RESULTADOS Diante o mapeamento pode-se notar que anterior ao processo de territorialização, o município apresentava um déficit de 44% de áreas descobertas e após a territorialização esse percentual teve uma queda significativa. Sendo assim, os dados obtidos representam o número de microáreas cobertas e descobertas antes e após o processo de territorialização. Nota-se uma redução significativa de microáreas descobertas, porém atualmente ainda há o déficit de 17% da população descoberta por ACS, mas assistidas pelas 3 (três) Unidades Básicas de Saúde, sendo que destas, duas foram cadastradas como EAP (Equipe de Atenção Primária). O número de ACS (Agente Comunitário de Saúde), inicialmente ao projeto era de 95 (noventa e cinco), estando 8 (oito) de licença médica. Este número se manteve, porém ainda assim aumentou-se o número de cobertura da população. CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluiu-secomesteprojetoqueaorganizaçãonoprocessode trabalhoatravésda territorialização proporcionou ressignificado para toda a equipe frente aos desafios diários no ambiente laboral. Referências Bibliográficas SANTOS, Alexandre Lima; RIGOTTO, Raquel Maria. Território e territorialização: incorporando as relações produção, trabalho, ambiente e saúde na atenção básica à saúde. Trab. educ. saúde (Online) vol.8 no.3 Rio de Janeiro Nov. 2010 MONKEN, Maurício; BARCELLOS, Christovam. Vigilância em saúde e território utilizado: possibilidades teóricas e metodológicas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 898-906, maio-jun. 2005 ATENÇÃO BÁSICA 211
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