Vigilância em Saúde

RESULTADOS Em março de 2020, o projeto completa três anos, passaram por ele todos os alunos da rede municipal de ensino, algumas escolas particulares e estaduais do município. O projeto alcançou mais de 11.000 alunos, todos os professores, coordenadores e diretores da rede municipal, foi implantado as Brigadas das Arboviroses em todas as unidades de ensino municipal, e o resultado está visível, após a implantação das brigadas não foram mais encontrados focos do mosquito Aedes aegypti nas escolas participantes. O projeto foi tambémmuito importante, no entendimento da transmissão da arbovirose Febre Amarela em 2017 e 2018, com o aumento de casos, em várias regiões do país houve a morte de primatas não humano pela população que acreditavam que os animais eram responsáveis transmissão da doença. No Parque Ecológico “Bióloga Tânia Mara Netto Silva, há uma população de macacos pregos, a convivência com os animais e as orientações corretas levaram ao entendimento que os animais também contraem a doença e além de não transmitir ele é um sinalizador da presença do vírus no ambiente. Essas informações ajudaram também durante a vacinação contra Febre Amarela. CONSIDERAÇÕES FINAIS O projeto “Saúde e Educação no Parque” despertou nos participantes o interesse em trabalhar ações interdisciplinares, com os temas transversais propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), atendendo a necessidade de buscar a transformação da realidade commudanças de hábitos e formação de multiplicadores que levem o conhecimento na sua comunidade. Referências Bibliográficas BASTOS, N. C. B., 1979. Educação para a saúde na escola. Revista da Fundação SESP,24: 35-49. CANDEIAS, N. M. F., 1984. Ensino da saúde: interesses na área de saúde de escolares adolescentes. Cadernos de Pesquisa,50: 40-52. CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, 1974. Parecer no2.264/74 – Ens. (lo e 2oGraus).Documenta,165: 63-81. FERRAROTI, N. G., 1984. Educación para la salud en la adolescencia. Relato de una experiência. Boletin de la Oficina Sanitária Panamericana,97: 240-250. LIMA, G. Z., 1985.Saúde escolar e educação. São Paulo: Cortez. LOUREIRO, S.,1989. A questão do social na epidemiologia e controle da esquistossomose mansônica 1.Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,84 (supl.I): 124-133. MELO, J. A. C., 1987. Educação sanitária: uma visão crítica. Cadernos do CEDES,4: 28-64. SCHALL, V. T.; BUROCHOVITCH, E.; FÉLIX-SOUZA, I. C.; VASCONCELOS, M. C. & ROZEMBERG, B., 1987a. Avaliação do conhecimento sobre doenças parasitárias entre professores e alunos do lo grau. Ciência e Cultura,39 (supl.): 160. SCHALL, V. T.; JURBERG, P.; ALMEIDA, E. M.; CASZ, C.; CAVALCANTE, F. G. & BASNO, S., 1987b. Educação em saúde para alunos do 1ograu. Avaliação de material para ensino e profilaxia da esquistossomose. Revista de Saúde ATENÇÃO BÁSICA 115

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