DIIálogo - Ed. 01

do GEDIIB mudou de nome: será a SEBRADII e o Dr. Rogério e a diretoria atual irão outorgar um prêmio ao melhor trabalho. E o prêmio tem meu nome. Isso foi uma delicadeza da parte deles e tal- vez um reconhecimento ao papel que eu tive em nossa entidade. Dr. Orlando Ambrogini Jr. Professor afiliado da Disciplina de Gastroenterologia da Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP) Como se sente sendo uma inspiração aos médicos mais jovens que se interessam pela DII? Imagina que o GEDIIB cresceria tanto? Me sinto muito orgulhoso com isso! Nunca achei que eu seria esse exemplo, que eu tivesse essa di- fusão que me dão e estou muito orgulhoso com esse rótulo queme foi dado: de inspiração. Quando assumi a presidência, eu não imaginava essa gran- deza, mas eu tinha certeza de que o GEDIIB iria crescer em qualidade, número de participantes e a doença inflamatória intestinal ficaria conhecida no Brasil inteiro. O que me deixa muito envaidecido é que a entidade cresceu como um todo e passou a ser respeitada por todas as entidades médicas da- qui e de fora do Brasil. Eu diria que o crescimento foi além da expectativa inicial e foi muito bom. Dr. José Miguel Luz Parente Coordenador do ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Qual o papel que o GEDIIB desempenha para o avanço do conhecimento científico no País? Papel excepcional! A criação de movimentos regionais de atendimento a doentes e os eventos científicos trazem uma discussão de conheci- mento para pessoas especialistas ou não especia- listas que se interessam pelas DIIs. É um ganho que não tem como medir. É extremamente impor- tante essa descentralização de conhecimento que os colegas nas Estaduais já vinham fazendo e con- tinuam. Isso tem um crescimento elogiável. Quais os principais desafios que o GEDIIB ainda precisa enfrentar? Penso que tem a ver com as entidades públicas em relação ao atendimento e medicamentos para os doentes. Há, hoje em dia, um número grande de doentes que dependem de entidades públicas para obter esses medicamentos e isso implica em um custo muito alto. E o Brasil tenta limitar, dentro de suas possibilidades, o acesso a medicamentos extremamente caros. Isso ain- da é um grande desafio para nossa atividade. Nossa entidade possui uma atuação nesse sen- tido que é marcante e algumas conquistas nos deixam extremamente satisfeitos! Dr. Flávio Quilici Ex-presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) Como o senhor vê a entidade daqui a 10 anos? Vejo um crescimento contínuo! Seremos uma sociedade de altíssima qualidade. Já é e seguramente vai crescer. Quero cumprimentar todos aqueles que assumiram a direção do GEDIIB desde a sua fundação. Tem que cumprimentar todos eles, sim, pela dedicação e pelo desenvolvi- mento que a instituição teve durante todos esses 18 anos. Isso é um trabalho coletivo e familiar que deixa todo mundo muito engrandecido. Esse é o cumprimento que eu faço para todos na entidade. GEDIIB ENTREVISTA 12 Julho/Setembro 2020

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