ARTE E MÍDIAS DIGITAIS NO CUIDADO EM SAÚDE: CRIATIVIDADE E TECNOLOGIA NA AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS USUÁRIOS DO SUS. Autores: Adriano Sergio Granado, Guilherme dos Santos de Barros Lordelo, Marina Mancini Consolaro, Rebeca Barufi, Rosangela Debora da Cunha Instituição: Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes Município: Mogi das Cruzes CIR: Alto do Tietê Endereço: Rua Manuel de Oliveira Telefone: 47986706 Celular: 985490183 Email: diretorredebasica.sms@pmmc.com.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A sociedade tem se modernizado progressivamente e as mídias digitais vêm ocupando espaços significativos na vida cotiana. A crescente busca e oferta de informações imprimem cada vez mais a necessidade de estratégias de apelo visual que conectem os receptores e emissores das mensagens. Nessa perspectiva a própria área da Saúde tem buscado ferramentas e tecnologias que aproximem os trabalhadores, os usuários e o território. No Brasil a Atenção Básica (AB) é considerada a principal porta de entrada e o centro de comunicação da Rede de Atenção em Saúde (RAS), sendo responsável pela coordenação e ordenação dos serviço ofertados em rede. Nesse ambiente surgem inúmeros desafios que mobilizam os profissionais a desenvolverem habilidades que possam contribuir de modo a preservar os princípios e diretrizes estabelecidos na Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Para tanto, Criatividade e Tecnologia são potentes aliados no exercício dos cuidados em Saúde. OBJETIVOS Descrever a experiência do uso de mídia digital (Whatsapp), e de painel artístico informativo (paletes de madeira), utilizados para divulgação das atividades e oficinas abertas aos usuários do território de Jundiapeba, realizadas numa unidade básica de saúde (UBS) do Município de Mogi das Cruzes. METODOLOGIA Coma implantação daPolíticaNacional dePráticas Integrativas (PNPIC) emMogi dasCruzes, aUBS Jundiapeba 24H passou a oferecer no território atividades em grupos e oficinas abertas voltadas à promoção e proteção da saúde. Entre as ações oferecidas estão: Oficina de Automassagem Chinesa, Oficina de Fitoterapia Brasileira e Chinesa, Terapia Comunitária Integrativa. Estas práticas integrativas são oferecidas aos pacientes oriundos da avaliação em saúde mental, aos usuários da unidade em geral e à população adscrita do território. Embora houvesse grande demanda de público, percebeu-se ao longo da realização das atividades, a diminuição do número de participantes nas oficinas. Diante das observações e pelos questionamentos feitos aos próprios usuários foram levantadas as principais dificuldades para manutenção do vínculo nos grupos: a) esquecimento da atividade ofertada, b) confusão sobre dias de realização da atividade, c) perda do vínculo pela falta à atividade anterior, d) abandono do grupo pela desinformação das atividades em funcionamento. Na busca pela superação dos entraves sugeridos foram criadas 2 ferramentas que possibilitassem ao usuário interessado a inserção ou a retomada das ações de promoção e ATENÇÃO BÁSICA 75
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