e outros arranjos) que deflagaram as fragilidades da nossa rede e produziram potentes reflexões. Os encontros produziram possibilidades de protagonismo aos trabalhadores, ao mesmo tempo que resistências a ocupar este papel. Pudemos ainda, colocar em roda, diferentes trabalhadores, equipes, serviços e gestores num diálogo assertivo com foco na melhoria da assistência aos usuários das redes: Materno-Infantil, Rede de Atenção Psicossocial, Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Condições Crônicas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Observamos que os encontros propiciaram a discussão coletiva das ações desenvolvidas nos CMS e USF e das práticas instituídas nas equipes e serviços da rede. Houve bastante reflexão sobre o cuidado que é ofertado nas unidades de saúde, além de uma crítica dos trabalhadores sobre seu papel protagonista na construção do SUS. Observamos ainda, que o curso favoreceu reencontros e formação de novos vínculos para a construção de uma rede integrada e complementar na assistência aos usuários SUS. GESTÃO DE PESSOAS 20
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