proximais e biopsicológicos; a identificação das subpopulações com condições de saúde estabelecidas por estratos de riscos; e a identificação das subpopulações com condições de saúde muito complexas (Mendes, 2012). OBJETIVOS Descrever o processo de formação de facilitadores que auxiliaram a implantação do MACC em duas equipes de ESF em Itapeva/SP. METODOLOGIA Para que a implantação do MACC fosse operacionalizada foram realizadas oficinas de formação de facilitadoresaseremconduzidaspeloArticuladorEstadualdaAtençãoBásica,estesfacilitadores,porsua vez, erammembros das equipes de ESF escolhidas pela coordenaçãomunicipal. Foramescolhidas duas equipes para participar do processo. Foram realizadas dez oficinas com os seguintes temas: 1) Atenção as condições crônicas e sua relação com a AB; 2) Organização e prática de educação permanente como ferramentade formaçãoeorganizaçãodaspráticasdesaúdedaAB; 3) Territorializaçãoecadastramento; 4)Estratificaçãodevulnerabilidadefamiliar;5)Planodecuidadoparafamíliasvulneráveis;6)Acolhimento a demanda espontânea; 7) Estratificação de risco para as condições crônicas; 8) Linhas de cuidados: organização da rede; 9) Ações para o autocuidado apoiado; 10) Gestão da agenda na AB. As oficinas entre o Articulador e os facilitadores eram realizadas mensalmente e teve duração de 11 meses, com início em Agosto de 2018 e término em Julho de 2019. A dispersão dos facilitadores junto com a equipe foi realizada nas reuniões de equipes quinzenalmente. Após cada dispersão foi elaborado umplano de ação para a implantação ou melhora do processo de trabalho relacionado a temática da oficina. RESULTADOS Com apoio da coordenação municipal da AB, as duas equipes conseguiram revisar o processo de territorialização e cadastramento, atualizando o número de pessoas cadastradas, também conseguiuse realizar a estratificação de vulnerabilidade familiar, segundo escala de Coelho e Savassi. Realizouse também a elaboração do fluxo de atendimento a demanda espontânea, e início do processo de estratificação de risco de pacientes hipertensos e diabéticos. Contudo, as duas equipes ainda estão em fase de implantação de outros planos de ação elaborados no processo, e ainda em monitoramento do projeto. CONSIDERAÇÕES FINAIS As equipes ainda estão na fase de revisão do processo de trabalho, porém as mudanças decorrentes da participaçãodas oficinas permitiuas equipes amelhorano cuidadoeatençãoapopulação comcondições crônicas, auxiliando, assim, no processo de implantação do MACC. Referências Bibliográficas Mendes EV. O cuidado as condições crônicas na atenção primária a saúde: o imperativo na consolidação da estratégia de saúde da família. Brasília: Organização Pan-Americana de Saúde; 2012. ATENÇÃO BÁSICA 20
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