Vigilância em Saúde

fiscalização mais atuante, e unificada com outros setores e seguimentos envolvidos no Plano Operativo (fiscalização, corpo de bombeiros, etc), têm causado mais responsabilização dos organizadores e segurança para os participantes do evento, assim como uma integração da rede de apoio, para dessa forma, em caso de infortúnio, o município esteja prontamente preparado para absorver a demanda. CONSIDERAÇÕES FINAIS A aplicação do Plano Operativo de Eventos de Massa é de suma importância à definição e dimensionamento correto do evento, assim como para o preparo da rede de apoio, sendo imprescindível a integração entre todos os órgãos fiscalizadores e de apoio envolvidos. Referências Bibliográficas 1 – Castro CF, Simões DCM, Delamarque EV, Pepe VLE. Eventos de massa, desastres e Saúde Pública. Ciência & Saúde Coletiva, 19(9):3717-3730, 2014. 2- Abubakar, I. et al. Global perspectives for prevention of infectious diseases associated with mass gatherings. Lancet Infectious Diseases, v. 12, n. 1, p. 66 -74, 2012. 3 - World Health Organization. Epidemic and pandemic alert and response. Communicable disease alert and response for mass gatherings: Key considerations. Genebra: WHO, 2008. 4 - Guia para Atuação da Vigilância Sanitária em Eventos de Massa: Orientações para o gerenciamento de risco. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2016. 5 – Brasil. Portaria GM/MS n.1.139, de 10 de junho de 2013. Define, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), as responsabilidades das esferas de gestão e estabelece as Diretrizes Nacionais para Planejamento, Execução e Avaliação das Ações de Vigilância e Assistência à Saúde em Eventos de Massa. Diário Oficial da União 2013; 11 jun. ATENÇÃO BÁSICA 290

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