ABHH em Revista #03/2021
03 / 2021 A B H H e m R e v i s t a 5 Av. das Nações Unidas, 14.401 – Condomínio Parque da Cidade Torre Sucupira, Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP CEP 04794-000 – Brasil DOS, INCLUSIVE OUTRAS HEPARINAS DE BAIXO PESOMOLECULAR. INTERAÇÕESMEDICAMENTOSAS: INÍCIO DO TRATAMENTO COM CLEXANE, A MENOS QUE ESTRITAMENTE INDICADO. do miocárdio sem elevação do segmento ST, administrado concomitantemente ao ácido acetilsalicílico; tratamento de infarto agudo do miocárdio oembolismo venoso, em particular aqueles associados à cirurgia ortopédica ou à cirurgia geral; profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes e trombo no circuito de circulação extracorpórea durante a hemodiálise. Contraindicações: hipersensibilidade à enoxaparina sódica, à heparina e seus luindo acidente vascular cerebral hemorrágico recente. História de trombocitopenia induzida por heparina mediada por imunidade (HIT) nos últimos 100 nicidade. Em humanos, não existe evidência da passagem da enoxaparina sódica através da placenta durante o segundo trimestre da gravidez. Não existem como estritamente necessário. Não foram realizados estudos adequados, para avaliar a utilização de Clexane na tromboprofilaxia em gestantes com próteses tamento com Clexane. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Interações Medicamentosas: recomenda-se a cos, ácido acetilsalicílico e outros AINEs, incluindo o cetorolaco; dextrana 40, ticlopidina e clopidogrel; glicocorticoides sistêmicos; agentes trombolíticos e vamente o tempo de sangramento e os testes de coagulação global, nem afeta a agregação plaquetária ou a ligação do fibrinogênio às plaquetas. Pode ocorrer no TTPa e TCA não estão linearmente correlacionados ao aumento da atividade antitrombótica de Clexane, sendo, portanto, inadequados e inseguros para rte, sendo alguns casos fatais. Pode ocorrer hemorragia na presença de fatores de risco associados, tais como: lesões orgânicas suscetíveis a sangramento, com hematoma, hematúria, epistaxe, hemorragia gastrintestinal, hemorragia intracraniana, hemorragia retroperitoneal; trombocitose; trombocitopenia; reação matoma neuroaxial) com o uso concomitante de enoxaparina sódica e anestesia espinhal/peridural ou punção espinhal – podendo resultar em graus variados de ção; nódulos no local de injeção; lesão hepatocelular; lesão colestática; osteoporose na terapia acima de 3 meses. Advertências e Precauções: não administrar cular cerebral isquêmico recente, hipertensão arterial grave não controlada por medicamentos, retinopatia diabética, neurocirurgia ou cirurgia oftálmica recente, anticorpos circulantes. Pacientes com peso abaixo do normal (mulheres <45Kg e homens <57Kg), necessitam de monitorização clinica cuidadosa, devido a um a devido ao risco de trombocitopenia. Pacientes idosos (especialmente > 80anos) podem ter um aumento no risco de complicações hemorrágicas com doses a e do risco de hemorragia; deste modo recomenda-se ajuste posológico para doses terapêuticas e profiláticas, em pacientes com clearance creatinina<30mL/ ção especial ao local do procedimento de revascularização coronária percutânea para detecção de sinais de sangramento ou formação de hematoma. O uso de ados até o momento. A enoxaparina sódica não influencia significantemente o tempo de sangramento e os testes de coagulação global, nem afeta a agregação mboplastina parcial ativada (TTPa) e do tempo de coagulação ativada (TCA) com a administração de altas doses. As heparinas de baixo peso molecular (HBPM) lecidas. Posologia eModo de Usar : 1. Profilaxia do tromboembolismo venoso: pacientes cirúrgicos de risco moderado : 20mg ou 40 mg uma vez ao dia; pacientes acientes que se submetem à cirurgia ortopédica de grande porte com um risco elevado de tromboembolismo venoso, uma tromboprofilaxia de até 5 semanas é semanas. Um tratamento mais prolongado pode ser apropriado em alguns pacientes e deve ser continuado enquanto houver risco de tromboembolismo venoso unda: 1,5mg/kg uma vez ao dia ou 1mg/kg duas vezes ao dia, pelo período médio de 10 dias; 3. Tratamento da angina instável e infarto agudo do miocárdio sem s intravenoso de 30 mg acompanhado de uma dose de 1 mg / kg por via subcutânea. Após a dose inicial deve-se administrar 1 mg / kg por via subcutânea a cada nte hemodiálise: 1mg/kg injetados na linha arterial do circuito, no início da sessão de hemodiálise. Populações especiais: Idosos: para o tratamento do infarto dose inicial é de 0,75 mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas. Para as demais indicações do produto, não é necessário realizar ajuste posológico em idosos, a co ( vide bula completa do produto). Insuficiência renal leve e moderada: não é necessário ajuste de dose, sendo aconselhável monitorização clínica cuidadosa. parina sódica e água para injeção. rever, favor ler a bula completa do produto”.
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