VIGILÂNCIA DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA NO MUNICÍPIO DE SOROCABA/SP Autores: Fabiana Ribeiro, Thais Eleonora Madeira Buti, João Ricardo Pereira Ennser, Fabiano Demetrio Zequetto, Paula Purchio Duarte Stuckus Instituição: Prefeitura Municipal de Sorocaba Município: Sorocaba CIR: Sorocaba Endereço: Avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes Telefone: 32382430 Celular: 991182197 Email: jsmaciel@sorocaba.sp.gov.br INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA O município de Sorocaba é classificado de acordo com o Programa de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral como com transmissão canina. A partir do ano de 2016, implantou-se a divulgação de boletins epidemiológicos, e a partir de 2017, foi implantada a atividade de visita em imóveis para identificação de situações propícias para a proliferação do vetor, o mosquito-palha, para a adequada orientação das formas de prevenção e controle do mesmo. Em complemento, a vigilância de cães positivos é realizada de forma rotineira, com a notificação dos casos suspeitos, encaminhamento das amostras para o Instituto Adolfo Lutz para diagnóstico sorológico, orientações aos tutores e veterinários sobre as formas de controle de reservatório, e em caso de recusa de eutanásia, implementou-se os termos de recusa de eutanásia e de compromisso de tratamento com medicamento legalizado. Realiza-se o monitoramento dos animais em tratamento, para verificar o uso da coleira e o cumprimento do termo de compromisso. OBJETIVOS Implementar técnicas de vigilância de cães positivos para Leishmaniose Visceral Canina (LVC) no município de Sorocaba, visando o controle da transmissão da enfermidade em cães e a manutenção do município sem transmissão humana, por meio de recebimento de notificações de casos suspeitos, diagnósticos dos casos em laboratório oficial, visitações das áreas de risco para manejo ambiental e orientação à população, realização de inquéritos sorológicos caninos e atividades de educação e mobilização social. METODOLOGIA Realizou-se nos anos de 2017 e 2018 o recebimento de notificações de animais suspeitos e inquéritos sorológicos amostrais caninos, para a busca ativa de animais positivos, determinação da prevalência da doença na região e realização de controle de reservatório, por meio de coletas de sangue de cães em áreas de risco ou com a presença do vetor transmissor. As áreas com ATENÇÃO BÁSICA 254
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