vacinadores; localizar o endereço, paciente e/ou familiares na residência; disponibilidade de transporte para a equipe em tempo oportuno; local adequado para realizar a vacinação e até mesmo confirmar dados de contato do paciente na ficha de notificação. Dentre as dificuldades, observou-se maior adesão de pessoas no período noturno, condição que reforça a necessidade de horários alternativos para os usuários da rede básica de saúde, bem como a importância da mesma, como estratégia, para o alcance da cobertura vacinal acima de 95%. A cobertura vacinal identificada no município em questão para população na faixa etária de 12 a 15 meses, segundo a análise SIPNI, foi de 71,38% para dose 1 da tríplice viral e de 60,01% para a dose 2, no ano anterior ao aparecimento do surto de sarampo, revelando dificuldades para o alcance das metas de cobertura vacinal preconizadas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Opresente estudo reflete anecessidade de oferta dehorários alternativos para a populaçãousuária da rede básica de saúde, visto que a maior adesão concentrou-se no período noturno, condição que consequentemente refletirá na estratégia de cobertura vacinal e no controle epidemiológico do agravo, bem como a adequação de recursos humanos e de transporte e a conscientização dos profissionais para o preenchimento completo da ficha de notificação com os dados atualizados. Quanto a cobertura vacinal é primordial uma análise mais aprimorada para a adequação de estratégias mais efetivas para alcançar as metas definidas pelo Ministério da Saúde ATENÇÃO BÁSICA 33
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