Acesse a playlist com os vídeos do congresso de 2023 #dicadogestor Mariana Melo é assessora técnica do COSEMS/SP Grandes Conversas no 36º Congresso: as perspectivas das novas gestões para o SUS Durante o 36º Congresso do COSEMS/SP, foram realizadas duas Grandes Conversas que tiveram como objetivo alinhar e debater as perspectivas das novas gestões estadual e federal para o Sistema Único de Saúde (SUS). Cada uma das Grandes Conversas abordou uma das duas dimensões norteadoras das políticas de saúde: as novas diretrizes das políticas de saúde do ciclo de governo e o debate sobre a conjuntura de financiamento. A Grande Conversa sobre financiamento, intitulada “Financiamento tripartite do SUS: o caráter solidário e o atendimento às necessidades de saúde”, contou com a participação de representantes da gestão federal, estadual e municipal. A gestão federal foi representada pelo diretor do Fundo Nacional do Ministério da Saúde, Dárcio Guedes Júnior. A Estadual foi representada pelo secretário executivo da Secretaria Estadual de Saúde, Sérgio Okane, enquanto que a gestão municipal foi representada pelo secretário de Jundiaí e tesoureiro do COSEMS/SP, Tiago Texera. A coordenação da mesa foi realizada pela secretária municipal de Araçatuba e 1ª vice-presidente do COSEMS/SP, Carmem Guariente. A expectativa era a de que fossem apresentadas, segundo as diferentes perspectivas interfederativas, as propostas de financiamento tripartite e solidário que promovesse uma política de saúde nacional de acordo com as necessidades de saúde dos diferentes territórios. Diferenças estas caracterizadas por profundas disparidades regionais e tendo como cenário o crônico “subfinanciamento” que desde 2016 se caracterizou como “desfinanciamento” com o advento da Emenda Constitucional nº 95/2016, um movimento sombrio do Estado Brasileiro de redução do gasto em políticas sociais e ampliação do subsídio ao setor privado. Na Grande Conversa sobre financiamento, Sérgio Okane apresentou ao público as principais perspectivas da nova gestão com destaque às dificuldades orçamentárias e a necessidade de reorganização da oferta de ações e serviços públicos de saúde. Já Dárcio Guedes Júnior apresentou a oferta dos sistemas de informação voltados ao acompanhamento e gerenciamento das transferências fundo a fundo, registro de propostas e saldos financeiros, porém não apresentou dados do Orçamento Federal para a Saúde. Por fim, Tiago Teixeira expôs a visão dos gestores municipais e abordou o histórico e a conjuntura de financiamento do SUS com destaque à crescente e histórica sobrecarga dos municípios no cofinanciamento do sistema. A apresentação do COSEMS/SP conseguiu refletir as angústias dos gestores municipais ao apontar os problemas das redes de atenção à saúde, provocada pela insuficiente coparticipação dos demais entes da federação, sendo aplaudida várias vezes por todo o público que acompanhou o debate. 3 Dirce Marques “Tivemos quase 50% dos municípios paulistas presentes no evento” Elaine Giannotti “Não há dúvida quanto à estratégia dos seminários que realizamos” Assessoras técnicas do COSEMS/SP ao lado comentam a repercussão positiva das atividades do 36º Congresso. Clique para ouvir Clique para ouvir
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