTAL NO ACOMPANHAMENTO DAS ÁREAS CONTAMINADAS NO MUNICÍPIO DE DIADEMA -SP: PROMOÇÃO DA SAÚDE E INTERSETORIALIDADE 42 SUMÁRIO ATENÇÃO BÁSICA 2
IMPACTOS NO NÚMERO DE NOTIFICAÇÕES POR RELATÓRIO DE ATENDIMENTO DE ACIDENTE DE TRABALHO - RAAT NO MUNICÍPIO DE DIADEMA-SP, NOS ANOS 2017 E 2018 45 A INFORMAÇÃO APRESENTADA NOS COMUNICADO DE INÍCIO DE FABRICAÇÃO DE ALIMENTOS DISPENSADOS DE REGISTRO RECEBIDOS COMO NORTEADORA DA INSPEÇÃO SANITÁRIA 47 EVIDÊNCIA DA TRANSMISSÃO ZOONÓTICA DA ESPOROTRICOSE EM DIADEMA: OS TRÊS NÍVEIS DE GESTÃO DO SUS ASSUMEM RESPONSABILIDADE DIRETA NO ATENDIMENTO DOS CASOS 49 MONITORAMENTO E QUALIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE ESTATÍSTICA VITAL – GARBAGE CODE: MELHORIA DA INFORMAÇÃO À QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE 51 PENSANDO O RISCO SANITÁRIO NOS SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO NA ERA DOS APLICATIVOS DE ENTREGA RÁPIDA DE COMIDA PRONTA PARA CONSUMO 53 MOBILIZAÇÃO CONTRA A FEBRE MACULOSA BRASILEIRA: ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS COM ESTRATÉGIAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA NO MUNICÍPIO DE DIADEMA/SP 55 A CONSTRUÇÃO DE REDES VIVAS NAS VIGILÂNCIAS COM O USO DAS TECNOLOGIAS LEVES: O QUE O PERCURSO DE USUÁRIAS-GUIA EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA INDICA PARA A VIGILÂNCIA À SAÚDE? 57 CONSTRUÇÃO DO CUIDADO UTILIZANDO O “MÉTODO DO CASO-TRAÇADOR” COMO ESTRATÉGIA INTEGRADA DE INVESTIGAÇÃO DE SURTO DE ESCABIOSE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL: INOVAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO EM DIADEMA–SP 59 SENSIBILIZANDO DROGARIAS E FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO A OBSERVAR AS REGRAS DA NORMA BRASILEIRA DE COMERCIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS PARA LACTENTES E CRIANÇAS DE 1ª INFÂNCIA, BICOS, CHUPETAS E MAMADEIRAS (NBCAL) 61 A REGULARIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE RADIAÇÃO IONIZANTE E DISPENSÁRIO DE MEDICAMENTOS CONTROLADOS NAS ATIVIDADES VETERINÁRIAS – TRATAMENTO ISONÔMICO COM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE 63 EMBU DAS ARTES REGULARIZAÇÃO DE EMPRESAS ILPIS NO MUNICÍPIO DE EMBU DAS ARTES 65 “RE-CONHECER A VISA NA REGIÃO DE SAÚDE – UMA EXPERIÊNCIA INTERSETORIAL" 67 EMBU-GUAÇU EM TEMPOS DE SARAMPO, NEM TODO EXANTEMA É SARAMPO EPIDEMIOLOGIA E CLÍNICA PRECISAM CONVERSAR 69 FERNÃO LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE BUCAL E REABILITAÇÃO ATRAVÉS DA ESTRATÉGIA DE PARCERIA COM CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA EM MAIORES DE 60 ANOS DO MUNICÍPIO DE FERNÃO 71 FRANCISCO MORATO INTEGRAÇÃO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE E ATENÇÃO BÁSICA EM FRANCISCO MORATO NO CONTROLE DO AEDES AEGYPTI: TRABALHANDO JUNTOS PARA O ALCANCE DA PACTUAÇÃO INTERFEDERATIVA SISPACTO NO ANO DE 2019 73 GUARAREMA O PAPEL DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA COMO ÓRGÃO ORIENTADOR NO MUNICÍPIO DE GUARAREMA/SP 75 GUARATINGUETÁ IMPACTOS DA UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA A CONSTRUÇÃO DA “SALA DE SITUAÇÃO DIGITAL” VISANDO O MONITORAMENTO DE ARBOVIROSES EM GUARATINGUETÁ-SP 77 ATENÇÃO BÁSICA 3
GUARULHOS A EXPERIÊNCIA EXITOSA DA CONSTRUÇÃO DAS RODAS DE CONVERSA EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE EM GUARULHOS, EM 2019 79 A EXPERIÊNCIA DA CONSTRUÇÃO DE UM BOLETIM INFORMATIVO DO DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE GUARULHOS, EM 2019 81 PROJETO FORÇAS ARMADAS NO COMBATE AO AEDES AEGYPTI 83 FÓRUM EM SAÚDE DO TRABALHADOR DO ALTO TIETÊ: UM MODELO CONSOLIDADO BUSCANDO A EFETIVAÇÃO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO SUS 85 APOIO MATRICIAL EM SAÚDE DO TRABALHADOR PARA A REDE DE ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS 87 HORTOLÂNDIA SISTEMA MUNICIPAL ONLINE DE NOTIFICAÇÃO DE ARBOVIROSES 89 REORGANIZANDO O PROCESSO DE ATENDIMENTO ANTIRRÁBICO HUMANO PARA REALIZAÇÃO DA PROFILAXIA DIANTE DO PROLONGADO PERÍODO DE ESCASSEZ DA VACINA 90 IGARAPAVA ARTICULAÇÃO DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTROLE DAS ARBOVIROSES 92 ITAPECERICA DA SERRA INTERVENÇÃO DA PSICOLOGIA SOB A PERSPECTIVA DA GESTALT-TERAPIA NO CTA DE ITAPECERICA DA SERRA - SP 93 JUNDIAÍ IMPLANTAÇÃO DO GRUPO TÉCNICO INTERSETORIAL - ACUMULAÇÃO COMPULSIVA (GTI – AC) EM JUNDIAÍ – SP COMO FORMA DE SENSIBILIZAÇÃO E ARTICULAÇÃO DO TRABALHO EM REDE 95 LUÍS ANTÔNIO CAMPANHA RURAL DE VACINAÇÃO CONTRA A RAIVA EM CÃES E GATOS EM SÍTIOS E FAZENDAS DE LUIZ ANTÔNIO 97 MOGI DAS CRUZES “MINHA COMUNIDADE NO CONTROLE DO AEDES AEGYPTI" - AÇÃO EDUCOMUNICATIVA NO BAIRRO BOTUJURU - MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES, PARA O CONTROLE DAS ARBOVIROSES URBANAS 99 PERFIL DOS PARTICIPANTES DO TREINAMENTO BÁSICO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS REALIZADO PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE MOGI DAS CRUZES 101 TEORES DE ÍON FLUORETO NA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO FORNECIDA PELO SISTEMA PÚBLICO DE ABASTECIMENTO DE MOGI DAS CRUZES/ SP NO PERÍODO DE 2014 – 2018 103 DELINEAMENTO DAS OUVIDORIAS APURADAS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE MOGI DAS CRUZES NO PERÍODO DE 2015 A 2018 105 MOGI-GUAÇU ANÁLISE DA MORTALIDADE MATERNA NO PANORAMA DA REGIÃO DA BAIXA MOGIANA, BRASIL E DO ESTADO DE SÃO PAULO 107 ORINDIÚVA VIGILÂNCIA SANITÁRIA: DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE CAPACITAÇÕES ON-LINE NO MUNICÍPIO DE ORINDIÚVA 110 OURINHOS SAÚDE E EDUCAÇÃO NO PARQUENOVAS PERSPECTIVAS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM, NO TRABALHO DE ENFRENTAMENTO DAS ARBOVIROSES URBANAS E PASSÍVEIS DE REURBANIZAÇÃO NO MUNICÍPIO DE OURINHOS 112 ATENÇÃO BÁSICA 4
MULTIPLICADORES MIRINS “SEMEADORES DO AMANHÔ 116 PIRACICABA A NOVA GERAÇÃO DO AEDES DO BEM!™ 118 PROMISSÃO CENTRO MUNICIPAL DE CASTRAÇÃO: UMA MEDIDA DE CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS 120 CONTROLANDO VETORES E CRIANDO VÍNCULOS 121 FORMANDO JOVENS MULTIPLICADORES PARA COMBATER AS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E A AIDS 123 RIBEIRÃO PRETO POPULAÇÃO TESTADA E DIAGNOSTICADA PARA HIV NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM RIBEIRÃO PRETO NOS ÚLTIMOS 05 ANOS EM RELAÇÃO À FAIXA ETÁRIA E AO SEXO 125 ESTRATÉGIAS PARA AMPLIAÇÃO DE COBERTURA VACINAL EM ADULTO 127 O ENFRENTAMENTO DO SARAMPO NO DISTRITO LESTE DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 129 O TRABALHO DA EQUIPE DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – DISTRITO LESTE – DE RIBEIRÃO PRETO NO ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE DENGUE EM 2019 131 OCORRÊNCIA DE EVENTOS ADVERSOS PÓS VACINAÇÃO CONTRA ROTAVÍRUS E SEUS EFEITOS NA CONTINUIDADE DO ESQUEMA VACINAL 133 ADESÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO À TECNOLOGIA DE PCR EM TEMPO REAL PARA DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE DE 2014 A 2018 135 SANTA BÁRBARA DOESTE MONITORAMENTO ENTOMOLÓGICO APLICADO AS AÇÕES DE CONTROLE DO AEDES AEGYPTI EM SANTA BÁRBARA D'OESTE - SP 137 DETERMINAÇÃO DAS ÁREAS DE RISCO DE ACIDENTES ESCORPIÔNICOS NO MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA D’OESTE-SP: A UTILIZAÇÃO DE GEOTECNOLOGIAS PARA O AUXÍLIO DA GESTÃO PÚBLICA EM SAÚDE 140 SANTANA DE PARNAÍBA CODIFICAÇÃO DE MANUAIS TÉCNICOS DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA 142 CONTRIBUIÇÃO DA PLATAFORMA VIRTUAL NO ENFRENTAMENTO DA MORTALIDADE MATERNO INFANTIL E FETAL DE SANTANA DE PARNAÍBA 145 AÇÕES REALIZADAS NO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA FRENTE AO SURTO DE SARAMPO 148 SANTO ANDRÉ UTILIZAÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA REDUÇÃO DOS ÓBITOS POR FEBRE MACULOSA NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ: RELATO DA EXPERIÊNCIA 151 DESEMPENHO DAS EQUIPES DE RESPOSTA RÁPIDA NO ENFRENTAMENTO DO SARAMPO NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ 153 ESTRATÉGIA DE GESTÃO PARA DISSEMINAÇÃO DE PROTOCOLOS E FLUXOS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE 155 SANTOS PROJETO TEATRO NAS ESCOLAS – “A LIGA DO COMBATE AO MOSQUITO” 158 VIGILÂNCIA EM SAÚDE: A EXPERIÊNCIA E OS RESULTADOS DAS ESTRATÉGIAS DE VACINAÇÃO DESENVOLVIDAS NO ENFRENTAMENTO DOS CASOS DE SARAMPO EM UM NAVIO DE CRUZEIRO NO PORTO DE SANTOS 160 ATENÇÃO BÁSICA 5
A IMPORTÂNCIA DOS CENTROS DE INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA JUNTO AOS SERVIÇOS DE PRONTO ATENDIMENTO 163 ABORDAGEM QUÁDRUPLA NO COMBATE À LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: ENCOLEIRAMENTO, INQUÉRITO SOROLÓGICO, TRATAMENTO E VACINAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SANTOS-SP 166 ARMADILHAS MI-DENGUE : UM SISTEMA DE MONITORAMENTO INTELIGENTE DO AEDES COMO FERRAMENTA INOVADORA APLICADA NO PROGRAMA DE CONTROLE DE ARBOVIROSES DO MUNICÍPIO DE SANTOS 169 SÃO BERNARDO DO CAMPO ARMADILHA DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI A MOSQUITOEIRA ECOLÓGICA COMO ESTRATÉGIA CONTRA O VETOR 172 AÇÕES DO ENFERMEIRO NA ELUCIDAÇÃO DO DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE PULMONAR NOS PACIENTES SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS 174 PREENCHIMENTO CORRETO DAS GUIAS DE SOLICITAÇÃO DE EXAMES DE SOROLOGIA PARA ARBOVIROSES 176 EDUCAÇÃO PERMANENTE: NEVS (NÚCLEO EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE) PELO OLHAR DA DIVISÃO DE VETERINÁRIA E CONTROLE DE ZOONOSES 178 A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NAS AÇÕES DO SERVIÇO SENTINELA DA COQUELUCHE 180 A EXPERIÊNCIA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO EM TRANSFORMAR UM IMÓVEL MONITORADO PARA CONTROLE DO AEDES AEGYPTI EM EQUIPAMENTO DE SAÚDE - SAMU 182 O USO DA PESQUISA DE CAMPO PARA MEDIR O ALCANCE DAS AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA FEBRE MACULOSA NO BAIRRO AREIÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 184 AÇÕES INTERVENTIVAS DO ENFERMEIRO FRENTE AOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO ATENDIDOS NO HOSPITAL E PRONTO SOCORRO CENTRAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 186 A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE TRATAMENTO NO COMBATE À TUBERCULOSE 188 CONTAMINAÇÃO DE CULTURAS PARA TUBERCULOSE – GRANDE PROBLEMA PARA O DIAGNÓSTICO 190 DESFRAGMENTANDO AÇÕES – AS VIGILÂNCIAS SOMANDO-SE À ATENÇÃO BÁSICA 192 EDUCAÇÃO EM SAÚDE: FORMANDO MULTIPLICADORES EM ZOONOSES E GUARDA RESPONSÁVEL DE ANIMAIS 196 ARTICULADORES EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE - A EXPERIÊNCIA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO - SBC 198 O IMPACTO FINANCEIRO DA POPULAÇÃO REFLETIDO NA ANÁLISE DO PERFIL NOTIFICANTE DE CASOS SUSPEITOS DE DENGUE DOS SERVIÇOS DE SAÚDE PÚBLICOS E PRIVADOS DO MUNICÍPIO DE SBC 201 PROMOÇÃO E PREVENÇÃO, MAIS SAÚDE NA EDUCAÇÃO A EXPERIÊNCIA DA EMEB PROFESSORA KAZUÊ FUZINAKA FORMANDO AGENTES MIRINS NO CONTROLE DAS ARBOVIROSES NO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO 203 SÃO CARLOS MULTIMAPAS: FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A MELHORIA DOS PROCESSOS DE TRABALHO PARA O COMBATE E CONTROLE À DENGUE 205 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO IMPACTO FINANCEIRO E CUSTO DO ATENDIMENTO DO PACIENTE SUSPEITO DE DENGUE GRUPO B EM UM CENTRO DE HIDRATAÇÃO REFERENCIADO TEMPORÁRIO DURANTE A EPIDEMIA DE DENGUE EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP EM 2019 208 ATENÇÃO BÁSICA 6
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS PROJETO HANSENÍASE - VOCÊ SABIA QUE 211 O CUIDADO COM A PRIMEIRA INFÂNCIA: ALINHANDO AS AÇÕES AO MARCO LEGAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA NA PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SJC)/SP 213 SÃO PAULO ANGIOSTRONGYLUS CANTONENSIS E ANCYLOSTOMA CANINUM ENCONTRADOS EM CARAMUJOS ACHATINA FULICA, NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, SP 216 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ESTRATÉGIAS PARA O ENFRENTAMENTO NOVO SARAMPO NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO EM 2019 218 VIGILÂNCIA EM SAÚDE E ENFRENTAMENTO AS ARBOVIROSES 220 SÍFILIS UM DESAFIO NA SAÚDE PÚBLICA 222 ATENÇÃO INTEGRAL ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA 224 IMPLANTAÇÃO DE FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE INSETOS SUSPEITOS DE SEREM TRIATOMÍNEOS (BARBEIROS) NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 226 PACIENTES QUE RECEBERAM PALMITATO DE RETINOL EM UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA PRONTO ATENDIMENTO SÃO MATEUS II - FUNDAÇÃO DO ABC 228 DIÁLOGOS DANT – COMUNICAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE E ARTICULAÇÃO INTRA E INTERSETORIAL 231 UTILIZAÇÃO DA PROVA TUBERCULÍNICA COMO MÉTODO DE ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA 234 CAMPANHA DE HANSENÍASE “JANEIRO ROXO” NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO EM 2019 236 A VIGILÂNCIA DE OLHOS ABERTOS NAS DOENCAS REEMERGENTES: SARAMPO O NOVO VILÃO 238 DIAGNÓSTICO SITUACIONAL FRENTE A VULNERABILIDADE E AUMENTO DOS CASOS DE TUBERCULOSE 240 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE DENGUE: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS RESIDENTES DE UMA REGIÃO DE SAÚDE DE SÃO PAULO/SP, 2018 E 2019 242 QUALIDADE DA ÁGUA DE SISTEMA ALTERNATIVO COLETIVO DE ABASTECIMENTO PARA CONSUMO HUMANO: OCORRÊNCIA DE CISTOS DE GIARDIA E OOCISTOS DE CRYPTOSPORIDIUM EM POÇOS DE SÃO PAULO-SP 244 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ESTRATÉGIAS PARA O ENFRENTAMENTO NOVO CORONAVÍRUS (SARS – COV2) NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO EM 2020 246 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE SARAMPO RESIDENTES EM UMA REGIÃO DE SAÚDE DE SÃO PAULO/SP, 2019 248 ESPOROTRICOSE E A ESTRATÉGIA PARA ATENDIMENTO EM REDE DE ÁREA COM VULNERABILIDADE SOCIAL 250 SOROCABA ATENDIMENTO DE FOCOS DE RAIVA EM QUIRÓPTEROS NO MUNICÍPIO DE SOROCABASP NOS ANOS DE 2017 E 2018 252 VIGILÂNCIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NO MUNICÍPIO DE SOROCABA/SP 254 COMBATE AOMOSQUITOAEDES AEGYPTI NAS ESCOLASMUNICIPAISDE SOROCABA - SP 257 IMPLANTAÇÃO DA ATIVIDADE DE ARRASTÃO DE ROTINA PARA O CONTROLE DO AEDES AEGYPTI, NO MUNICÍPIO DE SOROCABA/SP 259 SUZANO PARCERIA PARA DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI NO MUNICÍPIO DE SUZANO 262 A BUSCA DOS CRIADOUROS PERDIDOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DA ZOONOSES NO MUNICÍPIO DE SUZANO 264 ATENÇÃO BÁSICA 7
BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: UMA ESTRATÉGIA PARA A GARANTIA DA QUALIDADE DOS ALIMENTOS OFERTADOS AO CONSUMO 266 TABOÃO DA SERRA VIGILÂNCIA DA SÍFILIS EM TABOÃO DA SERRA 269 TEODORO SAMPAIO SALA DE SITUAÇÃO DE ARBOVIROSES DE TEODORO SAMPAIO/SP: CAMINHANDO AO ENCONTRO DA HISTÓRIA DO SUS 272 PROJETO “EDUCADORES DE SAÚDE”: PARCERIA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA CIENTÍFICA ENTRE A UNIVERSIDADE BRASIL E O MUNICÍPIO DE TEODORO SAMPAIO/SP 275 PARCERIA ENTRE SABESP E MUNICÍPIO DE TEODORO SAMPAIO/SP: AGENTES DE CONTROLE DE VETORES NA IDENTIFICAÇÃ O DE LANÇAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS EM REDES COLETORAS DE ESGOTO 278 OUTRAS EXPERIÊNCIAS CAMPINAS CRIAÇÃO DO GRUPO TÉCNICO DE VIGILÂNCIA AO ÓBITO-GTVO NO DEPARTAMENTO REGIONAL DE SAÚDE DE CAMPINAS- DRS-VII CAMPINAS 292 O PROTAGONISMO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM PROL DA EDUCAÇÃO EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO MUNICÍPIO DE TEODORO SAMPAIO/SP 280 VINHEDO UTILIZAÇÃO DE PEIXES LARVÓFAGOS PARA O CONTROLE BIOLÓGICO DO AEDES AEGYPTI NO MUNICÍPIO DE VINHEDO 283 SETOR DE ZOONOSES + PERTO DE VOCÊ: A IMPORTÂNCIA DO SETOR DE ZOONOSES NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE 285 VOTUPORANGA CONTROLE DO AEDES AEGYPTI PELO MÉTODO DE SUCÇÃO 287 ATUAÇÃO DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA MUNICIPAL EM EVENTOS DE MASSA 289 ATENÇÃO BÁSICA 8
DIRETORIA DO COSEMS/SP (2019/2021) Presidente: Geraldo Reple Sobrinho - SMS São Bernardo do Campo 1ª Vice-Presidente: CarmemGuariente - SMS Araçatuba 2ª Vice-Presidente: Adriana Martins - SMS Guararema 1ª Secretária: Raquel Zaicaner - SMS Taboão da Serra 2ª Secretária: Luciana Arantes - SMS Batatais 1ª Tesoureira: Maria Dalva dos Santos - SMS Embu Guaçu 2º Tesoureiro: Wander Boneli - SMS Descalvado Diretor de Comunicação: Cristiane Gomes - SMS Paraguaçu Paulista Vogais: Amauri Toledo - SMS Caraguatatuba Ana Fernanda - SMS Capão Bonito Clara Carvalho - SMS Mogi Guaçu Edson Ap. dos Santos - SMS São Paulo Elaine Xavier - SMS Lucianópolis Lucimeire Rocha - SMS Santa Bárbara D’Oeste Márcia Reina - SMS Votuporanga Marco da Silva - SMS Nantes Maristela Santos - SMS Guaratinguetá Paula Terçariol – SMS Lavínia Ricardo Conti - SMS Lençóis Paulista Ricardo Leão - SMS Apiaí Ronaldo Gonçalves Junior - SMS Catanduva Sueli Melo - SMS Monte Alto Tiago Texera - SMS Jundiaí Comissão Organizadora da Mostra : Ana Lúcia Pereira Brigina Kemp Cleide Fernandes Campos Dirce Cruz Marques Lidia Tobias Silveira Márcia Marinho Tubone Projeto Revista Eletrônica: Claudia Meirelles Secretária Executiva Aparecida Linhares Pimenta Assessoria Técnica Brigina Kemp Claudia Meirelles Cleide Campos Dirce Cruz Marques Elaine Giannotti Lídia Tobias Silveira Marcia Tubone Maria Ermínia Ciliberti Mariana Alves Melo Assessoria de Comunicação Bruno Quiqueto Claudia Meirelles E-mail: comunicacao@cosemssp.org.br Projeto Gráfico Marcelo Cielo Editoração Eletrônica RS Press Foto de capa Getty Images Em março deste ano fomos surpreendidos com a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e por isto a 17º Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, atividade importante para o COSEMS/SP, foi suspensa, juntamente com o 34º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo. Passado o despontamento inicial por não podermos exibir os trabalhos no espaço da Mostra e promover a troca de experiências, como fazemos todos os anos, nos sentimos convocados a rever o universo dos 1146 trabalhos inscritos e refletir sobre o significado de experiências tão diversificadas do SUS municipal neste momento tão complexo como o contexto da COVID19. Deste total, 1114 trabalhos foram inscritos pelas equipes municipais e 32 trabalhos foram inscritos por outras instituições em parceria communicípios, modalidade também prevista no regulamento da Mostra. Ehoje, após esta imersão, onde nasce a proposta para a confecção das revistas eletrônicas, acreditamos que as experiências descritas nos trabalhos representam o alicerce com o qual os gestores e equipes municipais contaram para organizar a Rede de Atenção à Saúde, para garantir o enfrentamento da COVID19. As experiências relatadas da vigilância em saúde, nas suas distintasáreas, demonstramacapacidadedasequipesemresponder às diversas situações e problemas nos territórios, bem como desenvolver ações cotidianas para preservar a saúde da população. Capacidades técnicas e criativas estão demonstradas nestes trabalhos pelo conjunto das equipes municipais, desenvolvidas nos diferentes municípios com suas peculiaridades. A publicação desta revista temática objetiva dar visibilidade às experiências, vividas e desenvolvidas nos pequenos, nos médios ou em grandes municípios. Esta troca entre equipes de localidades tão heterogêneas possibilita explorar o universo das possibilidades da resolução de problemas. Além disto, identificar realidades e práticas que são desenvolvidas nos territórios, oportunizando reflexões e reconhecimento da importância do campo da vigilância em saúde para cada vez mais promover o seu fortalecimento. Convidamos a conhecerem estes trabalhos, que refletem a amplitude do SUS, ações de vigilância que cuidam da saúde de uma população em seu território seja onde as pessoas vivem cotidianamente, ou onde trabalham, ou estudam, onde consomem, onde transitam, ou onde buscam cuidados. Ações de prevenção, de intervenção, de investigação, de análise, de comunicação. A abrangência dos relatos revela a potência desta área tão vital no campo da saúde pública. Experiências focadas ou transversais compõem um conjunto de práticas que revelam a capacidade das equipes e gestores municipais para o enfrentamento de situações que são única e exclusivamente de responsabilidade do Estado, que deve atuar em prol da preservação dos interesses sanitários da coletividade, de modo a proteger a saúde da população. Aproveitem das experiências aqui relatadas! PREFÁCIO ATENÇÃO BÁSICA 9
Este ano, como já é do conhecimento de todos, fomos obrigados a adiar o 34º Congresso do COSEMS/SP por conta da COVID 19 no Brasil e no estado de São Paulo, onde continua acumulando, em números absolutos, o maior número de casos no país. O tema do nosso Congresso era COSEMS/SP – 32 ANOS EM DEFESA DO SUS, quando pretendíamos debater o papel da entidade no processo de construção do SUS nos municípios do estado de São Paulo. Neste momento, já estamos retomando a organização do congresso, adiado para março de 2021, primeiro ano de novas gestões municipais, o que nos dá mais responsabilidade na defesa incondicional do SUS. Com certeza, o próximo Congresso vai evidenciar a força viva do SUS, construída no cotidiano da gestão e dos serviços de saúde. Continuaremos trabalhando e lutando pelo SUS que acreditamos, aquele que se faz de no debate democrático e na construção de consensos, com financiamento justo, participação e com muitos aprendizados e ensinamentos. Mostraremos, mais uma vez que mesmo em situações tão adversas, como a que estamos vivenciando em 2020 por conta da necessidade de enfrentar a COVID19, o SUS é capaz de se reinventar no território municipal. Quanto à 17ª Mostra de Experiências Exitosas, que também não foi possível acontecer, a primeira avaliação dos trabalhos trouxe mais uma vez o que nos surpreende a cada ano: a organização capilar e cotidiana da rede de atenção à saúde no ESP, com experiências que revelam o quanto as equipes de saúde são capazes de produzir com o objetivo de garantir o cuidado integral a população do nosso Estado. Este ano, foram inscritos 1146 trabalhos, o que representa um recorde numérico em relação aos anos anteriores. E isto, não poderia passar despercebido pela Diretoria do COSEMS/SP! Como reagir à enorme frustação de não possibilitar à experiência de vermos centenas de pessoas transitando e conversando sobre as sua experiências na construção do SUS e encerrar o processo com a premiação David Capistrano e com as Menções Honrosas? Daí a nossa decisão de publicar todos os trabalhos inscritos na 17ª Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, por meio de edições especiais, que demonstram o engajamento e o compromisso dos gestores municipais e dos trabalhadores da saúde para ofertar o SUS que a população merece. Seguramente, estas revistas carregam o DNA do SUS! Um orgulho para nós, que representamos os municípios paulistas na defesa do SUS! Geraldo Reple Presidente do COSEMS/SP, SMS de São Bernardo do Campo e Membro do Comitê de Contingência do Governo do Estado de SP PALAVRA DO PRESIDENTE DO COSEMS/SP ATENÇÃO BÁSICA 10
ATUAÇÃODAVIGILÂNCIASANITÁRIACOMOFERRAMENTANAPROMOÇÃO DA QUALIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE INTERESSE A SAÚDE. Autores: Aparecida de Casia Dinis Bou, Meiridiane Santos Carneiro da Silva, Jacqueline Eloisa Santos Oliveira, Juliana Yukari Takahashi Onishi, Suely Regina Vieira Instituição: PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI Município: Barueri CIR: Rota Endereço: Rua Adelino Cardana Telefone: 41631049 Celular: 967892834 Email: saude.vsservicosaude@barueri.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Barueri é um município da região Metropolitana de São Paulo, com uma população de 262.275 habitantes conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 2015). De acordo com a Secretaria de Indústria e Comércio a cidade possui 1278 registros de empresas com serviços de saúde, assistência médica e congêneres. Considerando que os estabelecimentos de interesse da saúde são objetos de licenciamento emitido pelo órgão de vigilância sanitária, os plantões técnicos foram implantados nomunicípio no ano de 2012 para atender essas demandas, afimde esclarecimentos pertinentesàsatividades. 1TendocomoprincípiooSistemaÚnicodeSaúde, aCoordenadoriadeVigilância municipal planeja, organiza, controla, avalia e executa as ações e serviços de saúde na prevenção e a promoção da saúde, destacando assim, a importância da Vigilância Sanitária no Sistema Único de Saúde como autora de ações que reduz os riscos e agravos à saúde.2 OBJETIVOS Assistir os interessados pelos estabelecimentos de interesse à saúde ao órgão regulador por meio de orientações técnicas. METODOLOGIA Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa, realizado por meio de coleta de dados nos registros do plantão técnico em livro próprio, aos estabelecimentos que demonstraram dificuldades quanto à compreensão da legislação para regularização junto ao órgão de vigilância sanitária.3 RESULTADOS No início era uma média de 39 atendimentos mensais com aumento gradual, onde nos últimos meses foram registrados 100 atendimentos. Consequentemente, com aumento na adesão da procura de plantão técnico houve melhoria na qualidade do serviço prestado, fatos esses que foram apurados em inspeções aos estabelecimentos que aderiram as informações fornecidas. CONSIDERAÇÕES FINAIS As autoras constataramcomeste estudo que o plantão técnico é um facilitador e grande diferencial para as instituições comatividade de interesse à saúde, no qual as propostas de esclarecimentos a legislação, licenciamento, alterações de estrutura física (ampliação, reforma ou adaptação) contribuem para a ATENÇÃO BÁSICA 11
agilidade e qualidade dos serviços prestados no município. Além disso, promove uma aproximação orientadora commudança de paradigmas de ser apenas um órgão punitivo. Referências Bibliográficas 1. Portaria CVS 01 de 09 de janeiro de 2019. 2. Sistema Único de Saúde (SUS): estrutura, princípios e como funciona. [homepage da internet]. [acessado 17 fev 2020]. Disponível em: https://www.saude.gov. br/sistema-unico-de-saude 3. Minayo MCS. O desafio do conhecimento. In: Minayo MCS, Gomes SFDR. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 33ª ed. Petrópolis: Vozes; 2014. ATENÇÃO BÁSICA 12
A EFICÁCIA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA REGISTRO DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS IMPLANTADO PELO CEREST- BAURU Autores: Ana Laura Spirandeli Cruz de Oliveira, Angela Margarida Costa de Souza, Cesar Augusto Mansão, Cristiane Parisoto Masiero, Gilmara Figueira, José Henrique de Gobbi, Roseli Cristina Leme Pocay, Roseli d’Avila Vasconcelos Instituição: Prefeitura Municipal de Bauru Município: Bauru CIR: Bauru Endereço: Rua Gérson França Telefone: 31041466 Celular: 981439229 Email: robertasilveira@bauru.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Os acidentes do trabalho constituem o principal agravo à saúde dos trabalhadores no Brasil, apresentando uma frequência de notificações, no ano de 2018, de 623,8 mil acidentes de trabalho/doenças ocupacionais, com 2 mil óbitos decorrentes desses acidentes (Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho). Diferentemente do que o nome sugere, os acidentes de trabalho não são eventos acidentais ou fortuitos, mas sim preveníveis e evitáveis. A compreensão do perfil produtivo e da situação de saúde dos trabalhadores, identificando os setores, os agravos, os tipos de acidentes e o retrato dos trabalhadores no território, realizando levantamentos que possibilitem a compreensão dos problemas de saúde desses trabalhadores é indispensável para que ações de proteção à saúde do trabalhador possam ser realizadas. Na perspectiva da saúde do trabalhador, os principais sistemas de interesse para a identificação e informação de acidentes e doenças do trabalho são de instituições previdenciárias e de saúde. No entanto, restringemse a trabalhadores com registro em carteira (Comunicação de Acidente de Trabalho-CAT) e a onze agravos de notificação compulsória, priorizados (dentre outros relacionados ao trabalho) e elencados pelo Ministério da Saúde (Sistema de Informação de Agravos de Notificação-SINAN). Para obter dados de todos os acidentes de trabalho, independente do vínculo empregatício e da gravidade, foi implantado um formulário adequado para a realidade regional do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador/CEREST-Bauru, denominado Relatório de Atendimento de Acidente de Trabalho (RAAT), que permite uma análise de acidentes de menor gravidade, mas de grande importância para planejar ações de prevenção. Por essa ficha, o CEREST analisa o acidente, priorizando os acidentes de trabalho grave, fatal, menores de 18 anos de idades, posteriormente esses acidentes são registrados no SINAN. Todo acidente de trabalho fatal é investigado pela equipe do CEREST. Para que a notificação seja efetiva nos 38 municípios da região de abrangência do CEREST – Bauru, a equipe realiza constantes atividades de matriciamento, com diversos atores envolvidos com a temática saúde do trabalhador. OBJETIVOS Objetivo geral: Implementar a notificação eletrônica de todos os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais no sistema de informação na página da Prefeitura Municipal de Bauru. Objetivo específico: Matriciar os municípios de abrangência do CEREST-Bauru para a identificação de acidentes de trabalho/doenças ocupacionais e garantir a notificação de todos os acidentes de trabalho. ATENÇÃO BÁSICA 13
METODOLOGIA Após reuniões com a equipe de Tecnologia da Informação (TI) da Prefeitura Municipal de Bauru (PMB), com o objetivo de criar um sistema no qual fossem inseridas as informações contidas na RAAT e testes realizados pela equipe do CEREST, o sistema foi colocado no site da PMB, no mês de agosto de 2018, aberto para digitação das fichas por usuários cadastrados. No mesmo mês, foi realizada uma reunião com os interlocutores dos municípios da reunião de abrangência a fim de apresentar o sistema, esclarecer dúvidas e cadastrar usuários. Aos municípios ausentes na reunião, foram enviadas todas as informações via mensagem eletrônica e realizado contato telefônico, para a efetivação do cadastro. As fichas de acidentes de trabalho/doenças ocupacionais de Bauru são digitadas pela equipe do CEREST. Para os municípios que apresentaram dificuldade na utilização do sistema, foi realizado visita in loco para treinamento da equipe. Cada município optou por estabelecer seu fluxo próprio, não ficando vinculado a alimentação do sistema ao articulador, apenas a obrigatoriedade de acompanhamento da efetividade das notificações realizadas, em RAAT e SINAN. RESULTADOS Desde a implantação do sistema e a consequente alimentação de dados, houve a necessidade de algumas adequações, incluindo formas de emissão de relatórios, agrupadas pelo CEREST e repassadas à equipe de TI. Para auxiliar os municípios/serviços de saúde que apresentaram alguma dificuldade, foram realizadas 47 atividades de matriciamento, visando maior articulação e envolvimento dos gestores e profissionais de saúde na notificação e esclarecimentos de dúvidas pontuais sobre o sistema. Em levantamento obtido através do sistema, de agosto de 2018 a dezembro de 2019, dos 38 municípios da região de abrangência, 24 realizaram a alimentação de informações no sistema, notificando 4.593 acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. Deste número, 629 foram de notificação compulsória no SINAN. CONSIDERAÇÕES FINAIS A implantação do sistema evidencia um aumento de municípios notificantes, antes considerados silenciosos, podendo demonstrar um favorecimento aos municípios no envio de informações. Em contrapartida, aponta que as atividades de matriciamento precisam ser contínuas, visto que os dados sobre acidentes de trabalho continuam a demandar melhores registros, tanto de cobertura, como de qualidade dos dados. Essa atividade também é necessária para a sensibilização dos profissionais na identificação dos casos, garantindo a diminuição da subnotificação. ATENÇÃO BÁSICA 14
A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO INTER SETORIAL: INTEGRAÇÃO DAS VIGILÂNCIAS SANITÁRIA (MUNICIPAL E ESTADUAL) E EPIDEMIOLÓGICA COM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NO ENFRENTAMENTO DE SURTO DE DIARREIA EM CRECHES MUNICIPAL. Autores: Patricia Xavier Soares de Andrade Nehme Instituição: Prefeitura Municipal de Bertioga Município: Bertioga CIR: Baixada Santista Endereço: Praça Vicente Mollinari Telefone: 33199089 Celular: 997841977 Email: anaregodoy@yahoo.com.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A diarreia aguda é uma síndrome causada por diferentes bactérias, vírus e parasitas ou outros agentes entéricos e podem ser conhecidas como gastrenterites. Dependendo do tipo de agente envolvido, a doença pode ser denominada distintamente por salmoneloses, criptosporidioses, ciclosporíases, enteroviroses provocadas pelos vírus Norovírus ou Rotavírus, entre outros. Tratase de um problema recorrente de Saúde Pública e caracteriza-se pelo aumento do volume das fezes, diminuição na sua consistência ou aumento de aquosidade e/ou aumento da frequência das evacuações. As causas da diarreia aguda podem ser diversas, como por exemplo, doenças transmitidas por água ou alimentos contaminados, por objetos levados à boca contaminados com fezes ou vômitos de pessoas doentes, medicamentos, verminoses, entre outras. A suscetibilidade é geral e a imunidade não é duradoura ou temporária para alguns agentes, podendo os indivíduos vir adoecer às novas exposições à água ou alimentos contaminados ou contato pessoa a pessoa. Além disso, são escassas as vacinas para seus milhares de agentes. Por tratar-se de um agravo que pode acometer severamente crianças e elevar significativamente as despesas com saúde, sobrecarregando o Sistema Público de Saúde, a investigação e compreensão dos motivos que ocasionam a diarreia aguda merecem ser melhor investigados, para que possam ser prevenidos e tratados. OBJETIVOS Identificar os agentes etiológicos envolvidos em casos de surto de diarreia em creches municipais e propor medidas de contingência para o problema. METODOLOGIA A ação se desenvolveu a partir da notificação dos casos de diarreia em diferentes creches do municípiodeBertioga.Osurtoenvolveu88%dascrechesmunicipaisemumuniversodesetecreches envolvidas, dentre as oito existentes na cidade. As Vigilâncias Sanitária (VISA) e Epidemiológica locais atuaram em conjunto na investigação, com auxilio fundamental da VISA estadual. Mediante o protocolo de investigação, foram analisadas também as condições sanitárias das creches, que incluiu, a aplicação do roteiro de inspeção nas cozinhas, incluindo a verificação das Boas Práticas na Manipulação dos Alimentos. Foi inspecionada a qualidade da água (VIGIÁGUA), bem como foi verificada a validade dos certificados de limpeza dos reservatórios de água e a periodicidade das trocasdosfiltrosdosbebedouros. Emparalelo, procedeu-seaanálisedosprocedimentosdehigiene ATENÇÃO BÁSICA 15
e limpeza ambientais e pessoais. Além disso, foram investigadas as fichas de intercorrências de todos os alunos envolvidos e foram realizadas coletas de amostras biológicas para realização de exames parasitológicos de fezes, cultura de bactérias (coprocultura) e pesquisa de vírus e de alimentos (água e leite). Justifica-se a análise do leite porque inicialmente houve suspeita de que este alimento pudesse ser o motivo do agravo, pois houve a substituição da marca pouco antes da ocorrência dos casos. O protocolo de investigação incluiu análise de amostra única do alimento (no caso, o leite), amostras de fezes de acordo com o número de alunos matriculado nas creches e número de casos para que pudesse ser representativa. Para as análises de água incluíram-se 100 ml para a investigação microscópica e 20 L para a microbiológica. RESULTADOS Todas as amostras de leite apresentaram resultados satisfatórios (100%), sendo excluída a possibilidade de contaminação por este alimento. As amostras de água analisadas (100%) indicaram ausência de Coliforme, Giárdia e Cryptosporidium. No entanto, as amostras do material biológico das crianças (fezes) indicaram a presença de Norovírus, E. coli, E. nana, Cryptosporidium e A. lumbricoides entre 54 % das amostras analisadas. As meninas foram mais afetadas (51%) do que os meninos (49%). Foi realizado o teste do Qui-quadrado (χ2) para testar as relações de dependência entre as variáveis (dependente, presença de diarreia e independente, como sexo, localização da creche e outras) ao nível de significância de 5%, nível descritivo (p) com valores inferiores ou iguais a 0,05. Valores com nível de confiança acima de 70% foram válidos para efeito de relação estatística. Os cálculos foram realizados com o auxílio do programa STATA v14.0. Apenas o grupo bacteriano (E.coli) mostrou-se associado à diarreia (nível de confiança de 96,00%). Quando se realizou o teste de χ2 para os demais agentes potencialmente causadores de diarreia os resultados apontaram que não havia associação entre os casos positivos para esses agentes e à ocorrência da diarreia. CONSIDERAÇÕES FINAIS Não foram investigados brinquedos ou outros materiais que as crianças têm contato direto nas unidades escolares. Os adultos também não tiveram seus materiais biológicos coletados, embora alguns tenham apresentado o mesmo sintoma. As providências imediatas envolveram a aquisição e fornecimento de medicação para tratamento imediato das patologias apresentadas, segundo recomendações do GVE e agendamento de consulta com pediatra, na VIEP, para as crianças que apresentaram resultados positivos. Foram realizadas recomendações no tocante a capacitação para os funcionários (cuidadores) a ser realizada por empresa credenciada. A justificativa baseou-se no fato de que foi verificada, durante a inspeção, falhas na conduta quanto á higiene das crianças. Outra recomendação incluiu a capacitação para os funcionários (limpeza predial), uma vez que foi observada durante a inspeção sanitária, falhas na conduta quanto á higiene do local. Por fim, foi sugerida a capacitação para os funcionários (manutenção), a ser realizada por empresa credenciada, para que os mesmos realizem a limpeza e retro lavagem do filtro instalado antes da bomba de água. Tal recomendação justificou-se no fato de ter sido verificada, durante a inspeção, falhas na conduta quanto á higiene e manutenção dos filtros de água. Por fim, concluise que há urgência na capacitação de todos os envolvidos no cuidado das crianças no tocante às ações de prevenção das doenças diarreicas. Referências Bibliográficas BENNETT J. C., PLUM F. et al. CECIL-Tratado de Medicina Interna – Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 20ª edição, 1996. DANTAS R. O. Diarreia e Constipação Intestinal. Medicina, Ribeirão Preto, 37: 262-266, jul./dez. 2004. ATENÇÃO BÁSICA 16
SE ESSA RUA FOSSE MINHA... Autores: Elizângela Maria da Penha Instituição: Prefeitura Municipal de Bertioga Município: Bertioga CIR: Baixada Santista Endereço: Praça Vicente Mollinari Telefone: 33199089 Celular: 997841977 Email: anaregodoy@yahoo.com.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O mosquito Aedes aegypti é o vetor de um dos mais significantes problemas contemporâneos de saúde pública, cuja reemergência vem crescendo em magnitude e ao longo de todo o país. O mecanismo pelo qual se dá tal evento inclui não apenas características do vetor, como a velocidade de circulação e replicação viral, mas principalmente pela ineficácia do homem na prevenção e combate desta arbovirose. Os dados oficiais revelam que até 2019, o Brasil registrou 1.439.471 casos de dengue, número que representa um aumento de sete vezes em relação ao verificado no mesmo período do ano de 2018, de acordo comoMinistério da Saúde. O total demortes confirmadas devido à infecção no ano de 2019 chegou a 591. Em 2018, o número foi pouco mais de 1/3 disto, com 160 casos de morte por dengue. Diante desse panorama de comprometimento social e financeiro ocasionado pela epidemia de Dengue, o Ministério lança campanhas impactantes, com adesão dos Estados e Municípios, sem, no entanto, haver declínio significante na redução nos índices de infestação do vetor. Nesta perspectiva e considerando que a prevenção primária é o único fator potencialmente eficaz no combate ao Aedes quando ocorre anteriormente à introdução do vírus em áreas consideradas de risco, o presente projeto foi delineado como uma proposta da Educomunicação, que aponta um novo olhar sobre a forma de interagir com a população. Neste contexto, há a preconização de que as ações realizadas façam sentido para o público alvo, potencializando a participação social no processo de compreensão de parte dos componentes básicos do combate: saneamento, educação e combate físico. OBJETIVOS Estimular a participação social no combate ao mosquito Aedes aegypti. METODOLOGIA A partir da metodologia participativa e da pesquisa-ação, o projeto “Se essa rua fosse minha”, fez alusão à cantiga popular e despertou nos munícipes da rua o senso de cidadania e de viver em sociedade, abordando sistematicamente o problema presente na comunidade, de forma integral, por todos os membros envolvidos. Desta forma, a partir da perspectiva da população sobre os problemas da referida rua com relação ao mosquito transmissor da arbovirose. Os atores sociais foram incentivados a apontar possíveis soluções a serem efetivadas pela própria comunidade, tornando-os agentes multiplicadores, participativos e responsáveis. A partir desta primeira ação, surgiram informações que puderam ser discutidas com os envolvidos. A partir de então, foram elaboradas propostas de solução para o problema de controle do Aedes, as quais foram articuladas junto com a população e para a população, de acordo com as especificidades da rua. Deste ponto em diante, deu-se início a um processo de gestão compartilhada da rua, onde todos foram ouvidos e decidiram em conjunto as ações que deveriam ser realizadas. ATENÇÃO BÁSICA 17
RESULTADOS A partir das entrevistas e depoimentos dos moradores da rua sobre o problema da Dengue, chegou-se a um movimento de conscientização visando à recuperação, que culminou na total modificação das características físicas e sanitárias da rua em questão, como pode ser observado nas imagens. CONSIDERAÇÕES FINAIS A articulação de todos os atores envolvidos resultou na melhor compreensão dos problemas vivenciados pela população, além de potencializar o desenvolvimento do senso comum de cidadania, com reflexos imediatos na aparência da rua em que os envolvidos residiam. Desta forma, o projeto resultou em fortalecimento da comunidade e redução do risco de surgimento da Dengue. Referências Bibliográficas Casos de Dengue aumentam sete vezes no Brasil em 2019. G1, 2019. Disponível em: Acesso em: 30 de set. de 2019 SOUZA, Mateus Brandão de. Entendendo a música se essa rua fosse minha. 2010. Disponível em: Acesso em: 07 de out. de 2019 COSTA, Antonio Carlos Gomes da. Protagonismo juvenil: adolescência, educação e participação democrática. Salvador, Fundação Odebrecht, 2000. Thiollent M, Silva Gde O. Metodologia de pesquisa-ação na área de gestão de problemas ambientais. RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v.1, n.1, p.93100, jan.-jun., 2007. ATENÇÃO BÁSICA 18
VIGILÂNCIA EM AÇÃO: AÇÕES DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE, UMA ESTRATÉGIA LOCAL, BAIRRO A BAIRRO Autores: Mariana Quilici Bacci Instituição: PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA Município: Bragança Paulista CIR: Bragança Endereço: PRAÇA HAFIZ ABI CHEDID Telefone: 40346722 Celular: 968346730 Email: smsasaudebp@gmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A “Vigilância em Ação” é uma estratégia municipal realizada pela Divisão de Vigilância em Saúde, por intermédio do Departamento de Vigilância Epidemiológica do município de Bragança Paulista e tem como objetivo, levar informações de prevenção e promoção à saúde diretamente a população. Os temas abordados durante a ação, incluem o combate à dengue, controle de escorpiões, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e vacinas. A oferta de testagem rápida do HIV, sífilis e hepatites virais também é contemplada e é desenvolvida em parceria com o Programa Municipal de IST/Aids e Hepatites Virais. OBJETIVOS Relatar a experiência das ações de prevenção e testagem rápida para HIV, sífilis e hepatites virais no escopo da “Vigilância em Ação" realizadas nos bairros do município de Bragança Paulista. METODOLOGIA As ações são previamente agendadas, através de um cronograma mensal, visando abranger todos os bairros do município. As ações acontecem uma vez por semana, a partir da montagem de uma tenda em um ponto estratégico do bairro atendido. As ações e abordagens são desenvolvidas pelos agentes de endemias do Departamento de Vigilância Epidemiológica, bem como, por agentes de prevenção do Programa Municipal de IST/Aids e Hepatites Virais, e os atendimentos se estendem nos períodos da manhã e tarde. Além das orientações, ocorre a distribuição de folders, oferta de preservativos, gel e testagem rápida para HIV, sífilis e hepatites virais. RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho realizado in loco, junto à população é muito rico, pois possibilita a intervenção de acordo com a realidade de cada indivíduo, dentro de seu contexto de vida cumprindo-se a integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante as ações foram realizados diagnósticos de HIV e sífilis mostrando que as ações estão conseguindo atingir a população mais vulnerável sendo um importante instrumento no processo de prevenção e promoção à saúde, garantindo a equidade. ATENÇÃO BÁSICA 19
AMPLIAÇÃO AO ACESSO DA PREVENÇÃO COMBINADA DO HIV NA REDE DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA Instituição: PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA Município: Bragança Paulista CIR: Bragança Endereço: PRAÇA HAFIZ ABI CHEDID Telefone: 40346722 Celular: 968346730 Email: smsasaudebp@gmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A Prevenção Combinada associa diferentes métodos de prevenção ao HIV, às IST e às hepatites virais (ao mesmo tempo ou em sequência), conforme as características e o momento de vida de cada pessoa. Essa estratégia começou no município com a oferta de todos os componentes de prevenção, em Novembro de 2018, restringindo-se ao atendimento no Programa Municipal de IST/Aids e Hepatites Virais e no Pronto Socorro da ISBJP Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista em situações de urgência para início da profilaxia. Com a necessidade de divulgar a Prevenção Combinada e ampliar o acesso às pessoas em maior vulnerabilidade deu-se início ao processo de ampliação na Rede Municipal de Saúde, por intermédio de oficinas com diferentes categorias de profissionais da saúde. OBJETIVOS Relatar a experiência de ampliação da Prevenção combinada do HIV na Rede de Saúde domunicípio de Bragança Paulista como ferramenta no impacto da diminuição da transmissão do HIV. METODOLOGIA No último trimestre de 2019, em alusão à Semana da Diversidade Sexual, ocorreram diversas oficinas que trabalharam com esse tema, abordando uso combinado de intervenções biomédicas, comportamentais e estruturais na prevenção ao HIV e demais infecções sexualmente transmissíveis. O público envolvido foi o de funcionários da Atenção Primária à Saúde (APS) , estudantes do curso da graduação de enfermagem de uma instituição de ensino superior (IES), além de estudantes do curso técnico de enfermagem de 4 instituições de ensino técnico (IET) do município de Bragança Paulista.Resultados: No total, foram realizadas 10 oficinas de capacitação (teórico-práticas), atingindo mais de 500 participantes. Após esse período, ocorreu ainda, a implantação da Profilaxia pós exposição sexual (PEP) nas duas Unidades de Pronto Atendimento do município, além da oferta e divulgação da Prevenção Combinada na APS. RESULTADOS No total, foram realizadas 10 oficinas de capacitação (teórico-práticas), atingindo mais de 500 participantes. Após esse período, ocorreu ainda, a implantação da Profilaxia pós exposição sexual (PEP) nas duas Unidades de Pronto Atendimento do município, além da oferta e divulgação da Prevenção Combinada na APS. ATENÇÃO BÁSICA 20
CONSIDERAÇÕES FINAIS Para que se tenha um impacto significativo na redução da transmissão do HIV, diferentes abordagens devem ser conciliadas junto à população. As oficinas realizadas com os diferentes profissionais da rede de saúde possibilitaram a ampliação ao acesso às diferentes formas de prevenção ao HIV. A inserção da discussão no âmbito das IES e IET é fundamental para a formação de profissionais de saúde sensibilizados para importância da prevenção combinada do HIV na assistência ao paciente desde a promoção, prevenção e tratamento. ATENÇÃO BÁSICA 21
TEATRO NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO UMA FORMA LÚDICA DE APRENDER SOBRE AEDES AEGYPTI Autores: Marta Aparecida Franco , Rodrigo Bueno Instituição: PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA Município: Bragança Paulista CIR: Bragança Endereço: PRAÇA HAFIZ ABI CHEDID Telefone: 40346722 Celular: 968346730 Email: smsasaudebp@gmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A ocorrência de epidemias de Dengue, Chikungunya e Zika, denominadas arboviroses urbanas, estão intimamente relacionadas às dinâmicas populacionais, envolvendo aspectos socioculturais, econômicos e suas inter-relações com os demais componentes da cadeia de transmissão. A proximidade dos locais de reprodução do Aedes aegypti com as habitações humanas é um fator de risco significativo para transmissão das Arboviroses, verificado pela positividade das larvas colhidas e analisadas nos trabalhos preconizados pelo Ministério da Saúde como, por exemplo, o LIRA (Levantamento Rápido de índices para Aedes aegypti) onde consegue observar os índices de infestação predial, o índice de densidade nos criadouros inspecionados e quais são os criadouros predominantes. Portanto a prevenção e o controle baseiam-se na redução do número de recipientes com água parada que possam servir de criadouros para reprodução destes mosquitos. Isso requer a mobilização das diversas esferas dos serviços públicos e de toda a população. Neste contexto entende-se e justifica-se que a educação em saúde voltada às crianças das escolas municipais é um ponto importante no combate as arboviroses, tendo em vista que os alunos multiplicam as informações repassadas em sala de aula, representando uma ponte para que o conhecimento chegue até seus pais e responsáveis. OBJETIVOS Promover conscientização da comunidade escolar (6 a 12 anos) através da parceria entre as Redes Municipais de Saúde e Ensino, com a realização de ações lúdicas voltadas à mobilização dos alunos de forma a se tornarem multiplicadores das informações recebidas em seu ambiente de vivência. METODOLOGIA A ação educativa de que trata a experiência relatada, aconteceu no período março de 2018 a Junho de 2019, no município de Bragança Paulista, por iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, através do “Projeto Vigilância em Ação”. Projeto este, que acontece semanalmente, às quintas-feiras, e que visa levar à população os trabalhos desenvolvidos pelas Divisões de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças (DIVE) e Vigilância Sanitária (VISA) de uma forma simples e ativa abrangendo todos os bairros do município, independente da localização (urbana ou rural) e classe econômica. Para isso, utilizouse o teatro como metodologia lúdica, apresentado para crianças numa linguagem simples, adequada à faixa etária de 6 a 12 anos abordando os cuidados necessários para a eliminação dos criadouros, principais sintomas da dengue e eliminação do mosquito transmissor Aedes aegypti. ATENÇÃO BÁSICA 22
www.rspress.com.brRkJQdWJsaXNoZXIy NjY5MDkx