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medicina nuclear em revista
| Abr • Mai • Jun 2013
31
história
Henrique Carrete Junior,
presidente do Colégio
Brasileiro de Radiologia e
Diagnóstico por Imagem
Carrete Júnior. Como prova disso, ele
conta que amédica nuclearMarília
Marone ocupa atualmente o cargo de
tesoureira do Colégio, e há bastante
tempo contribui comdiversas ativida-
des da instituição.
Mesmo após ter surgido a ideia
de solicitar a representação direta da
SBMN na AMB, as instituições deci-
diram elaborar um documento que
pudesse regulamentar essa atuação
conjunta das sociedades. “A SBMN
pleiteia e precisa de independência
por conta da defesa de seus interes-
ses específicos, porém, existem preo-
cupações que são comuns à radiolo-
gia”, explica Ramos. A finalidade do
documento é para que as especialida-
des trabalhem em conjunto a fim de
mostrar que ainda é possível consi-
derar as especificidades de cada
uma. “Tudo isso para tornar mais
sólido e duradouro o nosso relacio-
namento e dos profissionais que
atuam nessas áreas”, afirma Carrete.
Preocupados em fazer umdocu-
mento que não seja só atual, mas que
sirva para as próximas gerações, líde-
res da SBMN e do CBR têm se reuni-
do com frequência com a AMB para
sugerir algumas medidas importan-
tes nesse contexto. “Temos discutido
várias possibilidades, entre elas a de
que cada uma das Sociedades crie
departamentos para gerenciar assun-
tos referentes à outra especialidade,
comdiretores dessas respectivas
áreas”, esclarece Ramos. Também
serão documentadas todas as discus-
sões sobre protocolos, diretrizes,
aulas de congressos, padronizações
de laudos, condutas e definições de
remuneração em tabelas de convênios
médicos em relação a exames feitos
em equipamentos de imagens que são
híbridos, ou seja, que possuem com-
ponentes de medicina nuclear e de
radiologia (como o PET/CT SPECT/
CT). “Isso para que não haja risco de
© Henrique Carrete Junior • Arquivo pessoal