Vigilância em Saúde

IMPLANTAÇÃO DA ATIVIDADE DE ARRASTÃO DE ROTINA PARA O CONTROLE DO AEDES AEGYPTI, NO MUNICÍPIO DE SOROCABA/SP. Autores: Thais Eleonora Madeira Buti, João Ricardo Pereira Ennser, Juliana Dias Mome Taver, Fabiano Demetrio Zequetto, Paula Purchio Duarte Stuckus Instituição: Prefeitura Municipal de Sorocaba Município: Sorocaba CIR: Sorocaba Endereço: Avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes Telefone: 32382430 Celular: 991182197 Email: jsmaciel@sorocaba.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Após a grande epidemia de 2015, a Divisão de Vigilância Epidemiológica e Zoonoses identificou a necessidade de intensificação das ações de prevenção e controle ao Aedes aegypti. Observou-se que os criadouros mais frequentes de Aedes aegypti eram os criadouros móveis, de acordo com as Avaliações de Densidade Larvária. Boa parte se tratavam de criadouros sem utilidade para o morador, que deveriam ter sido descartados. Considerando a dificuldade em conseguir apoio das demais secretarias para a realização de mutirões de limpeza, optou-se pela implantação da atividade de arrastão de forma rotineira e continuada, visando a remoção massiva de criadouros do vetor e suas formas imaturas, com gerenciamento da própria Secretaria da Saúde. OBJETIVOS O objetivo do projeto foi a remoção massiva de recipientes criadouros ou passíveis de se tornarem criadouros dos mosquitos Aedes aegypti de forma imediata, para reduzir a infestação do vetor nos bairros de maior risco da cidade, ou seja, com histórico de transmissão intensa de Arboviroses e/ou grande presença de criadouros identificados por meio de Avaliações de Densidade Larvária (ADL) e visitações de casa em casa, e consequentemente, reduzir a transmissão das Arboviroses. METODOLOGIA Para a implantação do projeto, realizou-se a contratação de serviço terceirizado para a execução das remoções dos materiais, com gerenciamento da Secretaria da Saúde. Foram selecionados para a atividade bairros com maior número de criadouros sem utilidade para o morador, passíveis de remoção, identificados por meio da atividade de ADL; bairros com histórico de transmissão intensa de Arboviroses; bairros com presença de criadouros identificados pelos agentes durante as visitas; áreas verdes e terrenos com recipientes identificados pelos agentes ou por meio de denúncia da população. De segunda a sexta-feira, foi realizada a atividade de ATENÇÃO BÁSICA 259

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