06 / 2022 A B H H e m R e v i s t a 39 Referências 1. AlibertiMJR, ApolinarioD, SuemotoCKet al. TargetedGeriatricAssessment for Fast-PacedHealthcare Settings: Development, Validity, andReliability. J Am Geriatr Soc. 2018 Apr;66(4):748-754. 2. Rodrigues, M., Duarte, F. B., & Hamerschlak, N. (2021). The use of comprehensive geriatric assessment: a tool for donor selection. Journal of Bone Marrow Transplantation and Cellular Therapy;2(1),34–38. Nas neoplasias hematológicas, é necessário avaliar a performance do paciente para conseguir entender o tipo de tratamento tolerado. Para isso, muitas vezes é realizado a avaliação geriátrica, que pode indicar se o paciente vai tolerar um tratamento mais agressivo (como a quimioterapia intensiva) ou se será elegível para a quimioterapia não intensiva e outras terapias alvo. A relação entre o grau de agressividade do tratamento inicial e a performance do paciente, por exemplo, pode impactar no desfecho e isso muitas vezes mobiliza a ministrar tratamentos que não debilitam em demasia o paciente. Essa avaliação em pacientes acima de 65 anos é feita pelo hematologista de forma subjetiva, afinal, as escalas geriátricas atualmente disponíveis possuem alguns grandes gaps segundo identificou a Pfizer em parceria com a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBMTO). Entre eles estão a adaptação da linguagem, facilidade de uso na prática clínica e disponibilidade nos meios digitais. Os questionários utilizados nas avaliações geralmente têm uma linguagem complexa para o médico não geriatra e para o paciente, além de alguns não serem adaptados para língua portuguesa. Sendo assim, diversas vezes o preenchimento deles é laborioso. Por conta da complexidade e falta de tempo, os serviços de saúde não costumam realizar a avaliação na rotina clínica¹. Quando se trata da Leucemia Mielóide Aguda (LMA), por exemplo, é mais urgente o uso de uma avaliação, pois a doença é grave e tem maior mortalidade, especialmente entre os mais idosos. Diante desse cenário, a Pfizer e a SBTMO desenvolveram uma ferramenta digital e em língua portuguesa que auxilia a identificação de risco de fragilidade em pacientes com Leucemias Agudas, para as quais se faz fundamental a avaliação em pacientes adultos. Avaliando a condição de pacientes geriátricos nas Leucemias Agudas: Calculadora de Risco - AGC INFORME CORPORATIVO Dr. Wolney Gois Barreto é médico hematologista do setor público e privado, coordenador do Centro de Pesquisa e Ensino do Hospital Santa Catarina Paulista e membro do Comitê de Acesso a Medicamentos da ABHH A Calculadora de Risco – AGC une dados e evidências científicas proporcionando um resultado mais robusto, considerando a medicina baseada em evidências. “O que pretendemos é que essa ferramenta seja usada pelos colegas e com uma perspectiva de validá-la também em pacientes de LMA de uma instituição privada, o Hospital Santa Catarina Paulista, e de uma instituição pública, o Hospital Santa Marcelina” comenta Dr Wolney Gois Barreto. Na coordenação, além do Dr. Wolney, estão a Dra. Adriana Damasceno Penna e a Dra. Ana Cristina Cardinalli Choiary. Em termos práticos, o instrumento foi desenvolvido a partir da Escala 10-AGC¹ e utiliza 10 etapas para identificar as condições geriátricas dos pacientes. Cada etapa leva em média um minuto para o preenchimento. O resultado do cálculo aparece ao final das respostas, estratificando assim o risco de fragilidade do paciente em baixo, médio e alto. A Calculadora de Risco – AGC foi testada e aplicada em pacientes onco-hematológicos, incluindo aqueles submetidos ao Transplante de Medula Óssea². O acesso é simples, sem necessidade de cadastro, e a ferramenta pode ser utilizada tanto no Mobile quanto no Desktop. Lançando essa solução aos profissionais de saúde que atuam na Hematologia, a Pfizer reafirma seu compromisso em trazer avanços que mudam a vida dos pacientes. Clique aqui para acessar o site da Calculadora!
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