ABHH em Revista #04/2021

04 / 2021 A B H H e m R e v i s t a 19 A os 71 anos de idade e mais de 40 dedicados à medicina, o Dr. Hélio Alvimar Loterio é um dos que se associaram à ABHH este ano. Preceptor da Liga de Hematologia e Ane- mias da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), o he- matologista inscreveu o trabalho da Liga, que coordenou no HEMO PLAY do ano passado. O estudo foi premiado e a Liga recebeu o convite para integrar o Programa Sangue Jovem da ABHH. Nesse cadastramento da Liga que ele coordena, o Dr. Hélio aproveitou para também se associar à ABHH. Mestre e Doutor em Hematologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e atualmente professor da FMJ e UNICID, o hematologista conhece a ABHH desde a sua criação e tentou se associar anos atrás, quando recebeu um convite do Dr. Milton Ruiz. “Fiz a inscrição na época preenchendo uma folha de papel, mas deve ter se extra- viado e não tive resposta. Retomei o desejo de me as- sociar à ABHH após conhecer a iniciativa do Programa Sangue Jovem, o que nos mantêm com motivação para continuar trabalhando em companhia dos jovens gra- duandos, ligantes ou não, despertando neles o interesse por essa maravilha que é a hematologia”, afirma Hélio. Quem também aderiu à Associação foi a médica infectologista e professora adjunta do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Dra. Márcia Garnica. Ela conta que esse interes- se em participar da ABHH surgiu a partir de sua atuação profissional, que sempre foi voltada para as áreas de he- matologia e transplante. Estar associada, ressalta a médi- ca, trouxe a oportunidade de participar mais ativamente dos trabalhos realizados pela entidade e de grupos, como o Comitê de Infecção da ABHH, criado recentemente. Ela coordena a Liga Acadêmica de Hema- tologia e Oncologia da Faculdade de Medici- na da UFRJ (LAHO), que apresentou traba- lhos no HEMO PLAY 2021. Para Márcia, ter os estudos desenvolvidos por seus alunos no evento foi uma honra. "A ABHH se importa e se interessa pela infectologia associada a pacientes hematológicos e transplantados. Vejo que isso é muito forte na hematologia, diferentemente do que ocorre em outras es- pecialidades”, afirma a médica, de 42 anos. A bioquímica Julianne Meyer Soares Folla- dor, de 32 anos, trabalha, há nove anos, na área da hematologia laboratorial para o diagnóstico de leucemias. Ela se especializou em onco-he- matologia, citometria de fluxo e citogenética, depois de realizar um estágio em que pode conhecer e se interessar mais pela área. Como a ABHH temmuito conteúdo científico sobre os assuntos, ela decidiu se associar. “Após me associar, comecei a participar de vários eventos online realizados pela ABHH durante o ano. Acredito que estar filiado seja um incentivo para meu desenvol- vimento profissional, porque tem muita pro- gramação científica. Ainda estou na fase de conhecer tudo o que é oferecido pela Associa- ção. Participei do HEMO 2021, um congresso que acompanho desde a época da faculdade e tem sido muito importante para minha for- mação e atualização”, conclui Julianne, que é analista de citometria no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

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