Jan • Fev • Mar 2014 |
medicina nuclear em revista
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especial
me de procedimentos, a presença do farmacêutico é
desejável, mas não obrigatória. Já nos serviços de
medicina nuclear menores, onde ocorre apenas o
controle de qualidade e marcação de moléculas com
99m
Tc (procedimento extremamente simples e
padronizado) e o fracionamento de doses, a presença
do farmacêutico não é obrigatória, conforme norma
específica da Anvisa, e nem essencial, até porque
que este profissional ficaria ocioso na maior parte do
tempo. Miriam ressalta que, no Brasil, a necessidade
de radiofarmacêuticos cresceu muito com as novas
instalações de cíclotron. “Há cinco anos, a produção
estava completamente restrita ao governo federal,
por medidas de segurança nacional. Hoje, alguns
radioisótopos em caráter de pesquisa podem ser
produzidos pela iniciativa privada, o que aumenta a
demanda de profissionais farmacêuticos interessa-
dos pela área”, completa.
Após serem preparados, os radiofármacos são
entregues para a equipe de enfermagem, que precisa
fazer uma boa administração desses materiais e,
juntamente com o técnico administrativo, auxiliar
nas questões burocráticas. “O enfermeiro na MN
tem como atribuições planejar, organizar, supervi-
sionar e executar as atividades pertinentes à assis-
tência de enfermagem dos clientes submetidos à
1. Miriam Roseli Yoshie Okamoto,
radiofarmacêutica da FMUSP
2. Para Fabiana, os biólogos
na área de MN realizam
diversas atividades
3. Letícia Rigo relata a
importância do trabalho de
uma equipe multidisciplinar
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