COMO ANDA NOSSA COBERTURA VACINAL: DO CADERNO DO AGENTE COMUNIT RIO DE SA DE AO GEOPROCESSAMENTO Autores: Maria Claudete da Silva Peres Borrego, Maria Daniele Cavalcante Romera, Andreia de Conto Garbin, Ferla Maria Simas Bastos Cirino, Douglas Augusto Schneider Filho, Guilherme Meyer Instituição: Secretaria Municipal de Saúde de Diadema Município: Diadema CIR: ABC Endereço: Avenida Antônio Piranga Telefone: 40438092 Celular: 933103447 Email: saude@diadema.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O município de Diadema segue o Calendário Nacional de Vacinação. Os esforços da Vigilância Epidemiológica (VE) aliado às ações da Atenção Básica (AB) e a implementação da Linha de Cuidado Materno-Infantil coloca-nos tensionados pelos questionamentos: nossas crianças estão vacinadas? Por que os indicadores não correspondema percepção dos trabalhadores da saúde que não medem esforços para desenvolver ações que visem melhorar o acesso aos imunobiológicos, seja ofertando as vacinas na rotina; realizando campanhas; busca ativa das crianças faltosas; articulando atualização vacinal à matricula escolar, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME); promovendo multirões de vacina nas escolas no âmbito do Programa Saúde na Escola; ou faciliando o acesso à vacinação em postos voltantes municipais. OBJETIVOS Repensar e propôr alternativas às medidas de cobertura vacinal. METODOLOGIA Diadema inicia um processo de análise crítica das ações do Programa Municipal de Imunização e, emação conjunta da VE e da AB forma umGrupo Técnico de Imunização (GT) para implementar uma reestruturação dos processos de trabalho como segue: Educação permanente: o GT faz reuniões mensais, promove atualizações técnicas e supervisões permanentes das equipes e mantem um grupo de mensagens instantâneas que facilita a divulgação de informes técnicos e discussão de casos; Articulação intersetorial: a AB promove parcerias com a SME visando a atualização vacinal dos alunos. Nas escolas estaduais a parceria ocorre de modo irregular, mas observou-se potencialidade deste espaço na melhoria da cobertura vacinal (CV) em adolescentes. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, os shopping centers do município e diversas empresas, também, constituem parcerias frequentes, cedendo espaços em locais de grande circulação para ações de vacinação. Comunicação à população: intensificou-se a divulgação de ações de vacinação nas redes sociais da Prefeitura, nos eventos municipais, reuniões dos Conselhos de Saúde e de Educação e nas reuniões comunitárias e empresariais. Geoprocessamento e gestão territorial: o uso das informações dos nascidos vivos e a gestão da CV do território tem sido realizada por meio da integração dos dados dos sistemas a seguir: 1) Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI): utiliza-se os dados para avaliação dinâmica do risco de surtos ou epidemias a partir da análise dos relatórios e da CV calculada a partir da população estimada. 2) Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC): o município vem utilizando número de nascidos vivos como denominador do cálculo de CV, comparando-as com o SIPNI. 3) Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC): com a AB 100% informatizada desde 2018, a GESTÃO DE PESSOAS 55
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