Vigilância em Saúde

RESULTADOS Para análise geral dos dados, os participantes foram classificados como "Aprovados", representado por todos os alunos que finalizaram as provas e obtiveram 60% de acerto. Na capacitação dos profissionais e clientes do setor de beleza foram capacitadas 50 pessoas. Já na capacitação dos manipuladores de alimentos, o total de alunos no primeiro dia do curso (01 de agosto de 2019) foi de 23 participantes de três cidades diferentes (Orindiúva, Tabapuã e Guapiaçu). O número de participantes do primeiro dia superou as expectativas; justifica-se, talvez, por ser iniciativa nova na região e sem custo para os participantes. Em quinze dias houve um aumento de 49 participantes, totalizando 72 participantes de 28 cidades diferentes. Através dos resultados observou-se que houve um aumento de 213% de participantes de diferentes cidades do estado de São Paulo, entre os dias 01 de agosto e 12 de setembro de 2019. Até o dia 29 de fevereiro de 2020 foram capacitados 150 participantes nas duas capacitações on-line. CONSIDERAÇÕES FINAIS A experiência em capacitações on-line mostra o potencial dessa modalidade de ensino, para aumentar os processos de aprendizagem, tanto para o desenvolvimento profissional quanto para uma inclusão no mundo digital. A capacitação on-line pode ser desenvolvida para populações distintas e de diferentes áreas. A modalidade on-line mostrou-se nova para a população local. Alguns participantes relataram dificuldades em fazer o cadastro e no primeiro acesso. Isso nos faz pensar em uma maneira de rever esses itens para aprimorar esse processo sem que haja prejuízo aos participantes.. A experiência mostrou que, é possível que todos os profissionais e população em geral tenham um aprendizado mesmo em uma modalidade à distância. Referências Bibliográficas ARIEIRA, J. O. et al. Avaliação do aprendizado via educação à distância: a visão dos discentes. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro, v. 17, n. 63, p. 313-340, abr./ jun. 2009. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1565, de 26 de agosto de 1994. Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e sua abrangência, esclarece a competência das três esferas de governo e estabelece as bases para a descentralização da execução de serviços e ações de vigilância em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde. D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 29 de agosto de 1994. Disponível em: . Acesso em: 08 mai. 2019. FONSECA, I. do C.; LOPES, R. L. T. Higiene na produção de alimentos. Série “Cursos”, Belo Horizonte: CETEC, 1996. 63p. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 5. ed. São Paulo: Nobel. 1984. 284p. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela. 2001. 629p. HIRATA, M. H. Manual de Biossegurança. Barueri: Manole, 2002. INSTITUTO AMERICANO DE CULINÁRIA. Chef Profissional. São Paulo: SENAC Editoras, 2009. 1235p. JÚNIOR, E. A. S. da. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela. 1995. 397p. NASCIMENTO, R. B.; TROMPIERI FILHO, N. Correio eletrônico como recurso didático no ensino superior: o caso da Universidade Federal do Ceará. Ciência da Informação. Brasília, DF, v. 31, n. 2. 2002. Disponível em: . Acesso em: 08 ago. 2019. OLIVEIRA, A. C. D. S. Estudo da estimativa de prevalência das hepatites B e C e da adesão às normas de biossegurança emmanicures e/ou pedicures do município de São Paulo [tese]. São Paulo (SP): Programa de Pósgraduação em Ciências, Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; 2009. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE; AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Higiene dos alimentos – Textos básicos. Brasília: Organização Pan-americana da Saúde, 2006. PELCZAR JR., J. M.; et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, 1996. ATENÇÃO BÁSICA 113

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