MUSICALIDADECOMOFERRAMENTAPARAPREVENÇÃODESOFRIMENTO MENTAL DURANTE A GESTAÇÃO E PUERPÉRIO Autores: Thadeu Rocha da Costa, Maria Socorro de Melo Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Estima-se que entre 70 e 80% das novas mães são afetadas pela Baby Blues ou tristeza materna, como também é conhecida. De acordo com as últimas pesquisa relacionadas ao tema, 1 em cada 4 brasileiras sofrem com a depressão pós-parto. Este quadro pode durar muito mais do que algumas semanas e apresentar reações muito prejudiciais. O impacto negativo da depressão pós-parto é significativo não apenas para a paciente mas também para o toda família. O transtorno freqüentemente é negligenciado dentro do acompanhamento da vida da gestação e portanto se torna subdiagnosticado. O trabalho tem o interesse de amenizar o sofrimento emocional e do estresse do terceiro trimestre além de melhorar a qualidade do pré natal e humanizar a assistência tanto da mãe quanto do bebê. Ampliar a visão dos profissionais de contato direito ou indireto com a paciente visto importância da prevenção dos quadros depressivos e do diagnostico precoce a partir da evidência dos casos avaliados OBJETIVOS Realizado durante o pré natal em uma UBS na periferia de São Paulo onde a Equipe de ESF responsável pelo estudo aplicou a Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS) em 2 momentos. O primeiro questionamento foi a partir da 32 semanas de gestação em consultorio, já o segundo momento foi dado a partir da visita domiciliar de puerpério na primeira semana de vida do recém nascido. Entre os questionamentos foi solicitado a prática de uma música da preferência das pacientes e que 3 vezes ao dia fosse cantada para o bebê ainda na gestação. METODOLOGIA Realizado durante o pré natal em uma UBS na periferia de São Paulo onde a Equipe de ESF responsável pelo estudo aplicou a Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS) em 2 momentos. O primeiro questionamento foi a partir da 32 semanas de gestação em consultorio, já o segundo momento foi dado a partir da visita domiciliar de puerpério na primeira semana de vida do recém nascido. Entre os questionamentos foi solicitado a prática de uma música da preferência das pacientes e que 3 vezes ao dia fosse cantada para o bebê ainda na gestação. RESULTADOS As gestantes se sentiram valorizadas commelhora da autoestima e observaram que o cuidado também estava voltada para elas e não somente priorizando o bebê. Mesmo apresentando uma pequena amostra, observou-se que 60% das gestantes mudaram a classificação de alto para baixo risco de depressão segundo o método aplicado. Também houve diminuição na pontuação de mais de 90% das participantes no score final. ATENÇÃO BÁSICA 223
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