ATENÇÃO BÁSICA VOLUME III
SUMÁRIO ATENÇÃO GERAL PREFÁCIO 07 PALAVRA DO PRESIDENTE 08 SÃO PAULO MATRICIAMENTO ESCOLAR “A INTEGRAÇÃO ENTRE APS E EDUCAÇÃO COMO POTENCIALIZADORA NO CUIDADO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO TERRITÓRIO” 09 ESTUDO QUANTITATIVO DO TRATAMENTO RESTAURADOR ATRAUMÁTICO NA SAÚDE PÚBLICA 11 TERRITORIALIZAÇÃO PARA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM REGIÃO CENTRAL DE SÃO PAULO: DESAFIOS E POTENCIALIDADES 12 OFICINA DE GERAÇÃO DE RENDA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENFRENTAMENTO E PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 14 INCIDÊNCIA DE ÓBITOS INTRASSERVIÇO EM UNIDADES DE REDE ASSISTENCIAL DOS DISTRITOS ADMINISTRATIVOS DO JARDIM ÂNGELA E CAPÃO REDONDO, SOB GERENCIAMENTO DA OS CEJAM 16 OFICINA DA MEMÓRIA: ESTIMULANDO A MEMÓRIA E COGNIÇÃO DA PESSOA IDOSA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE SÃO MATEUS (SP) 18 DOUBLECHECK EM SAÚDE BUCAL 20 GRUPO DE ESTIMULAÇÃO NEUROMOTORA PARA ADEQUAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS DE IDADE 21 OTIMIZAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE COM FOCO NA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA 23 UTILIZAÇÃO DO PENSAMENTO LEAN NA IMPLEMENTAÇÃO DO ACESSO AVANÇADO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 25 ARTICULANDO AÇÕES NA REDE INTERSETORIAL – UMA POSSIBILIDADE DE CUIDADO 27 INSTRUMENTO OBSERVACIONAL DE SEGURANÇA EM SAÚDE BUCAL 29 ATENDIMENTO HUMANIZADO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE : SATISFAÇÃO DOS JOVENS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE PRIVAÇÃO DE LIBERDADE E EM CUMPRIMENTO SÓCIO EDUCATIVO 32 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA INFÂNCIA: O OLHAR DA TERAPIA OCUPACIONAL EM UM TERRITÓRIO VULNERÁVEL DE SÃO MATEUS (SP) 34 REVISÃO DO PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE ADMINISTRADAS PELA SBIBAE 36 CHOOSING WISELY E A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA 38 A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE COORDENAÇÃO DO CUIDADO EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NUMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 40 SISTEMATIZAÇÃO DO ACOLHIMENTO À GESTANTE TABAGISTA NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DA COORDENARIA REGIONAL DE SAÚDE NORTE – AMPLIANDO O CUIDADO NO PRÉ-NATAL 42 AVALIAÇÃO DO “CICLO-PACIENTE”, TEMPO DE PERMANÊNCIA, RESOLUTIVIDADE E SATISFAÇÃO DO USUÁRIO COMO FERRAMENTAS DE MELHORIA DE PROCESSOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 44 ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA VOLTADO PARA SAÚDE DO IDOSO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE MODELO TRADICIONAL 46 A IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA ACOMPANHANTE DE IDOSOS NO RESGATE DA IDENTIDADE DE UM IDOSO FRÁGIL EGRESSO DO SISTEMA PRISIONAL 48 ATENÇÃO BÁSICA 2
OS DESAFIOS DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA EM UMA UNIDADE BÁSICA TRADICIONAL 50 O ACOLHIMENTO NECESSÁRIO ACOLHIMENTO, INTERVENÇÃO E MONITORAMENTO REALIZADO PARA PACIENTE PORTADOR DE TUBERCULOSE, UM DESAFIO ENCONTRADO PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA, FINALIZADO COM ALTA POR CURA 52 DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL TERRITORIAL ESF PAVS: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARTICIPATIVA DE TERRITORIALIZAÇÃO 54 GRUPO DE MEMÓRIA: UMA PRÁTICA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL E CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO COLETIVO 56 RESOLUTIVIDADE DAS CONSULTAS DE ENFERAMGEM EM UMA UNIDADE BÁSICAS DE SAÚDE COM O MODELO DE AMPLIAÇÃO DO ACESSO AVANÇADO COMO PRINCIPAL FORMA DO ATRIBUTO ACESSO DE PRIMEIRO CONTATO 58 ENFRENTAMENTO DAS DCNT NO TERRITÓRIO DE ERMELINO MATARAZZO 61 SENSIBILIZAÇÃO DA GESTANTE PARA ADESÃO AO PRÉ-NATAL 63 ESTRATÉGIAS DE QUEM NÃO TEM ESF: O CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NO TERRITÓRIO POR UMA UBS DE MODELO “TRADICIONAL” 65 A VARIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO E DIABETES EM DOIS GRANDES DISTRITOS DA CIDADE DE SÃO PAULO, BRASIL, COM BASE EM DADOS COLETADOS ROTINEIRAMENTE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 67 BRINCAR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA COMO AGENTE TRANSFORMADOR DO COTIDIANO - UM APOIO AO NPV 69 REVISÃO DA LINHA DE CUIDADO PARA ATENÇÃO AOS CASOS DE TENTATIVA DE SUICÍDIO E AUTOAGRESSÃO NA COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NORTE-SMS-SP (CRSN) 71 ACOLHIMENTO, INTERVENÇÃO E MONITORAMENTO REALIZADO PARA PACIENTES PORTADORES DE TUBERCULOSE, UM DESAFIO ENCONTRADO PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA, FINALIZADO COM ALTA POR CURA 73 BEM ESTAR 75 AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE COMBATE AO TABAGISMO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 77 OFICINA DE GERAÇÃO DE RENDA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENFRENTAMENTO E PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 79 O COTIDIANO NO OLHAR DO PALHAÇO - UM ESTADO DE SER QUE AFETA E TRANSFORMA 81 APRIMORAR O OLHAR E O CUIDADO: O ATENDIMENTO ÀS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL NA COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NORTE-SMS-SP (CRSN) 83 O ESPAÇO É NOSSO: ATIVIDADES COLETIVAS INTEGRANDO O TERRITÓRIO TEMA: ATENÇÃO BÁSICA 85 PSICOFÁRMACOS DO EMPODERAMENTO A DESMEDICALIZAÇÃO: A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS DE FALA COM USUÁRIOS E PROFISSIONAIS SOBRE O PAPEL CENTRALIZADOR DOS PSICOFÁRMACOS NA ATENÇÃO BÁSICA 87 REDE, PENSAR 0 A 6 89 BANDA 60+ 91 OS DESAFIOS NA IMPLANTAÇÃO DA COMISSÃO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NUMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 93 VIVER SAUDÁVEL PREVENÇÃO, INTERVENÇÃO E MONITORAMENTO REALIZADOS PARA CRIANÇAS, UMA PARCERIA ENTRE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA, NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA E PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA QUE DEU CERTO 95 IMPACTO DAS CLASSIFICAÇÕES DE RISCO NA DEMANDA ODONTOLÓGICA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 97 ATENÇÃO BÁSICA 3
O AUMENTO EXPONENCIAL DOS INDICADORES QUALITATIVOS DE ACOMPANHAMENTO DO PRÉ-NATAL ATRAVÉS DA IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NA UBS PARELHEIROS 99 URSI MAIS PERTO 102 IMPLANTAÇÃO DA TAXONOMIA DE ENFERMAGEM CIPE® 104 PASSAPORTE PARA SAÚDE 106 ABORDAGEM NUTRICIONAL DA INTRODUÇÃO ALIMENTAR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 108 ESTIMULAÇÃO NEUROMOTORA 110 A IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO BÁSICA SOB A ÓTICA DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA 112 ESPAÇO KIDS 114 IMPORTÂNCIA DAS REDES DE APOIO NA SAÚDEMENTAL DOS ADOLESCENTES 116 CAPTAÇÃO PRECOCE DE GESTANTES BOLIVIANAS, NO PRIMEIRO TRIMESTRE, ATRAVÉS DA VISITA DOMICILIAR DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE 118 A VARIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO E DIABETES EM DOIS GRANDES DISTRITOS DA CIDADE DE SÃO PAULO, BRASIL, COM BASE EM DADOS COLETADOS ROTINEIRAMENTE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 120 DIAGNÓSTICO DE SÍFILIS UTILIZANDO TESTE RÁPIDO EM ATENDIMENTO DA SAÚDE BUCAL 122 A REDUÇÃO DO ACESSO INOPORTUNO DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (RUE) NA REGIÃO DE PARELHEIROS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO 124 #TÔNAREDE – A TECNOLOGIA TRANSFORMANDO REALIDADES 126 ANÁLISE DE GUIAS DE REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA DE PACIENTES ADMITIDOS EM SERVIÇO DE ESPECIALIDADES ADVINDOS DE UNIDADES DE SAÚDE DA SUPERVISÃO TÉCNICA DE SAÚDE DE M’BOI MIRIM 128 SENSIBILIZANDO A ATENÇÃO BÁSICA AO CUIDADO DA PESSOA IDOSA 130 SÃO VICENTE POTENCIALIDADES E VULNERABILIDADES DE UM TERRITÓRIO NO MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE: A EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO FERRAMENTA DE MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO E CUIDADO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA 131 CAMINHOS DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE), NO MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE – SP: O CUIDADO COMPARTILHADO ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO 133 SOROCABA RESTABELECENDO A SAÚDE BUCAL DE PACIENTES DOMICILIADOS, COM O USO DE EQUIPAMENTO ODONTOLÓGICO PORTÁTIL 135 EDUCAÇÃO EM SAÚDE E TRATAMENTO RESTAURADOR ATRAUMÁTICO: ESTRATÉGIAS EFICAZES DE PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL REALIZADAS EM DUAS CRECHES MUNICIPAIS DE SOROCABA 137 SUZANO DESAFIOS DA INFORMATIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA, A CONSTANTE BUSCA DA CORRETA PRODUÇÃO DAS INFORMAÇÕES EM SAÚDE 139 FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO PARA USUÁRIO DO SUS 142 PROCESSODE IMPLANTAÇÃO DEORTODONTIA PREVENTIVA E INTERCEPTATIVANA ATENÇÃOBÁSICA 144 O TRABALHO DO MUNICÍPIO DE SUZANO NA AMPLIAÇÃO DA OFERTA DE PRÓTESES DENTÁRIAS NA ATENÇÃO BÁSICA ATRAVÉS DO MATRICIAMENTO EM ODONTOLOGIA 146 UMA EXPERIÊNCIA DE ESCUTA INTERDISCIPLINAR AMPLIADA EM UBS, COMO ESTRATÉGIA DE POTENCIALIZAÇÃO DO CUIDADO 149 TABOÃO DA SERRA RELATO DE CASO: IMPACTO DO ACOMPANHAMENTO NUTRICIONAL NA PERDA DE PESO NO ADULTO 151 QUALI AB TABOÃO DA SERRA 153 ATENÇÃO BÁSICA 4
ANÁLISE DO ESTADO NUTRICIONAL E PRESENÇA DE DOENÇAS CRÔNICAS DOS PACIENTES ATENDIDOS PELA LINHA DE CUIDADO DO SOBREPESO E OBESIDADE NO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA 155 O ATENDIMENTO FONOAUDIOLÓGICO NO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR (PAD) 157 INTERVENÇÃO A GESTANTE EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE: RELATO DE CASO 159 I FÓRUM DE ATENÇÃO BÁSICA DA REGIÃO DOS MANANCIAIS: “A ATENÇÃO BÁSICA NA CONSTRUÇÃO DO SUS QUE QUEREMOS E MERECEMOS” 161 QUEBRA DE BARREIRAS ORGANIZACIONAIS PARA DISPONIBILIZAÇÃO E INSERÇÃO DO DISPOSITIVO INTRAUTERINO (DIU) EM UM SERVIÇO DE ATENÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA 163 ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 165 ACOLHIMENTO DE GESTANTES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: AUMENTO DA ADESÃO AOS GRUPOS DE GESTANTE NA UBS MARGARIDAS NO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA 167 O BRINCAR NO DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES COGNITIVAS “JOGOS, JOGOS DE TABULEIRO E OUTROS BRINQUEDOS” 169 A IMPORTÂNCIA DA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE PREVENÇÃO, INVESTIGAÇÃO E TRATAMENTO DA TUBERCULOSE 171 PERFIL NUTRICIONAL DOS PACIENTES CONVIVENDO COM HIV / AIDS, ADMITIDOS NA CLÍNICA DST E HEPATITES VIRAIS DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA 173 CAIXA ROSA: PEQUENAS IDEIAS QUE TROUXERAM GRANDES RESULTADOS NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE 176 JUNTOS E SEPARADOS: OLHAR DO MUNICÍPIO DE TAIUVA PARA O FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO E REGIÃO DE SAÚDE 178 TAIÚVA RESGATANDO A PUERICULTURA DENTRO DAS ESFS NO MUNICIPIO DE TAIUVA 180 TERRA ROXA NASF EM AÇÃO 182 UBATUBA GRUPO DE FAMÍLIAS GRÁVIDAS COM CRIANÇAS ATÉ 03 ANOS: UMA “TURBINADA” NO GRUPO DE GESTANTES EMPROL DA PRIMEIRÍSSIMA INFÂNCIA 184 ESTRATÉGIAS E SOLUÇÕES PARA A IMPLANTAÇÃO E EXPANSÃO DO E-SUS AB PEC NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE 186 MULTIPLICANDO CONHECIMENTO E INOVANDO AS AÇÕES DE SAÚDE NO TERRITÓRIO, TRABALHANDO A CONSTRUÇÃO COLETIVA E INTERSETORIALIDADE NO CUIDADO, ENVOLVENDO ATORES E ESPAÇOS DE ATUAÇÃO 188 VINHEDO AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE, ESTADO NUTRICIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SAÚDE 190 MUTIRÃO DE CADASTRAMENTO DA POPULAÇÃO DA ESF DR MEIRELLES – VINHEDO/SP 192 VIRADOURO INTRODUÇÃO DO PROTOCOLO PEDIASUIT NO SUS - PRIMEIRA INSTITUIÇÃO PÚBLICA A ADERIR O MÉTODO 194 VISTA ALEGRE DO ALTO GESTÃO DE FERIDAS CRÔNICAS E AGUDAS COM A IMPLANTAÇÃO DE CURATIVOS DE ALTA TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE VISTA ALEGRE DO ALTO 196 ATENÇÃO BÁSICA 5
VOTUPORANGA CAPACITAÇÃO DOS ENFERMEIROS PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE DE SNELLEN: PREVENÇÃO DE PATOLOGIAS OCULARES 199 A PROMOÇÃO DA SAÚDE ATRAVÉS DO PROJETO DE AULAS NA ACADEMIA DA SAÚDE EM VOTUPORANGA – SP 201 PREVENÇÃO DE TENTATIVAS DE SUICÍDIO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA 204 PROMOÇÃO DE SAÚDE E CIDADANIA EM UMA CASA DE PASSAGEM DE HOMENS MORADORES DE RUA NO MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA 207 “PROJETO MOVER-SE” - PRÁTICAS CORPORAIS E ATIVIDADE FÍSICA NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE 208 TERRITORIALIZAÇÃO: REORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS DE COBERTURA DAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA 210 A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SNELLEM DENTRO DA ATENÇÃO PRIMARIA EM SAÚDE JUNTO A SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE UM DETERMINADO MUNICÍPIO 212 ATENÇÃO BÁSICA - OUTRAS EXPERIÊNCIAS ANHUMAS A ESCUTA DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE ANHUMAS-SP 215 AURIFLAMA VOLEIBOL ADAPTADO COMO ALTERNATIVA NO INCENTIVO A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA NA ATENÇÃO PRIMARIA 217 CAMPINAS PROJETO ESTADUAL QUALIFICA AB: AMPLIANDO A EXPERIÊNCIA NAS REGIÕES DE SAÚDE (RS) DE BRAGANÇA E CIRCUITO DAS ÁGUAS. 219 ESTRELA D’OESTE COMBATE AO TABAGISMO: REDUÇÃO DOS DANOS CAUSADOS PELO USO DO TABACO 221 IRACEMÁPOLIS USO DE EMENDAS PARLAMENTARES COMO FERRAMENTA “DETECÇÃO DE HIPERTENSOS E DIABÉTICOS” 223 ITAJOBI ADOTE UM SEDENTARIO 225 MELHORIA DE ACESSO AO USUARIO NA SAUDE MENTAL 226 LINS PRIMEIRO SIMPOSIO DE AGENTES COMUNITARIOS DE GETULINA 229 PEREIRA BARRETO A RESPONSABILIZAÇÃO DA EQUIPE NA ADESÃO DO ATENDIMENTO EM SAÚDE BUCAL PARA CRIANÇAS DE 0 A 24 MESES NA UBS DA COHAB 231 PRAIA GRANDE TRATAMENTO RESTAURADOR ATRAUMÁTICO (ART) EM PACIENTE PORTADORA DE ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA) ASSISTIDA NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR (SAD) DO MUNICÍPIO DE PRAIA GRANDE/ SP: EXPERIÊNCIA DE SERVIÇO 233 ATENÇÃO BÁSICA 6
DIRETORIA DO COSEMS/SP (2019/2021) Presidente: Geraldo Reple Sobrinho - SMS São Bernardo do Campo 1ª Vice-Presidente: CarmemGuariente - SMS Araçatuba 2ª Vice-Presidente: Adriana Martins - SMS Guararema 1ª Secretária: Raquel Zaicaner - SMS Taboão da Serra 2ª Secretária: Luciana Arantes - SMS Batatais 1ª Tesoureira: Maria Dalva dos Santos - SMS Embu Guaçu 2º Tesoureiro: Wander Boneli - SMS Descalvado Diretor de Comunicação: Cristiane Gomes - SMS Paraguaçu Paulista Vogais: Amauri Toledo - SMS Caraguatatuba Ana Fernanda - SMS Capão Bonito Clara Carvalho - SMS Mogi Guaçu Edson Ap. dos Santos - SMS São Paulo Elaine Xavier - SMS Lucianópolis Lucimeire Rocha - SMS Santa Bárbara D’Oeste Márcia Reina - SMS Votuporanga Marco da Silva - SMS Nantes Maristela Santos - SMS Guaratinguetá Paula Terçariol – SMS Lavínia Ricardo Conti - SMS Lençóis Paulista Ricardo Leão - SMS Apiaí Ronaldo Gonçalves Junior - SMS Catanduva Sueli Melo - SMS Monte Alto Tiago Texera - SMS Jundiaí Comissão Organizadora da Mostra : Ana Lúcia Pereira Brigina Kemp Cleide Fernandes Campos Dirce Cruz Marques Lidia Tobias Silveira Márcia Marinho Tubone Projeto Revista Eletrônica: Claudia Meirelles Secretária Executiva Aparecida Linhares Pimenta Assessoria Técnica Brigina Kemp Claudia Meirelles Cleide Campos Dirce Cruz Marques Elaine Giannotti Lídia Tobias Silveira Marcia Tubone Maria Ermínia Ciliberti Mariana Alves Melo Assessoria de Comunicação Bruno Quiqueto Claudia Meirelles E-mail: comunicacao@cosemssp.org.br Projeto Gráfico Marcelo Cielo Editoração Eletrônica RS Press Foto de capa Getty Images Em março deste ano fomos surpreendidos com a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e por isto a 17º Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, atividade importante para o COSEMS/SP, foi suspensa, juntamente com o 34º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo. Passado o despontamento inicial por não podermos exibir os trabalhos no espaço da Mostra e promover a troca de experiências, como fazemos todos os anos, nos sentimos convocados a rever o universo dos 1146 trabalhos inscritos e refletir sobre o significado de experiências tão diversificadas do SUS municipal neste momento tão complexo como o contexto da COVID19. Deste total, 1114 trabalhos foram inscritos pelas equipes municipais e 32 trabalhos foram inscritos como outras experiências, modalidade também prevista no regulamento da Mostra. Ehoje, após esta imersão, onde nasce a proposta para a confecção das revistas eletrônicas, acreditamos que as experiências descritas nos trabalhos representam o alicerce com o qual os gestores e equipes municipais contaram para organizar a Rede de Atenção à Saúde, para garantir o enfrentamento da COVID19. Assim, convidamos a todos, como primeira leitura, mergulharem no universo das diferentes experiencias vividas na Atenção Básica, retratadas nos Trabalhos inscritos na Mostra e compartilhadas nestas primeiras Revistas Eletrônicas sobre AB. Os Trabalhos aqui apresentados, demostram, de forma viva e real, uma Atenção Básica que deve ser responsável pela cuidado integral à saúde e que reconhece o território, como espaço dinâmico, complexo e singular, cujas ações da AB, de forma organizada e resolutiva, terão impacto nas condições de vida da população que lá reside. Vínculo, escuta qualificada, trabalho em equipe, acolhimento ao usuário e outros dispositivos fundamentais para ampliação do acesso com qualidade e de forma humanizada, estão presentes nos relatos. Reconhecerão uma Atenção Básica potente, com novas estratégias de organização e novos arranjos de trabalho, que reinventamcotidianamenteapráticanasUnidadesBásicas deSaúde, no atendimento individual e coletivo, e com ações intersetoriais e na comunidade. Dão visibilidade à atuação e compromisso dos trabalhadores da Saúde com o Cuidado e que atendem as reais necessidade de saúde. Boa leitura a todos! PREFÁCIO ATENÇÃO BÁSICA 7
Este ano, como já é do conhecimento de todos, fomos obrigados a adiar o 34º Congresso do COSEMS/SP por conta da COVID 19 no Brasil e no estado de São Paulo, onde continua acumulando, em números absolutos, o maior número de casos no país. O tema do nosso Congresso era COSEMS/SP – 32 ANOS EM DEFESA DO SUS, quando pretendíamos debater o papel da entidade no processo de construção do SUS nos municípios do estado de São Paulo. Neste momento, já estamos retomando a organização do congresso, adiado para março de 2021, primeiro ano de novas gestões municipais, o que nos dá mais responsabilidade na defesa incondicional do SUS. Com certeza, o próximo Congresso vai evidenciar a força viva do SUS, construída no cotidiano da gestão e dos serviços de saúde. Continuaremos trabalhando e lutando pelo SUS que acreditamos, aquele que se faz de no debate democrático e na construção de consensos, com financiamento justo, participação e com muitos aprendizados e ensinamentos. Mostraremos, mais uma vez que mesmo em situações tão adversas, como a que estamos vivenciando em 2020 por conta da necessidade de enfrentar a COVID19, o SUS é capaz de se reinventar no território municipal. Quanto à 17ª Mostra de Experiências Exitosas, que também não foi possível acontecer, a primeira avaliação dos trabalhos trouxe mais uma vez o que nos surpreende a cada ano: a organização capilar e cotidiana da rede de atenção à saúde no ESP, com experiências que revelam o quanto as equipes de saúde são capazes de produzir com o objetivo de garantir o cuidado integral a população do nosso Estado. Este ano, foram inscritos 1146 trabalhos, o que representa um recorde numérico em relação aos anos anteriores. E isto, não poderia passar despercebido pela Diretoria do COSEMS/SP! Como reagir à enorme frustação de não possibilitar à experiência de vermos centenas de pessoas transitando e conversando sobre as sua experiências na construção do SUS e encerrar o processo com a premiação David Capistrano e com as Menções Honrosas? Daí a nossa decisão de publicar todos os trabalhos inscritos na 17ª Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, por meio de edições especiais, que demonstram o engajamento e o compromisso dos gestores municipais e dos trabalhadores da saúde para ofertar o SUS que a população merece. Seguramente, estas revistas carregam o DNA do SUS! Um orgulho para nós, que representamos os municípios paulistas na defesa do SUS! Geraldo Reple Presidente do COSEMS/SP, SMS de São Bernardo do Campo e Membro do Comitê de Contingência do Governo do Estado de SP PALAVRA DO PRESIDENTE DO COSEMS/SP ATENÇÃO BÁSICA 8
MATRICIAMENTO ESCOLAR “A INTEGRAÇÃO ENTRE APS E EDUCAÇÃO COMO POTENCIALIZADORA NO CUIDADO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO TERRITÓRIO” Autores: Simone Divina Fernandes, Daniela Geraldo Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A partir da compreensão de que uma ação intersetorial, uma parceria, existe namedida emque “ambas as partes envolvidas trabalham juntas para atingir um objetivo comum, resultando em benefícios para todos”, (ROCHA, 2008). É recorrente na Atenção Básica (AB) encaminhamento de escolares comasmais diversas queixas e demandas. No território da UBS Alto do Umuarama os encaminhamentos de alunos com queixas escolares aconteciam de forma desqualificada e sem referência entre escola e serviço de saúde. O que foi potencializado, com o aumento de crianças com esse tipo de demanda. OBJETIVOS Alinhar equalificar os encaminhamentosAmpliar espaços dediscussãoentreescola eunidadede saúde. METODOLOGIA No inícionosegundosemestrede2019, foramrealizadasvisitasàsEscolasdoterritóriodeabrangênciada UBSAltodoUmuaramapelaFonoaudiólogaSimoneFernandesdoNASF. Asunidadesdeensinovisitadas foram: CEI BELEZINHA II; CEI JD UMUARAMA; EMEI LUIZ DA CAMARA CASCUDO; EMEI GUIOMAR PICCINALLI; EMEF LEVI DE AZEVEDO SODRÉ; EE PROFMOACYRDE CASTRO FERRAZ; EE FERNANDO GASPARIAN. Durantes as visitas foi apresentadoaosCoordenadoresPedagógicos eDiretores aproposta de encontros presenciais trimestrais na UBS, para abordagem de temas relacionados às necessidades escolares e para o alinhamento dos encaminhamentos e discussão conjunta de casos pontuais. No primeiro encontro em maio foi realizada uma apresentação sobre Atenção primária a Saúde (APS) e Redes deAtenção àSaúde (RAS) e de que formas se articulamcomaEducação. Tambémfoi apresentado e validado um questionário dirigido e elaborado pela Fonoaudióloga para ser utilizado como ferramenta padronizada de encaminhamento da ESCOLA para a UBS e da UBS para a Escola. O segundo encontro em Agosto teve com o tema a "A abordagem familiar", com a participação de um psicólogo convidado, que abordou questões como: Relacionamento Família/Escola; Comunicação Efetiva; Suporte; Empatia; Competência Cultural e Escuta Qualificada, além do esclarecimento e diferenciação a cerca do papel de cada seguimento SAÚDE/ESCOLA. O terceiro encontro em Novembro o tema foi " Bullying e Violência Escolar”, conduzido pela Fonoaudióloga e Psicóloga NASF, foi abordado: O conceito; O preconceito; Formas de identificação; Formas de intervenção/prevenção; O olhar para o agredido e para o agressor; O acolhimento; AEscola como agente transformar demudança. Emtodos os encontros foramdiscutidos casos pontuais trazidos pelas escolas. Os representantes das escolas que participaram dos encontros foram os encontros coordenadores pedagógicos e diretores. E a proposta é de sejam multiplicadores dos conteúdos discutidos nos encontros para os outros membros da equipe da escola. ATENÇÃO BÁSICA 9
RESULTADOS Oprojeto ainda está emexecução, porémcomos 3 encontros já realizados foi possível observar algumas melhoras no que refere a via de comunicação das Escolas com a UBS. A construção, padronização e aplicação do questionário, qualificaram a compreensão dos casos e a construção do cuidado. Além de qualificar a prática assistencial das equipes, favorecendo a integralidade e longitudinalidade. E o espaço de troca, educação permanente e discussão de casos trouxerammais resolutividade aos casos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Observamos que houve melhora da comunicação, encaminhamento e resolutividade dos casos compartilhados entre escolas e unidades de saúde. A reorientação dos serviços de saúde para além de suas responsabilidades técnicas no atendimento clínico, para oferecer uma atenção integral. Em 2020 continua o desafio de fazer cumprir o papel de Intersetorialidade e a garantia desse espaço de troca e continuidade da participação da equipe escolar, ESF e NASF. ATENÇÃO BÁSICA 10
ESTUDO QUANTITATIVO DO TRATAMENTO RESTAURADOR ATRAUMÁTICO NA SAÚDE PÚBLICA Autores: Monique Alves Delazari Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O ART consiste na remoção de cárie e selamento das cavidades sem a necessidade de instrumentos rotatórios, anestesia e cadeira odontológica. A técnica é sugerida pelo SUS para escolares e locais de difícil acesso. OBJETIVOS Quantificar o total de crianças atendidas nos espaços escolares, procedimentos realizados, total de tratamentos concluídos e/ou encaminhados para UBS. METODOLOGIA As ações foram realizadas em escolas da zona Sul de São Paulo, em escolares de 0 a 11 anos. Foram executadas por equipes de saúde bucal compostas por 3 dentistas, 3 auxiliares de saúde bucal e 2 técnicos de saúde bucal. Foram avaliados 1672 alunos que participaram de atividades de educação em saúde, 2 escovações supervisionada e 7 aplicações tópicas de flúor para as crianças de alto risco de cárie. Além disso foram distribuídos kits contendo escova de dente, creme dental e fio dental. Nos espaços escolares as salas foram adaptadas para atendimento com mesas e colchonetes. O material utilizado para as restaurações e selantes foi o cimento de ionômero de vidro e uso de instrumentos manuais. RESULTADOS Dos alunos avaliados, 321 foram indicados para o ART e 289 foramatendidos representando 90,03%dos indicados. 103 crianças concluíramo tratamento odontológico no espaço escolar, representando 35,64% dos atendidos e 186 foramencaminhadas para UBS, representando 34,36%dos atendidos. No total, 1137 dentes foram restaurados e 242 selados. CONSIDERAÇÕES FINAIS Realizar o ART nas escolas contribui ao reduzir o tempo de cadeira; estagnação no processo de cárie, diminuindo assim o risco de processos agudos e procedimentos mais complexos como endodontias e exodontias; minimiza a ansiedade da criança em relação ao atendimento; é de fácil realização e baixo custo; possibilitando assim o acesso de crianças que, muitas vezes, não são levadas à UBS para tratamento odontológico. ATENÇÃO BÁSICA 11
TERRITORIALIZAÇÃO PARA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM REGIÃO CENTRAL DE SÃO PAULO: DESAFIOS E POTENCIALIDADES Autores: Ana Carolina Albiero Leandro da Rocha Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O modelo de Estratégia de Saúde da Família é baseado na adscrição do território. A UBS Brás é uma unidade básica de Saúde mista, possui três equipes de Estratégia de Saúde da Família, uma equipe de Consultório na Rua e UBS Tradicional, atendendo cerca de 27.000 pessoas. Em 2019, iniciou-se um processo de levantamento de informações do território após constatação que na área de abrangência de Estratégia de Saúde da Família existiam ruas e espaços sem cobertura. As equipes de Saúde da Família estavam organizadas em áreas de comércio, alta rotatividade e com um número de domicílios superior ao preconizado, dificultando as ações de promoção à saúde e de responsabilidade sanitária do território. OBJETIVOS Redefinir a adscrição do território atendido pelas Equipes de Estratégia de Saúde da Família e UBS Tradicional da UBS Brás, a fim de garantir a cobertura efetiva dos programas de atenção básica. METODOLOGIA Trata-se de um relato de experiência das ações realizadas pelas Equipes de Estratégia de Saúde da Família da UBS Brás a fim de reorganizar o território adscrito. RESULTADOS A fim de compreender as necessidades, dificuldades e potencialidades do território, iniciou-se o processo com realização de visitas compartilhadas entre Agentes Comunitários de Saúde e gestão do serviço. Identificou-se que a maior parte dos domicílios do território de Estratégia de Saúde da Família não eram cadastrados e que muitos usuários, apesar de residentes da área de ESF eram atendidos pela UBS Tradicional. Esse diagnóstico foi apresentado para Supervisão Técnica de Saúde Mooca/ Aricanduva e SPDM durante a reunião de planejamento da Atenção Básica de 2019, evidenciando que apesar da cobertura populacional de 30% de Estratégia de Saúde da Família, a cobertura do território geograficamente correspondia a cerca de 90%. Devido à delimitação geográfica e populacional extensa, os Agentes Comunitários de Saúde não realizavam busca-ativa para cadastro. Assim, os usuários compareciam até a unidade, solicitavam os cadastros e aguardavam a visita no domicílio. As equipes de Saúde da Família da UBS Brás são numeradas em 4031, 4032 e 4033. Para avaliação e diagnóstico do território, levantou-se o número total de domicílios em comparação ao número de famílias cadastradas de cada área, bemcomo ummapa atualizado da configuração geográfica e pontos demaior vulnerabilidade e potencialidade de cada microárea. Em abril de 2019, a ESF 4031 possuía cerca de 1110 famílias cadastradas, porém em seu território adscrito residiam outras 2215 famílias sem cadastro. O território é caracterizado por zonas de alta rotatividade, como pensões de passagem de imigrantes e ATENÇÃO BÁSICA 12
áreas de invasão, o que dificultava o seguimento e acompanhamento a longo prazo das famílias. A ESF 4032 apresentava um extenso território de lojas e confecções do Brás. Uma das Agentes Comunitárias de Saúde realizava a cobertura e responsabilidade sanitária de 28 ruas, sendo que 18 delas possuíam menos de 10 famílias residentes. Esse território vemperdendo imóveis residenciais e emcontrapartida, aumentando o número de lojas e shoppings. No momento da ação de diagnósticos, apresentava-se com 1090 famílias cadastradas e 1000 sem cadastro, porém de difícil acesso por tratar-se de trabalhadores quenãoseencontramnodomicílioduranteohoráriodefuncionamentodaUBSeestaremmuitodispersas em um território amplo e de caracterização comercial. Por sua vez, a ESF 4033 era responsável pela área de abrangência da UBS entre o Viaduto do Gasômetro e da Rangel Pestana, sendo o limite norte a Zona Cerealista, oeste a Rua da Figueira, leste a linha do Trem e sul a Avenida Alcântara Machado (mapa 1). (Mapa 1) Possuía aproximadamente 1200 famílias cadastradas e possibilidade de cadastro de mais 5000 famílias, com perfil de residência e usuários do serviço de saúde. O território por sua vez possui diversos empreendimentos imobiliários, COHAB, Minha Casa Minha Vida e outras configurações que facilitam o seguimento das famílias por terem menor rotatividade. Assim foi sugerido pela equipe da UBS, que a cobertura da ESF fosse revista no território. Foi designada uma comissão interna com Agentes Comunitários de todas as equipes para confecção dos novos mapas de área de abrangência das equipes de Estratégia de Saúde da Família. Em junho de 2019, apresentou-se uma proposta de nova divisão para área de abrangência da UBS Brás, onde a cobertura das Equipes de Estratégia de Saúde da Família foi alocada no território anteriormente atendido pela ESF 4033, com anuência da Supervisão Técnica de Saúde e Coordenadoria Regional de Saúde. Em julho de 2019 iniciou-se um processo de transição dos cadastros entre UBS Tradicional e ESF que se estende até o presente momento. Nos meses seguidos ao processo de territorialização, a cobertura vacinal das crianças menores de um ano aumentou de 77% para 95% e do acompanhamento de gestantes com exames e procedimentos básicos e 7 consultas de Pré-Natal de cerca de 55% para 70%. Em janeiro de 2020 as Equipes de Estratégia de Saúde da Família apresentavam 2165 famílias e 5840 pessoas cadastradas, correspondendo a cerca de 61% da capacidade de cadastro das equipes. CONSIDERAÇÕES FINAIS Sendo assim, apesar dos desafios em redefinir todo o território de abrangência de uma Unidade Básica deSaúde localizada emuma região central deSãoPaulo, entende-se que para umfuncionamento efetivo da Estratégia de Saúde da Família e ações de Atenção Básica, é necessária a organização do território e dos fluxos de acesso, acolhimento e cadastro dos usuários no serviço de saúde. ATENÇÃO BÁSICA 13
OFICINA DE GERAÇÃO DE RENDA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENFRENTAMENTO E PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Autores: Adrielle Sales Cordeiro Luttig , Edna Rosa Celes Luiz Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Estima-se que no Brasil uma a cada cinco mulheres não possui vínculo trabalhista para poder se dedicar exclusivamente aos afazeres domésticos, aos filhos ou aos cuidados de algum parente. Além do mais, a taxa de participação das mulheres na força de trabalho é bem inferior à dos homens, 52.9% e 72.0%, respectivamente (IBGE, 2018). A condição desfavorável da mulher no mercado de trabalho pode colocá-la em outra situação de risco: a dependência financeira de um parceiro abusivo. Mais da metade das mulheres vítimas de violência (52%) não denuncia o autor do crime — que em 39% dos casos são parceiros ou ex-parceiros da vítima. Inclusive, 42% desse tipo de violência ocorrem na casa da vítima (DATAFOLHA; FBSP, 2019). A dependência financeira do agressor é apontada como um dos grandes motivos das vítimas recuarem em suas denúncias e se manterem na situação de abuso (CORDEIRO, 2019). Quando a mulher alcança a independência financeira, as chances de sofrer violência doméstica são reduzidas (CERQUEIRA et al, 2019). Resultados mais consistentes são possíveis quando realizados trabalhos em grupos.É possível vivenciar a cooperação e fortalecimento de vínculos entre os membros, além de ser um caminho para a participação na defesa e conquista de direito (SIQUEIRA, 2008). Neste sentido,o objetivo principal das ações em grupos é o trabalho de educação em saúde, como o empoderamento, o desenvolvimento da autonomia, a participação e a corresponsabilização dos usuários (BRASIL, 2014). A proposta grupal com as mulheres do território carrega como diretriz a tarefa de troca de experiências, aprendizagem, construção e fortalecimento de vínculos, e orientações/apontamentos dos direitos. OBJETIVOS Estimular a independência financeira em mulheres do território inativas no mercado de trabalho, em situação de violência doméstica e/ou vulnerabilidade social. METODOLOGIA A ação foi desenvolvida pela Unidade Básica de Saúde do Jardim Thomas e foi realizada em um equipamento social do território. A ação teve como público-alvo prioritariamente mulheres em situação de violência doméstica e/ou em vulnerabilidade social e também mulheres inativas no mercado de trabalho. Foram realizadas, no ano de 2019, duas oficinas de geração de renda com temáticas populares nomercado. Aprimeiraaconteceunomêsdemarço, emproximidadeàpáscoa, como tema: “Brigadeiros Gourmet”. A segunda aconteceu em novembro, em proximidade ao natal, com a temática: “Panetones Trufados”. As oficinas foramministradas pela nutricionista da unidade com apoio da assistente social e de terapeutas ocupacionais. Foidebatido durante a reunião de matriciamento entre a equipe do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) e equipes de Saúde da Família (ESF) sobre o perfil de mulheres ATENÇÃO BÁSICA 14
que deveriamser convocadas. Foramdistribuídos dois convites pormicro área, totalizando 60 convites, e as Agentes Comunitárias de Saúde selecionarame convidaramo público durante a visita domiciliar. Nas oficinas, além do aprendizado prático sobre o preparo do produto, também foram trabalhados outros pontos importantes para a execução da atividade, como: boas práticas de manipulação de alimentos, qualidade da matéria-prima, pontos de venda da matéria-prima, precificação do produto, pontos de venda e estratégias para vendas no varejo e atacado. Compreendendo as transformações no contexto do trabalho e as expressões da questão social que tem impactado no processo de saúde-doença-cuidado dos sujeitos, as ações no âmbito social foram baseadas em promover à garantia de direitos/cidadania através do estimulo de diálogo e escuta; Incentivo de troca de novas de experiências e aprendizagens; Promoção ao fortalecimento de vínculos; Orientações sobre formas de contribuição ao programa da Previdência Social e os seus benefícios, orientação sobre os programas sociais e o benefício assistencial. RESULTADOS Das 60 mulheres convocadas para cada oficina, apenas 8 compareceram na primeira sessão e 10 na segunda, totalizando 18 participantes. Das 18 mulheres atendidas, uma estava em situação de violência doméstica, 10 em vulnerabilidade social e 7 inativas nomercado de trabalho. Até o último levantamento, em dezembro de 2019, 4 mulheres haviam iniciado a venda dos produtos ensinados nas oficinas, sendo uma delas a vítima de violência doméstica, que se empoderou com a atividade e deixou de conviver com o agressor. CONSIDERAÇÕES FINAIS A participação nas oficinas não se faz unicamente pelo desejo emdesenvolver novas habilidades e gerar renda. Muitas utilizam o espaço de forma terapêutica para trocas de experiências e fortalecimento do vínculo interpessoal. Ainda é necessário identificar os fatores que levam à baixa adesão na participação das oficinas e também as dificuldades encontradas para que as participantes iniciem a atividade. Entretanto, os casos exitosos devem ser comemorados e reconhecidos na sua importância como meio de inspiração para as mulheres e para continuidade do trabalho. Referências Bibliográficas BRASIL.MinistériodaSaúde.SecretariadeAtençãoàSaúde.DepartamentodeAtençãoBásica:Cadernos de Atenção Básica, n. 39. Núcleo de Apoio à Saúde da Família – Volume 1: Ferramentas para a gestão e para o trabalho cotidiano. Brasília, 2014. CERQUEIRA, Daniel; MOURA, Rodrigo; PASINATO, Wânia. Participação no mercado de trabalho e violência doméstica contra as mulheres no Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA. Rio de Janeiro, 2019. CORDEIRO, Débora Cristina da Silva. Por que algumas mulheres não denunciam seus agressores? CSOnline – Revista Eletrônica de Ciências Sociais. Juiz de Fora, 2018. DATAFOLHA; FBSP - FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil. 2ª Edição. Brasil, 2019. IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Síntese de Indicadores Sociais. Uma análise das condições de vida da população brasileira. Brasil, 2019. ATENÇÃO BÁSICA 15
INCIDÊNCIA DE ÓBITOS INTRASSERVIÇO EM UNIDADES DE REDE ASSISTENCIAL DOS DISTRITOS ADMINISTRATIVOS DO JARDIM ÂNGELA E CAPÃO REDONDO, SOB GERENCIAMENTO DA OS CEJAM. Autores: Graziella Mestres Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A Comissão de Revisão de Óbitos (CRO) é indispensável para o estudo epidemiológico dos óbitos nos Serviços de Saúde, além de permitir a correção e aprimoramento de deficiências ocorridas na assistência ao paciente, sendo que a revisão de óbito é um importante instrumento de controle de qualidade nas instituições hospitalares. Deve ser implantada obrigatoriamente em hospitais, devido ao estudo individualizado dos óbitos ocorridos nos mesmos, é o que diz o parecer número 04/2013 do CFM e a Resolução CREMESP Nº 114/2005. A interface e trabalho conjunto entre o Serviço de Verificação de óbito e o Instituto Médico Legal Sul, propiciou um trabalho resolutivo, com informações fidedignas para análise e intervenções mais assertivas na assistência. OBJETIVOS Esse trabalho tem como objetivo, apresentar os resultados da análise descritiva e quantitativa das causas dos óbitos intrasserviço após a instituição da Comissão de Revisão de Óbitos da OS CEJAM, que gerencia os serviços de saúde nos distritos do Capão Redondo e Jardim Ângela, em São Paulo. METODOLOGIA Trata-sedeestudodescritivo,comapresentaçãoderelatodecasosobreaimplantaçãoeoperacionalização da Comissão de Revisão de Óbito institucional, onde no ano de 2018, implantou-se a comissão com um total de 15 membros. Sua finalidade consiste em analisar os óbitos de pacientes ocorridos nas unidades dos territórios de abrangência do Contrato de Gestão R005-2015 da OS CEJAM, pormeio de instrumento padronizado para verificação e análise dos óbitos intrasserviço, houve a auditoria dos prontuários, em 100% dos casos nos serviços de ocorrência. RESULTADOS Com os resultados obtidos nas análises e verificações, o primeiro resultado obtido foi o panorama epidemiológico dos territórios, os quais tornarammais claros frente às necessidades de ações, visando a melhoria no acompanhamento das doenças crônicas e atendimento de urgência e emergência. Houve também a consolidação da CRO OS CEJAM, com a implantação de ferramenta padronizada e operacionalização das análises em 100% dos óbitos. As causas mais relevantes evidenciadas foram: as doenças cardiovasculares e intoxicações exógenas por drogas ilícitas, abrangendo quase todas as faixas etárias. A unidade PAMacedônia, foi onde houve amaior ocorrência de óbitos, e há que se considerar sua localização, próximaadivisa comoutrosMunicípios, comamplautilizaçãodestapopulaçãopelaUnidade. Também, foi encontrado consolidado perfil de atendimento voltado para urgências e emergências. ATENÇÃO BÁSICA 16
Outro fato importante foi que a ocorrência de óbitos nos serviços de atenção primária, aumentaram no ano de 2019, o que pode representar a maior busca da população em todas as situações “a porta de entrada do sistema”. A faixa etária de 55 aos 65 anos, são as mais prevalentes, não menos importante o dado de óbitos em menores de 1 ano, dentro as principais causas a asfixia mecânica e desidratação grave. Seguindo a tendência encontrada em todo o município de São Paulo, as causas de óbito devido a complicações cardiopulmonares, seguido de intoxicação exógena por entorpecentes são as mais prevalentes nos serviços de saúde gerenciados pela CEJAM OS. É necessário o aperfeiçoamento dos protocolos de prevenção para os agravos crônicos, a saber diabetes e hipertensão para mitigação dos riscos de óbitos evitáveis por estas causas. Campanhas de esclarecimentos e acesso a população aos serviços de saúde mental poderão ser enfatizados para combater este cenário complexo de uso de entorpecentes, que já aparece em posição preocupante de segunda causa de óbito nas Unidades de Urgência e Emergência nestes territórios. CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho contínuo da equipe assistencial e a divulgação das informações epidemiológicas no território, sensibilizaumolharcuidadosoparaascausasmaisprevalentes identificadas.ComaComissãoderevisão de óbito ativa e atuante, identifica fatores modificáveis ou não modificáveis na busca de atendimento efetivo, resolutivo e com caráter informativo fundamental para atender as necessidades de saúde da população dos DA de Jardim Ângela e Capão Redondo. ATENÇÃO BÁSICA 17
OFICINADAMEMÓRIA: ESTIMULANDOAMEMÓRIAECOGNIÇÃODAPESSOA IDOSA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE SÃO MATEUS (SP) Autores: Marilene Ferreira Baleeiro , Deborah Teles Nogueira de Oliveira , Rosenilda Francisca Barbosa Sérgio , Patricia Stéfani Sousa , Ricardo Vitorino Marcos Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Como aumento da população idosa e a crescente demanda de serviços destinados a essa população, foi observado à necessidade de programar políticas públicas na atenção primária para garantir à promoção eaatenção integral asaúdedapessoa idosa.Dessa forma, iniciou-seumprocessonaatençãobásicacom a implantação dos Nossos Idosos, procurandomelhorar o acesso do idoso a diversos serviços ofertados pela unidade básica de saúde. A partir disto foi observado no território da Unidade Básica de Saúde Recanto Verde Sol, o aumento do número de consultas médicas com queixas recorrentes de diminuição da memória, dores crônicas e aumento de idosos depressivos. Assim foi desenvolvido o grupo Oficina da Memória, com a participação de uma equipe multiprofissional, para atendimento integral para os idosos, como desenvolvimento de diversas atividades para trabalhar amemória e cognição e tambéma realização de práticas integrativas a saúde como (PICS), para melhora na dor crônica. OBJETIVOS Estimular através de exercícios e atividades a memória e cognição da pessoa idosa, e com isso proporcionar uma melhora em sua saúde mental e física, devolvendo autonomia no cotidiano e consequentemente melhora na qualidade de vida METODOLOGIA É perceptível a melhora e o desenvolvimento da memória e cognição dos idosos. A partir das atividades realizadas percebemos que os idosos conseguem recuperar memórias do cotidiano como datas, o dia o mês e o ano que estamos, conseguem recuperar um pouco das memórias afetivas como datas de aniversários de familiares e amigos, datas de ocasiões especiais e memória fotográfica como histórias da infância e adolescência. Os participantes relatam tambémmelhoras nas dores e tambémdiminuição da ansiedade devido à auriculoterapia empregada durante as sessões do grupo. RESULTADOS Estimular a memória é melhorar a qualidade de vida da pessoa idosa e com isso se recupera a autonomia de realizar atividades simples como também as mais complexas em seu cotidiano. A atividade desenvolvida para os idosos na Unidade Básica de saúde auxilia não somente na estimulação da memória, mas também proporcionar ao idoso um envelhecimento mais saudável, bem como obter controle das doenças predominantes nessa população. Portanto, o grupo Oficina da Memória fortalece a importância da promoção da saúde dos idosos, por meio do estímulo à socialização, à integração, autonomia e independência dos idosos. ATENÇÃO BÁSICA 18
CONSIDERAÇÕES FINAIS Desenvolver práticas que beneficiem os usuários da terceira idade é imprescindível já que de fato esse público é crescente, por isso se faz necessário articular estratégias que possibilitem o aumento da autonomia para esses usuários que circulam pelos serviços de saúde, assim o grupo da memória passou a ser uma das estratégias para acolher e ampliar essa possibilidade de cuidado. Referências Bibliográficas 1 - Brasília - DF. 2006. ENVELHECIMENTO. E SAÚDE. DA PESSOA IDOSA ... (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 19). 2 - https://revistas.pucsp.br/kairos/article/ view/18998/14150, acesso em 11/02/2020 ás 18:52 horas 3- http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0080-62342005000100002&lang=pt, acesso em 11/02/2020 ás 19:02 horas 4 - https:// scielosp.org/article/icse/2007.v11n22/271-280/, acesso em 11/02/2020 ás 19:41 horas. ATENÇÃO BÁSICA 19
DOUBLECHECK EM SAÚDE BUCAL Autores: Thais Paragis Sanchez, Danielle Borchardt, Flavio Luis Osorio Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O procedimento da dupla checagem na área da saúde é a conferência de um dado procedimento pelo mesmo profissional duas vezes, ou por dois profissionais. Essa é uma das estratégias que objetivam minimizar erros assistenciais maximizando a segurança ao paciente (Watcher, 2010). Após a ocorrência de acidente biológico na UBS Jd. Das Palmas com uma colaboradora terceirizada da faxina, que ao torcer um pano, perfurou-se com uma lima endodôntica que havia caído no chão sem que ninguém percebesse, o time de Segurança Local se reuniu e pensou em estratégias para mitigar riscos de acidentes. ODoublecheck emsaúdebucal foi pensado como intuitode criar ummecanismode contagem dos insumos e instrumentais durante os procedimentos odontológicos a fim de evitarmos acidentes biológicos. OBJETIVOS Zerar acidentes biológicos na saúde bucal. Atingir 100% de conformidade nos preenchimentos dos checklist pré e pós procedimentos. METODOLOGIA Foi criado impresso contendo lista de instrumentais utilizados nos procedimentos endodônticos, que fosse preenchido após a montagem da mesa clínica (antes do procedimento) e ao fim do procedimento. Para tal, estabeleceu-se fluxo de preenchimento com a equipe de saúde bucal e conferência dos impressos. Para avaliar possível impacto no tempo de atendimento, foi feita medida de tempo gasto compreenchimento. O indicador utilizado foi a relação dos checklists pré procedimentos x checklist pós procedimentos conformes. RESULTADOS Observou-sequeestapráticadesegurança facilmente incorporadaàrotinadaequipe, semquehouvesse impacto no tempo das consultas compreenchimento dos checklists (média de 00:21,14 segundos no pré procedimento e 00:18,00 no pós procedimento). Não tivemos acidentes biológicos nem intercorrências desde o início da aplicação dos checklists. Assim, planejamos a expansão do instrumento a outros procedimentos na saúde bucal. CONSIDERAÇÕES FINAIS As alterações realizadas foram incorporadas facilmente à rotina das equipes de saúde bucal sem que houvesse interferênciano tempodas consultas. Houvecontroledos intrumentaispréepósprocedimento (dupla checagem) mitigando riscos de acidentes biológicos durante os procedimentos. Além do fortalecimento da Cultura de Segurança, umas das premissas da Instituição, que é o “Dano Zero”. ATENÇÃO BÁSICA 20
GRUPO DE ESTIMULAÇÃO NEUROMOTORA PARA ADEQUAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS DE IDADE Autores: Daniel Eduardo Pedro, Aurea Maria Vaccaro Instituição: Fundo Municipal de Saúde Município: São Paulo CIR: São Paulo Endereço: Rua General Jardim Telefone: 33972033 Celular: 931398875 Email: afastcursoscongressos@prefeitura.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Considerando a evolução no tratamento de recém-nascidos pré-termos e de crianças com diversas necessidades especiais, há hoje na rede pública do município de São Paulo, uma estrutura maior de reabilitação, para esta população. Assim, o grupo de técnicos especialistas da equipe NASF da UBS Gaivotas e Cantinho do Céu, região da Supervisão de Saúde da Capela do Socorro, administrada pela Associação Saúde da Família, criou um Grupo de Estimulação NeuroPsicoMotora Precoce, coordenado pelo Fisioterapeuta Daniel Eduardo Pedro e Médica Pediatra Aurea Maria Vaccaro. OBJETIVOS Grupo de Estimulação do desenvolvimento neuropsicomotor para crianças de 0 a 3 anos de idade com atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor. O grupo consiste em orientações gerais aos pais e cuidadores e de técnicas fisioterapêuticas para adequar o desenvolvimento neuropsicomotor dessas crianças de acordo com as suas respectivas idades. METODOLOGIA Reunimo-nos, por duas horas, a cada quinze dias, no espaço cedido pelo Parceiro “Céu-Navegantes”, para a realização deste Grupo. As crianças, que são cuidadas por estas UBSs que apoiamos, participam destes grupos. As orientações consistem em orientações específicas de cada técnico especialista desta equipe NASF e de técnicas fisioterapêuticas, que visam adequação das condições do desenvolvimento neuromotor destas crianças RESULTADOS Observamos que este apoio precoce e a inserção imediata dessas crianças, após a identificação das necessidadesdeadequaçõesneuromotoras, têmtrazidograndescontribuiçõesparaestascrianças, bem como o acolhimento e apoio aos seus familiares, nas diversas esferas de profissionais que compomos. Além ainda, da contribuição pessoal, social e psicológica para as mesmas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nossa média de atendimento são dez crianças por grupo, acompanhada por seus responsáveis, que esclarecem dúvidas, valorizam o progresso da criança e acreditam cada vez mais no potencial das mesmas. ATENÇÃO BÁSICA 21
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