RESULTADOS Foi possível observar o impacto positivo nos participantes do grupo, que se apropriaram do espaço oferecido, usando-o para refletir sobre suas emoções e comportamentos; foi possível observar a possibilidade dos participantes vincularem-se, ampliando suas possibilidades de perceber a si mesmo e ao contexto que estão inseridos de forma mais adaptada e funcional. O grupo contribuiu para a apresentação de modelos positivos, o que permitiu a aprendizagem de novos comportamentos e o treino de várias competências. Observou-se a prevalência de participantes do gênero feminino no grupo, embora não fosse um espaço homogêneo quanto ao gênero. CONSIDERAÇÕES FINAIS Contemplar os indivíduos considerando toda sua complexidade, os diversos aspectos de sua existência ao longo do ciclo de vida, é um desafio para esse momento em que o fenômeno do envelhecimento populacional vem mobilizando a atenção de diversos setores sociais. Ações que promovam a saúde física e mental, bem como a qualidade de vida são importantes em todos os estágios da vida e devem abranger toda a complexidade da existência humana. O grupo segue em atividade na UBS e mostrou-se um espaço importante de acolhimento e ressignificação de afetos e mudança comportamental. Referências Bibliográficas NEUFELD, C. B. Et al. Terapia cognitivo-comportamental emgrupos: das evidências à prática. Porto Alegre: Artmed, 2017. MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; MENDES, Antonio da Cruz Gouveia; SILVA, Ana Lucia Andrade da. O envelhecimento populacional brasileiro: desafios e consequências sociais atuais e futuras. Rev. bras. geriatr. gerontol., Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 507-519, June 2016 . Available from . access on 28 Feb. 2019. http://dx.doi.org/10.1590/1809-98232016019.150140. WHO, Envelhecimento ativo: uma política de saúde / World Health Organization; tradução Suzana Gontijo. – Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. 60p.: il. Título original inglês: Active ageing: a policy framework. WHO/NMH/NPH/02.8 SAÚDE MENTAL 113
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