“De nada adianta ciência sem acesso e direitos sem equidade” Com a criação da Diretoria de Ações Sociais no ano passado, a ABHH honrou uma trajetória de anos de aprendizado e amadurecimento da instituição em seu compromisso com a equidade e o acesso a novas tecnologias e tratamentos para os pacientes que representa. A opinião é do Dr. Jorge Vaz Neto, presidente do HEMO 2025 e um dos diretores de Ações Sociais da ABHH junto com a Dra. Violete Petitto Laforga. “De nada adianta ciência sem acesso e direitos sem equidade”, comenta. Hematologista em Brasília, o Dr. Jorge Vaz destaca no bate-papo a seguir algumas iniciativas da ABHH no congresso desse ano, como o lançamento do movimento "Mulheres na Hematologia", além de aprofundar algumas questões que envolvem o trabalho de equidade e acesso. Confira! Por quais razões a ABHH estruturou uma diretoria dedicada às Ações Sociais? A criação surgiu de uma chamada histórica da ABHH para a equidade e o acesso às novas tecnologias em saúde. Foi fruto de um processo de aprendizado e amadurecimento institucional, iniciado em 2017, quando participamos pela primeira vez de um processo de submissão de tecnologias para incorporação no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Apresentamos cinco propostas, mas encaramos a reunião como se fosse uma apresentação médica, sem conhecer Diretor de Ações Sociais e presidente do HEMO 2025, o Dr. Jorge Vaz Neto fala sobre o alcance das ações sociais já encampadas pela ABHH em seu compromisso com a equidade e o acesso a novas tecnologias e tratamentos Por Roberto Souza Foto Comun c ç o/ABHH ABHH em Revista 15 / 2025 16 HEMO 2025
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