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HEMO
janeiro/fevereiro/março 2013
cobertura
com pesquisadores de outros países. Nove
estudos foram selecionados para apresenta-
ção oral, sendo que um deles é um trabalho
genuinamente brasileiro. Para o presidente
da Associação Brasileira de Hematologia,
Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH),
Carmino de Souza, o Brasil já não é mais
um mero espectador em congressos inter-
nacionais, seja na área de transplante de
medula óssea, área transfusional, ou de
hemostasia e trombose. “O País já é um
participante importante, pela delegação de
médicos que traz, pelo número de trabalhos
científicos e, claro, pelo ponto de vista ins-
titucional com a ASH.”
Em relação ao trabalho genuinamente
brasileiro selecionado para apresentação
oral, o principal autor da pesquisa é o
médico hematologista Kleber Yotsumoto
Fertrin, da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) —
confira entrevis-
ta exclusiva com o especialista na página
12
— cujo tema abordou a anemia falci-
forme. Para ele, que frequenta o congresso
anual desde 2008, a cada ano os brasileiros
conquistam mais espaço nas apresentações
do congresso anual da ASH. “Em anos an-
teriores, tive pôsteres selecionados, o que
já foi uma experiência incrível.” Para ele,
é preciso que os brasileiros continuem em
um caminho de bastante cuidado ao elabo-
rar suas pesquisas, afinal, isso tem feito o
País ganhar credibilidade com outras as-
sociações internacionais. “A minha dica é
que os pesquisadores sejam extremamente
criteriosos nas suas linhas de estudo e va-
lorizem o fato de serem selecionados para
apresentação em pôsteres, pois nela é pos-
sível estabelecer contato com pessoas da
sua área de atuação”, resumiu.
Linda Burns, presidente eleita da ASH,
Janis Abkowitz atual presidente da
Associação, Carmino de Souza,
presidente da ABHH, Nicete Romano
e Alessandra Lelis, da ABHH Eventos
CURIOSIDADES
Engana-se quem pensa
que é apenas com ciência
que se faz um grande e
bom evento. Alguns deta-
lhes tornam um congres-
so ainda melhor. Saindo
da tradicional cobertu-
ra que a
Hemo em revista
faz todos os anos do
ASH,
a equipe de reportagem
resolveu caminhar pelos
corredores do
Georgia
World Congress Center
com um olhar um pouco
‘mais curioso’.
Mais de
Guarda-volumes
só de
20 estações
das lojas Starbucks
estavam espalhadas
pelos vários
andares do
centro de
convenções
casacos
por apenas U$ 2,
já que o encontro
acontece
tradicionalmente
em um período
de inverno
rigoroso)