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HEMO
janeiro/fevereiro/março 2013
aconteceu
Fotos: ©
Claudiu Mihai Badea
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A Federação Brasileira de
Hemofilia (FBH) em parceria com
a Coordenação Geral de Sangue e
Hemoderivados do Ministério da
Saúde (MS)
realizará em abril, mês
no qual se celebra o Dia Mundial da
Hemofilia (17), um evento que pre-
tende reunir a liderança das associa-
ções filiadas à FBH para discutir as-
suntos do interesse da coagulopatia.
O foco do encontro será infor-
mar sobre os novos tratamentos
disponibilizados pelo Ministério da
Saúde (MS) como profilaxia primá-
ria, secundária, imunotolerância,
aumento na dispensação das Doses
Domiciliares (DD) e fazer com que
os hematologistas dos Centros de
Tratamento de Hemofilia (CTHs)
de todo o País contribuam para o
acesso ao tratamento preventivo
Dia Mundial da Hemofilia contará
com programação especial
celebração
para todas as pessoas com a coagu-
lopatia — única forma de impedir
deformidades físicas,
além de um
maior número de DD, independente
de onde residam.
Além disso, a Federação quer
conscientizar CTHs, associações e
profissionais para que atuem jun-
tos nessa conquista. “Esse esforço
é fundamental para que o avanço
do tratamento disponibilizado pelo
MS realmente chegue aos pacien-
tes, afirmou Tania Pietrobelli, pre-
sidente da FBH.
A presidente lembrou ainda que
o MS disponibiliza atualmente 50
milhões de UIs por mês, quantidade
suficiente para que os profissionais
da saúde atendam as recomendações
da OMS e da WFH. São eles, a pro-
filaxia primária para crianças com
Em 2010, a Associação Romena para
os Problemas da Hemofilia coloriu
a água de fontes de Bucareste de
vermelho numa tentativa de chamar a
atenção das pessoas para a questão
hemofilia grave ou com sintomas até
três anos de idade; profilaxia secun-
dária para pacientes com hemofilia
grave ou com sintomas acima de três
anos de idade; imunotolerância: tra-
tamento para erradicar o inibidor.
Tania destacou ainda que o
aumento na dispensação de fato-
res de coagulação para 12 Doses
Domiciliares permite maior au-
tonomia e independência dos pa-
cientes, mas o problema é que em
alguns estados os fatores não estão
chegando até eles.