Assistência Farmacêutica | Regulação e Redes de Atenção em Saúde

meses subsequentes (Julho 2019 a Janeiro 2020) os CIDs expressos nas guias de encaminhamento apresentam-se mais diversificados, surgem hipóteses de doenças das artérias e casos mais graves de insuficiência venosa alcançam o especialista. O tempo de espera para o atendimento após a implantação do protocolo (meses) nos diversos prestadores de serviço tornou-se adequado, caindo de 8 a 9 meses para no máximo 30 dias. Apenas no caso do prestador Hospital Escola Emílio Carlos (HEEC) o tempo permanece mais alto, atualmente 9 meses, uma vez que a demanda desse prestador consiste em casos cirúrgicos. Entretanto, antes da implantação do protocolo de acesso a Cirurgia Vascular o tempo acesso médio a esse prestador era de 15 meses. Para que o atendimento nas unidades básicas fosse de maneira resolutiva e que melhor pudesse abranger a população no sentido de se evitar estágios avançados das doenças venosas e arteriais o exame complementar Ultrassom Doppler Venoso foi liberado para solicitação do médico generalista, houve um aumento nas solicitações das unidades, entretanto houve por consequência uma queda do número de solicitações do especialista, esse custo benefício pela resolutividade alcançada se mostra interessante. CONSIDERAÇÕES FINAIS A resolutividade da AB deve ser alcançada de modo seguro e de maneira significativa para a população, garantir o acesso a umexame complementar alémda análise clínica qualificada atua de maneira veemente na prevenção da doença venosa periférica grave, nesse sentido, a longo prazo tende a diminuir os custos para o sistema de saúde como um todo. A avaliação clínica treinada e direcionada para as mais diversas doenças possibilitam diagnóstico precoces de enfermidades graves como as doenças obstrutivas arteriais e os aneurismas. Enfim, a implantação de um protocolo norteador com capacitação adequada dos atores envolvidos garante melhoria nos atendimentos e, portanto, a saúde da população do município de Catanduva. Referências Bibliográficas ARMSTROMG,D.;MEYR,A. J.Compressiontherapy for thetreatmentof chronicvenous insufficiency. Waltham(MA): UpToDate, Inc., 2017. Disponível em: . Acesso em: 03 jun. 2019. BORGES, E. L. Feridas: úlceradosmembros inferiores.RiodeJaneiro:GuanabaraKoogan, 2011.DYNAMEDPLUS.Recordn. 115785, Venous insufficiency. Ipswich (MA): EBSCO InformationServices, 2016. Disponívelmediante senha e login em: . Acesso em: 4 jan. 2017. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR. Projeto Diretrizes SBACV. Insuficiência venosa crônica: diagnóstico e tratamento. São Paulo: SBACV, 2015. Disponível em: . Acesso em: 4 jan. 2018. MARTINS ACM, Como deve ser feita a prescrição de meias elásticas? 2017. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. 2019. GALVÃO ALC. O Índice Tornozelo Braquial. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul. (24)2012. Figueiredo Marcondes. A terapia da compressão e sua evidência científica. J. vasc. bras. [Internet]. 2009 June [cited 2019 June 27] ; 8( 2 ): 100-102. Available from: http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&pid=S167754492009000200002&lng=en. http://dx.doi.org/10.1590/ S1677-54492009000200002. Rech MRA, Roman R. Protocolos de Encaminhamento para Cirurgia Vascular. Telessaúde-UFRGS 2018. Disponível em:https://www.ufrgs.br/telessauders/ documentos/protocolos_resumos/Protocolo_Cirurgia_Vascular_TSRS_002.p df. Acesso em 10 jun 2019. PRESTI, C. et al. Aneurismas da aorta abdominal: diagnóstico e tratamento. Projeto Diretrizes SBACV. São Paulo: Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Cardiovascular, 2015. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2018. PRESTI, C. et al. Doença arterial periférica obstrutiva de membros inferiores: diagnóstico e tratamento. Projeto Diretrizes SBACV. São Paulo: Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Cardiovascular, 2015. Disponível em: Acesso em: 19 mar 2019. PRESTI, C. et al. Insuficiência venosa crônica: diagnóstico e tratamento. Projeto Diretrizes SBACV. São Paulo: Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Cardiovascular, 2015. Disponível em: Acesso em: 30 mar 2019. REDES DE ATENÇÃO 151

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