Jan • Fev • Mar 2013 |
medicina nuclear em revista
20
C&T
e faz a especialidade se desen-
volver por todo o Brasil, gra-
ças à atuação de seus repre-
sentantes. “Estamos traba-
lhando para fazer com que a
especialidade evolua cada vez
mais”, afirma Beatriz.
Em outubro de 2012, o pre-
sidente da entidade, Celso
Darío Ramos, e os diretores,
MiriamMoreira e Paulo Assi,
se reuniram com representan-
tes do Ministério da Saúde
(MS), e pleitearam prioridade
na implantação de serviços
universitários de medicina
nuclear, incorporação do
PET/CT na tabela do Sistema
Único de Saúde (SUS), estímu-
lo à produção de novos radio-
fármacos no País, com apoio
da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa),
e estímulo à criação de empre-
sas nacionais para a manuten-
ção de equipamentos de MN.
Por outro lado, o Governo
Federal dá sinais de que pre-
tende investir fortemente nes-
sa área. Já está sendo elabora-
do o projeto para construir um
Reator Multipropósito
Brasileiro (RMB) que levará a
autossuficiência do País em
radioisótopos, como molibdê-
nio-99, iodo-131, lutécio-177,
etc. Além desse investimento
Quantidade de médicos nucleares por estado
Referência mundial de procedimentos de medicina
nuclear divididos para cada 1.000 habitantes por ano
piauí -
2
amapá -
2
sergipe -
2
tocantins -
2
amazonas -
3
paraíba -
3
alagoas -
4
pará -
4
m. grosso -
5
m. grosso do sul -
5
maranhão -
6
ceará -
6
Rio g. norte -
6
espírito santo -
8
goiás -
8
santa catarina -
15
bahia -
17
pernambuco -
18
são paulo -
184
rio de janeiro -
62
minas gerais -
46
rio grande do sul -
35
paraná -
32
distrito federal -
24
499
médicos
fonte: pesquisa demografia médica no brasil / sbmn
Canadá
Alemanha
Estados Unidos
República Tcheca
Dinamarca
Hungria
Suécia
Rússia
Austrália
Japão
Holanda
Argentina
Itália
15,2
15,0
13,6
13,0
64,6
34,1
31,5
28,3
11,0
12,0
11,7
11,6
11,1
Finlândia
Suíça
Eslováquia
Nova Zelândia
Reino Unido
Taiwan
Irlanda
Ucrânia
Portugal
Romênia
Bulgária
Brasil (2010)
Brasil (1991-1996)
10,0
10,0
9,0
8,4
4,0
3,0
3,0
2,5
1,7
8,2
7,0
6,0
5,0