Percepção inicial e Percepção final após a utilização do PTS - SOS; II) Correlação entre atividades do PTS - SOS e passos de sua construção; III) Avaliação acadêmica do PTS - SOS, Fragilidades e Potencialidades do modelo PTS - SOS.; IV) Sugestões discentes para o modelo PTS - SOS; V) Impacto do uso do PTS - SOS na Saúde da Família. Os dados quantitativos foram analisados pela estatística descritiva. RESULTADOS Ao primeiro contato, 23,22% o considerou complexo e de difícil aplicação, enquanto 21,43% relataram percepções positivas como: interessante; eficiente; aplicável. Todos os acadêmicos consideraram que o modelo auxiliou na construção de um plano de cuidados. Após a aplicação prática, a percepção negativa inicial não se sustentou, pois 46,94% o consideraram eficaz e de fácil elaboração. Emrelação ao processo elaborativo, 66,67%dos discentes identificaramcorretamente os quatro passos de sua construção e associaram a maioria das atividades a cada um deles. Em relação aos aspectos do adoecimento, 86,7% relataram que ele auxiliou na identificação de fatores que interferem no quadro orgânico e na proposição de metas terapêuticas, 75,6% consideraram que o PTS SOS contribuiu para maior compreensão das condições psicológicas e 60% validaram a sua contribuição para a melhor compreensão da condição social. Quanto às fragilidades do PTS - SOS, 22,2% dos acadêmicos relataram dificuldade na sua aplicabilidade e 68,9% consideraram que o modelo apresenta muitas etapas para sua construção. A questão relacionada às sugestões para o modelo PTS – SOS, a resposta mais citada (32,61%) foi a que demonstrou a aprovação do modelo PTS SOS na íntegra, sem nenhuma sugestão de alteração no formato original. Em relação ao impacto do seu na ESF, 48,89% apontaram como maior fortaleza o seu potencial terapêutico (diagnóstico preciso), com intervenções adequadas e efetivas (resolutividade). CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados consubstanciaram a contribuição do Modelo PTS - SOS para a construção de um Plano de Cuidados na prática clínica acadêmica, com aplicação pratica possível na atenção básica de saúde. Referências Bibliográficas OLIVEIRA, G. N. O Projeto terapêutico como contribuição para a mudança das práticas de saúde. Campinas, SP: [s.n.], 2007. Orientador: Sergio Resende Carvalho. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Disponível em: http://www. bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000409274 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Especialização Multiprofissional em Saúde da Família. Projeto terapêutico singular [Recurso eletrônico] / Universidade Federal de Santa Catarina; Miranda, F. A. C.; Coelho, E. B. S.; Moré, C. L. O. O. – Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2012. 60 p. (Eixo 3 – A Assistência na Atenção Básica). Disponível em: www. unasus.ufsc.br ATENÇÃO BÁSICA 121
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