é realizada antes do início das sessões de Auriculoterapia, e também é sugerida a participação dos mesmos em grupo de artesanato realizado após o atendimento de Auriculoterapia. Tanto na atividade de alongamento quanto nas atividades de artesanato procuramos realizar com a participação do maior número de profissionais da Estratégia de Saúde da Família. É realizado a pesquisa de satisfação com os pacientes após o término das sessões. RESULTADOS As Equipes de Saúde da Família, apontam como frustante a pouca participação dos pacientes nos grupos de Promoção de Saúde. Notamos que estas Práticas Integrativas foram bem aceitas pela população e mostrou-se uma ferramenta muito eficiente e motivadora para participação da população, e também um método importante na integração dos profissionais da Estratégia de Saúde da Família, bem como profissionais matriciadores e voluntários. CONSIDERAÇÕES FINAIS A realização de implantação do grupo de cuidado utilizando a auriculoterapia têm se mostrado positiva, pois esta atividade possibilitou a criação de um campo para a prática de uma terapia complementar em saúde, como a auriculoterapia, contribuindo para o fortalecimento das PIC no sistema único de saúde, difundindo ações de cuidado em saúde e contibuindo para o tratamento de problemas de saúde. O desenvolvimento da prática da abordagem grupal, possibilita conhecimentos detalhado dos usuários atendidos na USF, como também a socialização dos participantes do grupo, compartilhamento de experiências de vida e acolhimento dos indivíduos, fortalecimento do vínculo com a unidade de saúde, empoderamento dos usuários na promoção da saúde. Concluímos que houve uma percepção positiva dos participantes em relação a estas práticas de atividades integradas e os pacientes acabam indicando e trazendo amigos, vizinhos e parentes para participar das atividades, com isso conseguimos bons resultados nos atendimentos. Referências Bibliográficas BRASIL, Ministério da Saúde. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS. 2 ed.2013. FERREIRA, A.A. A Acupuntura na Medicina. Lisboa: Lidel, 2010. (Acessado em 26 de fev de 2020) ATENÇÃO BÁSICA 142
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