HEMO
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janeiro/fevereiro/março 2013
cobertura
M
ulheres de burca, lenços, homens usando
quipás, vestimentas que não seguem somen-
te uma tendência da moda. Todos são médi-
cos hematologistas, hemoterapeutas e até es-
pecialistas de áreas correlatas a essas. Eles se
comunicavam em inglês, francês, espanhol,
italiano, português e em diversas outras
línguas. Foi este o cenário encontrado pe-
los corredores do
Georgia World Congress
Center,
na cidade de Atlanta, capital do es-
tado da Georgia, nos Estados Unidos, entre
os dias 8 e 11 de dezembro, onde aconteceu
o
54° Congresso Anual da American Society
of Hematology
(ASH), maior evento dessa
especialidade no mundo.
Mais de 20 mil pessoas, entre ame-
ricanos e participantes se deslocaram de
seus respectivos países para frequentar o
congresso. Desse total, 323 eram médicos
brasileiros, os quais puderam ter acesso aos
mais recentes avanços sobre doenças como
leucemias, mielomas, anemias, tromboses,
entre outras coagulopatias do sangue. Mas
a participação dos brasileiros nos últimos
anos têm ido além de só assistir palestras.
Cada vez mais eles têm atuação efetiva
no congresso. Prova disso é que esse ano
foram aceitos 61 trabalhos com alguma
participação de brasileiros, sendo 52 sob a
forma de pôsteres. Desses, 20 são totalmen-
te brasileiros e os demais em colaboração
323 médicos brasileiros
estiveram no ASH 2012, 61 trabalhos
com alguma participação do
País foram selecionados, sendo 52
sob a forma de pôsteres.
Nove estudos foram selecionados
para apresentação oral, sendo
que um deles é um trabalho
genuinamente brasileiro
va
Por Tatiana Piva
Fotos: RS Press