solidariedade RS 11 / 2024 ABHH em Revista 33 No dia 25 de março, a ABHH participou de evento que contou com a presença da ministra da Saúde, Nísia Trindade, na Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, em São Paulo. Na ocasião, foi lançado oficialmente o Estudo Clínico com a Terapia Celular CAR-T (CARTHEDRALL). A terapia com células CAR-T integra a biotecnologia, a engenharia genética, a imunologia e a hematologia para reprogramar as células do próprio paciente, combatendo o câncer de maneira mais eficaz. Na ocasião, também houve a inauguração operacional do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera) do Hemocentro de Ribeirão Preto, onde são produzidas as células CAR-T que serão usadas no estudo. O evento contou com a presença de representantes do governo estadual e municipal e de outras autoridades. O diretor da ABHH e diretor-presidente do Hemocentro de Ribeirão Preto, Dr. Rodrigo Calado, destacou a importância do estudo, que irá avaliar o uso de células CAR-T no tratamento de 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B em cinco hospitais paulistas. O objetivo é desenvolver um produto nacional e disponível para o Sistema Único de Saúde (SUS). Desde 2019, 20 pacientes receberam o tratamento de forma compassiva no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e todos os casos apresentaram remissão do câncer. Com informações da Agência Fapesp. ABHH participa de evento sobre terapias avançadas com a presença da Ministra da Saúde Walterson/MS Em abril, a associação expressou sua preocupação com o Decreto Presidencial 11.999, de 17 de abril de 2024, que reduziu o número de representantes médicos (técnicos) na formação da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e dobrou o número de representantes do governo federal. “A medida, no entendimento da ABHH, é absolutamente contrária à função primordial da comissão, essencialmente técnica. A residência em Saúde é uma poderosa Em nota, a ABHH se posiciona sobre mudanças na Comissão Nacional de Residência Médica ferramenta de formação de profissionais e de especialistas, e pode ser cada vez mais ampliada, qualificada e utilizada como instrumento da evolução, qualificação e transformação da saúde em nosso País”, diz a nota que está disponível na íntegra no site da ABHH. Entidades como a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), emitiram notas manifestando contrariedade com as novas mudanças no CNRM.
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