Gestão de Pessoas

CONSTRUÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM (SAE) POR MEIO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SA DE (EPS) NA ATENÇÃO B SICA (AB) DE MONTE ALTO-SP Autores: Carvalho de Andrade Fatima Aparecida, Catanante Guilherme Vinicius, Alves de Melo Sueli Regina, Chamacheli da Silva Bibiana Maria, Lanfredi Adriana Barbieri , Cotrin Talita Menossi Instituição: PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE ALTO Município: Monte Alto CIR: Aquifero Guarani Endereço: Avenida José Luís Franco da Rocha Telefone: 32429783 Celular: 997696517 Email: bibianachamacheli@gmail.com INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O relato aqui apresentado aborda o desenvolvimento de atividades de Educação Permanente em Saúde (EPS) por equipe de enfermeiros cuja inquietação focava-se na reorganização do serviço e na valorização profissional, esta última considerada tanto como necessidade humana quanto desafio institucional atrelado ao desenvolvimento de novas culturas organizacionais, sendo a justificativa primordial deste trabalho. OBJETIVOS Descrever a implementação e aperfeiçoamento de ações de EPS por meio da SAE, com ênfase na consulta de enfermagem. METODOLOGIA Inicialmente, foram realizadas rodas de conversa levantando necessidades de aprendizagem dos enfermeiros, aplicando-se abordagem crítico-reflexiva sobre os relatos trazidos. Posteriormente, para a condução de um curso formativo, utilizou-se simulação realística como metodologia. RESULTADOS Até novembro/2018, eram comuns dentre os onze enfermeiros da Atenção Primária à Saúde (APS) relatos de dificuldades de integração, insegurança e conflitos entre trabalhador/trabalhador, trabalhador/gestor, trabalhador/gestor/usuário.ONúcleodeEducaçãoPermanenteeHumanização (NEPH) municipal buscou parceria com a Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-USP, contando com apoio de docente e membros da equipe do NEPH Regional (DRS XIII). Assim, foram realizadas rodas de conversa com os enfermeiros, cujos temas por eles levantados expunham a importância da integração para o sucesso do trabalho em equipe. Características heterogêneas do grupo (idade, tempo de formação e contratação, função desempenhada, vínculo institucional) foram discutidas, e destacados os contrastes potencializadores da valorização profissional e qualificação do trabalho. Todos foram estimulados a falar e problematizar os crescentes desafios do serviço, transparecendo o descontentamento da equipe no leque trabalhador/gestor/usuário. No período, o grupo vivenciava dificuldades por motivo de rodízio dos enfermeiros na rede, substituição de médicos concursados por terceirizados, falta de profissionais e inexperiência de Agentes Comunitários de Saúde recém-contratados. Inicialmente, o desabafo foi importante para qualificar o relacionamento interpessoal, posteriormente os profissionais solicitaram formação de atualização da SAE alinhada ao cotidiano de trabalho, enfatizada a consulta de enfermagem. GESTÃO DE PESSOAS 103

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