de enfermagem com 13, 51% em 2016 e 13,53% em 2017 e os enfermeiros com 11,43% em 2016 e 13,94% em 2017.Do do total de 50.899 ausências apresentadas pelos profissionais no período do estudo de 2016 e 2017, o afastamento mais frequente foi a licença saúde com 36.721 dias (72,1%).O número de dias perdidos nos anos de 2016 representa 33,24% e no ano de 2017 representa 36% com relação ao número de dias total previsto para o trabalho por ano de todas as categorias profissionais. CONSIDERAÇÕES FINAIS Baseando na pesquisa realizada pode-se analisar que a maior parte do absenteísmo foi por motivo de doença, na qual confirma a necessidade da instituição buscar formas de preservar a saúde do profissional que garanta qualidade de vida e satisfação nas condições de trabalho assim evitando a queda da qualidade dos cuidados prestados aos pacientes e usuários dos serviços de saúde. Para que as instituições de saúde possa intervir nos índices de absenteísmo em um primeiro momento deve –se conhecer estes índices na dimensão quantitativa, e depois estabeleçer medidas de monitoramento e buscar os motivos destas ausências para propor um plano de ação que reduza os índices em um nível aceitável. Referências Bibliográficas 1. GEHRING JUNIOR, G. et al. Absenteísmo-doença entre profissionais de enfermagem da rede básica do SUS Campinas. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 10, n. 3, p. 401-409, set. 2007. 2.SANCINETTI, Tânia Regina et al. Taxa de absenteísmo da equipe de enfermagem como indicador de gestão de pessoas. Escola de Enfermagem USP, São Paulo, v. 45, n. 5, p.1007-1012, 2010. ATENÇÃO BÁSICA 136
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